Konrad Christoph Utz

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  • Última atualização do currículo em 24/09/2018


possui mestrado em Teologia Católica - Universidade de Tübingen (1993) e doutorado em Filosofia - Universidade de Tübingen (1997), fez pós-doutorado na Universidade de Heidelberg (2013). Atualmente é professor efetivo da Universidade Federal do Ceará. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Idealismo Alemão, atuando principalmente nos seguintes temas: dialética, necessidade e acaso, amizade; Hegel, Kant, Aristóteles. Desenvolve seu próprio sistema filosófico baseado no conceito do acaso. É Coordenador de Mobilidade Acadêmica da Pró-Reitoria de Relações Internacionais. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Konrad Christoph Utz
Nome em citações bibliográficas
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH

Endereço


Endereço Profissional
Universidade Federal do Ceará, Instituto de Cultura e Arte (ICA), Curso de Filosofia.
Av. Mister Hull, s.n.
Pici
60440554 - Fortaleza, CE - Brasil
Telefone: (85) 33667433
Fax: (85) 33667434
URL da Homepage: http://www.filosofia.ufc.br


Formação acadêmica/titulação


1993 - 1997
Doutorado em Filosofia.
Universitat Tubingen, UT, Alemanha.
Título: Die Notwendigkeit des Zufalls. Hegels spekulative Dialektik in der ?Wissenschaft der Logik? (A necessidade do accaso. A dialética especulativa de Hegel na ?Ciência da Lógica?), Ano de obtenção: 1998.
Orientador: Georg Wieland.
Bolsista do(a): Cusanuswerk, CW, Alemanha.
Palavras-chave: Acaso; Dialética; Hegel; Método.
Grande área: Ciências Humanas
Setores de atividade: Educação Superior.
1987 - 1993
Mestrado em Teologia católica.
Universitat Tubingen, UT, Alemanha.
Título: Der Zufall als Fundamentalbegriff des Sprechens von Welt, Mensch und Gott,Ano de Obtenção: 1993.
Orientador: Prof. Dr. Peter Hünermann.
Palavras-chave: Acaso; Ontologia; Teoria do Sujeito; teologia; filosofia teórica.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Teologia / Subárea: Teologia Sistemática.
Setores de atividade: Educação Superior.


Pós-doutorado


2012 - 2013
Pós-Doutorado.
Ruprecht-Karls-Universität Heidelberg, HEIDELBERG, Alemanha.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia da Mente.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Idealismo Alemão.


Formação Complementar


2016 - 2016
Governança de Finanças. (Carga horária: 16h).
Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.


Atuação Profissional



Universidade Federal do Ceará, UFC, Brasil.
Vínculo institucional

2006 - Atual
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Associado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Vínculo institucional

2006 - 2006
Vínculo: Professor vistante, Enquadramento Funcional: Professor visitante, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

08/2018 - Atual
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Idealismo Alemão
08/2018 - Atual
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Seminário: a "Fenomenologia do Espírito" de Hegel
03/2017 - Atual
Direção e administração, Pró-Reitoria de Relações Internacionais, Coordenadoria de Mobilidade Acadêmica.

Cargo ou função
Coordenador de Mobilidade Acadêmica.
07/2016 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Cultura e Arte (ICA), Curso de Filosofia.

02/2018 - 07/2018
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Ética I
08/2016 - 02/2017
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Ética e Amizade
11/2015 - 02/2017
Direção e administração, Coordenadoria de Assuntos Internacionais, .

Cargo ou função
Vice-Coordenador.
02/2016 - 07/2016
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Ética I
01/2014 - 06/2016
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Cultura e Arte (ICA), Curso de Filosofia.

Linhas de pesquisa
Filosofia da Consciência
08/2015 - 01/2016
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Idealismo Alemão
Metafísica I
08/2015 - 01/2016
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Seminário: Robert Brandom, "Making it explicit"
02/2015 - 06/2015
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Seminário: Heidegger, "Ser e Tempo"
02/2015 - 04/2015
Estágios , Instituto de Cultura e Arte (ICA), Curso de Filosofia.

Estágio realizado
Estágio de Capacitação na Universidade de Heidelberg (Alemanha).
07/2014 - 12/2014
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Metafísica I
07/2014 - 12/2014
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Ontologia
02/2014 - 06/2014
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Ética I, Idealismo Alemão
02/2014 - 06/2014
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Teoria da Consciência
08/2013 - 12/2013
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Metafísica I
08/2013 - 12/2013
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Filosofia da Amizade
07/2012 - 07/2013
Estágios , Instituto de Cultura e Arte (ICA), Curso de Filosofia.

Estágio realizado
Estágio de Pós-Doutorado, na Universidade de Heidelberg, Alemanha.
02/2012 - 07/2012
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Ética I
02/2012 - 07/2012
Ensino, Biblioteconomia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Introdução à Filosofia
03/2010 - 02/2012
Direção e administração, Instituto de Cultura e Arte (ICA), .

Cargo ou função
Vice-coordenador do Curso de Pós-Graduação em Filosofia.
08/2011 - 12/2011
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Metafísica I
08/2011 - 12/2011
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Antropologia filosófica (junto com o Prof. Dr. Marcel Niquet, PV CNPq)
Existência ? Kant, Schelling, Frege, Heidegger (junto com o Prof. Dr. Markus Gabriel, Bonn)
08/2006 - 12/2011
Pesquisa e desenvolvimento , Instituto de Cultura e Arte (ICA), Curso de Filosofia.

02/2011 - 07/2011
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Ética I
02/2011 - 07/2011
Ensino, Biologia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Teoria da Ciência
02/2011 - 07/2011
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Ética do Discurso
08/2010 - 12/2010
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Metafísica I
08/2010 - 12/2010
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
A "Ética a Nicômaco" de Aristóteles
02/2010 - 07/2010
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Ética I
Idealismo Alemão
05/2008 - 02/2010
Direção e administração, Instituto de Cultura e Arte (ICA), Curso de Filosofia.

Cargo ou função
Vice-Coordenador do Curso de Graduação.
08/2009 - 12/2009
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Metafísica I
08/2009 - 12/2009
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
A "Metafísica" de Aristóteles
02/2009 - 07/2009
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Ética I
Ontologia
02/2009 - 07/2009
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Seminário: A "Introdução" à "Fenomenologia do Espírito" de Hegel
08/2008 - 12/2008
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Tópico especial em Dialética
Metafísica I
08/2008 - 12/2008
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Idealismo Alemão
02/2008 - 07/2008
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Idealismo Alemão
02/2008 - 07/2008
Ensino, Biblioteconomia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Introdução à Filosofia
8/2007 - 12/2007
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Metafísica I
8/2007 - 12/2007
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Seminário de Leitura: A, Hegel: Ciência da Lógica
8/2007 - 12/2007
Ensino, Letras, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Introdução à Filosofia
3/2007 - 7/2007
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Problemas da subjetividade
3/2007 - 7/2007
Ensino, Economia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Ética e Economia
9/2006 - 2/2007
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Hegel: Ciência da Lógica (Seminário de Leitura)
9/2006 - 2/2007
Ensino, Geografia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Introdução à Filosofia
9/2006 - 2/2007
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Metafísica I
Ontologia
1/2006 - 8/2006
Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Humanidades, Departamento de Ciências Sociais e Filosofia.

1/2006 - 8/2006
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Kant: Crítca da razão pura
1/2006 - 8/2006
Ensino, Geografia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Introdução à Filosofia
1/2006 - 8/2006
Ensino, Filosofia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Idealismo Alemaão

Ruprecht-Karls-Universität Heidelberg, HEIDELBERG, Alemanha.
Vínculo institucional

2013 - 2013
Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: docente voluntário, não remunerado, Carga horária: 6
Outras informações
Unbezahlter Lehrauftrag zur Durchführung eines Hauptseminars

Atividades

04/2013 - 08/2013
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Hegels Begriff des Geistes

Universitat Tubingen, UT, Alemanha.
Vínculo institucional

2002 - 2005
Vínculo: Docente, Enquadramento Funcional: Departamento de Filosofia, Carga horária: 4

Vínculo institucional

1988 - 2002
Vínculo: Assistente auxiliar, Enquadramento Funcional: Departamento de Teologia Católica, Carga horária: 4
Outras informações
Cursos de Introdução à Filosofia para Teólogos, nivel de Graduação administrados no Departamento de Teologia Católica da Universidade de Tübingen (Univ. Pública) Tübingen, BW, Alemanha Na Alemanha a Teologia (protestante e católica) é uma disciplina incorporada nas Universidades Públicas. Os departamentos de Teologia Católica tem um catedrático de Filosofia que também é membro do Departamento de Filosofia. Ele organiza cursos de Introdução à Filosofia para os estudantes de Teologia. Estes se ocupam com temáticas especifacas consideradas aptas para fornecer uma visão geral do trabalho filosófico. Como eu havia iniciado meus estudos acadêmicos na Teologia e, em seguida, me decidido por um catedrático em filosofia como orientador de meu doutorado na faculdade de Filosofia, foi natural trabalhar com ele e seus demais assistentes nestes cursos de Introdução.

Atividades

4/2002 - 12/2005
Ensino, Filosofia, Nível: Pós-Graduação

Disciplinas ministradas
Aristoteles Theorie der Freundschaft (A teoria da amizade de Aristóteles)
Hegel: Grundlinien der Philosophie des Rechts (Princípios da Filosofia do Direito)
Hegels "Lehre vom Begriff" (1816) (Hegel: "Doutrina do Conceito" de 1816)
4/1998 - 12/2005
Pesquisa e desenvolvimento , Departamento de Filosofia e História, Instituto de Filosofia.

Linhas de pesquisa
Hegel e Idealismo Alemão
4/1998 - 3/2002
Ensino, Introdução à Filosofia para Teólogos, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Gottesbeweise und ihre Kritik (Provas de Deus e suas críticas)
Platon, Politeia (Platão, República)
Descartes, Meditationes (Meditações)
Kant, Prolegomena
Einführung in die Metaphysik (Introdução à Metafísica)
Das Verhältnis von Philosophie und Theologie (A relação entre Filosofia e Teologia)
Was ist Philosophie? Ausgewählte Antworten bedeutender Philosophen (O que é Filosofia? Respostas escolhidas de Filósofos importantes)


Linhas de pesquisa


1.
Idealismo Alemão, Hegel
2.
Filosofia da Amizade

Objetivo: As tentativas de fundamentação da Ética filosófica referem-se ou ao Querer (direto), o qual particular e sensualmente é a determinação da vontade, ou ao Dever, o qual é pensado na maioria das vezes como universal e racional, ou, no mínimo, supraindividual. Estas hipóteses têm de ser, de alguma maneira, reordenadas, uma vez que são por diversos motivos insatisfatórias. A alternativa teórica desejada de uma unidade harmônica do Querer e do Dever é. por sua vez, amplamente difícil de ser realizada, pois as poucas tentativas neste sentido ou permanecem confusas, ou direcionam-se a apenas um dos dois sentidos. No presente projeto será provado se impulsos como o Querer e o Dever ou como a Vontade e a Obrigação não podem ser retomados, isto é, explicar se eles estão de alguma maneira ligados, hipótese que esclareceria a sua exclusão. Essa origem da prática, bem como a tese pretendida, é a philein, isto é, a amizade ? naquele entendimento conceitual sobre o qual a tradição filosófica ocidental desde a Antigüidade foi formada. Autodeterminação e responsabilidade originam-se desta tese no âmbito das relações concretas para com outros determinados, os quais estão historicamente condicionados e, ao mesmo tempo, livres de estruturas especificas e racionalmente negociáveis..
Grande área: Ciências Humanas
Palavras-chave: Amizade; Ética; antropologia.
3.
Ética aristotêlica
4.
Filosofia da Amizade
5.
A resposta kantiana à pergunta ?por que ser moral??
6.
Filosofia da Consciência
7.
Hegel e Idealismo Alemão


Projetos de pesquisa


2016 - Atual
A resposta kantiana à pergunta ?por que ser moral??
Descrição: A questão ?Por que (eu devo) ser moral?? parece uma pergunta bastante natural e completamente adequada para a grande maioria das pessoas hoje em dia. Consequentemente, ela é frequentemente discutida também nos debates filosóficos acadêmicos, desde que foi introduzida expressamente por F.H. Bradley em 1876. Contudo, nem todos os autores clássicos da ética filosófica parecem oferecer uma resposta. Entre eles, destaca-se Kant, o pensador que provavelmente é, até hoje, o mais influenciável na área. Alguns de seus intérpretes defendem que, conforme Kant, a pergunta ?Por que ser moral?? não tem resposta, porque a moral não pode ser derivada de interesse qualquer. Eles concluem que a moral precisa ser aceita como um simples fato, o fato da razão prática. Essa pode ser chamada a tese do imediatismo na fundamentação ética. Como o imediatismo, por várias razões, parece insatisfatório, outros leitores de Kant desenvolveram a ?interpretação do agente racional?. Esse último teria valor original, incondicionado para Kant. O porquê da moral seria proteger e fomentar esse valor. Contudo, essa interpretação também enfrenta problemas sérios. Parece desejável desenvolver uma interpretação da ética kantiana que a salve do imediatismo sem tornar a moral dependente de um valor que a anteceda. A pista para tal solução poderia ser um mediação discursiva da moral que seja interna à própria razão prática..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (2) .
Integrantes: Konrad Christoph Utz - Coordenador / Thomas Sören Hoffmann - Integrante / Hálwaro Carvalho Freire - Integrante / Tedson Mayckell Braga Teixeira - Integrante / Pedro Pinheiro Câmara - Integrante.
Número de produções C, T & A: 7 / Número de orientações: 3
2012 - 2016
Uma teoria da consciência desenvolvida a partir de Hegel
Descrição: Uma das questões centrais nos debates atuais sobre a consciência é a tese de Franz Brentano que toda consciência é intencional e que essa é uma ou até a característica fundamental dela. Mesmo ao leigo filosófico, geralmente, parece intuitivo que toda consciência é consciência de algo. Contudo, essa tese pode ser problematizada e, eventualmente, corrigida a partir da teoria da consciência de Hegel, explicitada na Fenomenologia do Espírito e na Enciclopedia das Ciências Filosóficas (1830). Hegel analisa não em primeiro lugar a relação (intencional) da consciência a algo fora dela, mas sua estrutura interna que possibilita a consciência (ou a con-sciência, junto com a consciência objetual) de estar relacionado a algo diferente dessa própria consciência. Tal investigação leva-o a uma estrutura interna complexa e dialética da consciência intencional. Porém, tal complexidade, aos olhos de Hegel, precisa ser explicada a partir de estruturas mais simples que também apresentam ?consciência? (no sentido contemporâneo da palavra ? a terminologia de Hegel é diferente). Estas são a sensação e o sentimento. Esses já contêm ou apresentam formas de direcionalidade e de egocentricidade, porém, não de representacionalidade e intencionalidade: não estão direcionadas a um objeto no sentido forte da palavra. A consciência intencional e representativa desenvolve-se a partir dessas formas básicas, quando essas refletem-si sobre si mesmas e em si mesmas. Destarte, parece que uma Teoria da Consiência desenvolvida a partir de Hegel poderá dar conta tanto da intuição que existe consciência não-intencional, quanto da intuição da fundamentalidade da intencionalidade para a compreensão da consciência: de fato, essa sempre é marcada pelos momentos da direcionalidade e da egocentricidade que, por sua vez, tornam-se transparentes para a própria consciência apenas quando essa vira consciência conscientemente voltada sobre um objeto diferente de si mesma. Porém, tal solução só poderá ser aceita nos d.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2008 - 2013
PROCAD PUCRS-UFC, Sujeito e liberdade na filosofia moderna alemã, Equipe Associada 1 (UFC)
Descrição: SUJEITO E LIBERDADE NA FILOSOFIA MODERNA ALEMÃ, Equipe Associada 1 (UFC) A questão do sujeito e de sua liberdade voltou ao foco do discurso filosófico. Isso talvez não é surpreendente, mas pelo menos é interessante, tendo em vista que nas últimas décadas a ?morte do sujeito? foi proclamada, de uma forma ou outra, por várias correntes filosóficas. O renascimento desta problemática deve-se a vários fatores. Um é que, depois da reviravolta lingüística, em virtude da qual inicialmente o sujeito foi desalojado do centro da atenção filosófica, a própria filosofia da linguagem chegou a reconhecer mais e mais a importância do aspecto pragmático da linguagem que está intimamente ligado ao sujeito falante. Um outro fator é que, em conseqüência dos avanços enormes da neurociência, a filosofia da mente ganhou um novo impulso para discutir novamente a relação entre espírito e matéria e entre causalidade natural e liberdade. Em terceiro lugar, aquelas teorias que visavam conceber o sujeito como uma mera função de um todo maior entraram em crise e, nos olhos de muitos, tanto no âmbito filosófico, quanto no âmbito do discurso geral da sociedade, perderam sua força convincente. Isso se refere, em primeiro lugar, ao marxismo com sua pletora de sub-teorias e modificações até à Escola de Frankfurt e à Filosofia da Libertação. Porém, o mesmo vale, até certo ponto, para muitas daquelas teorias e idéias variadas e heterogêneas que se abrigavam sob o título do Pós-modernismo. Um último fator para a redescoberta dos tópicos do sujeito e da liberdade também surgiu fora da filosofia: na última década, as culturas euro-americanas, até então globalmente dominantes, chegaram a se sentir ameaçadas ? não apenas quanto a seu poder político, mas também quanto a suas conquistas históricas e a suas convicções mais profundas. Em conseqüência disso, elas se recordam mais e mais de seus valores centrais e constitutivos, como os direitos humanos, o Estado de direito e a democracia. O sujeito livre está.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (9) / Mestrado acadêmico: (37) .
Integrantes: Konrad Christoph Utz - Coordenador / Evanildo Costeski - Integrante / Eduardo Ferreira Chagas - Integrante / Manfredo Araújo de Oliveira - Integrante / José Maria Arruda de Souza - Integrante / Fernando Ribeiro de Moraes Barros - Integrante.Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 43 / Número de orientações: 11
2007 - 2011
Filosofia da Amizade
Descrição: Existem, basicamente, duas opções para uma fundamentação argumentativa de uma ética normativa. Ou ela apoia-se, em última instância, em um desejo, na aspiração à felicidade que determina a vontade de forma particular através do sentimento, ou ela busca seu princípio em algum tipo de dever original. Como este não depende do indivíduo, é normalmente concebido como algo universal e racional e, em alguns casos, como apenas intersubjetivamente supraindividual. Ambas alternativas apresentam aspectos insatisfatórios. As éticas de aspiração parecem ser, em última instância, incapazes de fundamentar uma normatividade objetiva, como Kant mostrou. As éticas deontológicas, como a do próprio Kant, parecem incapazes de dar conta do anseio do ser humano por um Bem maior, ou seja, um Bem espiritual que também seja bom para ele mesmo, em outras palavras, que contribua para a sua felicidade. Seria, então, desejavel juntar os dois tipos de ética normativa e abrigar ambos, aspiração e dever, numa unidade harmônica. O projeto ?Filosofia da Amizade? é a tentativa de uma ética normativa que desenvolva uma tal síntese de dever e aspiração a partir de um princípio ainda mais profundo. Este princípio é a própria amizade ou o ?philein? (grego). A amizade é algo que é prazeroso, mas tem, ao mesmo tempo, um valor intrínsico para os amigos e até para terceiros. Além disso, ela constitui uma relação de compromisso, de obrigação e deveres. Portanto, ela parece capaz de ser uma fonte de normatividade. Ao mesmo tempo, as relações de amizade se realizam sob condições históricas e biográficas contingentes. O princípio da amizade, portanto, não é um princípio universalista no sentido clássico. Por isto, ele parece ser um bom ponto de partida para desenvolver uma fundamentação da ética normativa que vai além do universalismo e do particularismo, transcendendo a ambos e, ao mesmo tempo, guardando os aspectos fundamentais de ambos: a normatividade objetiva e a felicidade particular..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Konrad Christoph Utz - Coordenador / Vicente Brazil - Integrante / Lucas Rocha Faustino - Integrante / Elivanda de Oliveira Silva - Integrante / Pedro Henrique Gomes Muniz - Integrante / Pedro Nogueira Farias - Integrante / Maria Ivonilda da Silva Martins - Integrante / António Glauton Varela Rocha - Integrante / Leandson Vasconcelos Sampaio - Integrante.Financiador(es): BolsaUniversidade Federal do Ceará - Bolsa / Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 20 / Número de orientações: 3
2006 - 2012
A coneção de filosofia teórica e filosofia prática em Hegel no conceito da liberdade
Descrição: A contribuição central de Hegel à teoria da liberdade pode ser resumida em dois pontos que destacam-se mais claramente quando comparados ao conceito da liberdade em Kant. Ambos, Kant e Hegel, defendem um conceito positivo da liberdade. Porém, a liberdade kantiana permanece restrita à intelectualidade humana. O homem, de certa forma, não é livre como um todo, i.e. ele não é livre em suas inclinações. Dieferentemente disso, Hegel tenta integrar as inclinações, na forma do ?sistema das necessidades? racional (cf. Fundamentações da filosofia do direito, § 19, §§ 189-208), ao sujeito racional e livre. Por segundo, a liberdade positiva kantiana permanece limitada à auto-legislação subjetiva em princípios para o agir. Com isso, a liberdade permanece limitada à interioridade do indivíduo. Essa análise bem conhecida de Hegel me parece incontestável, diferentemente de outras críticas que ele faz a Kant. Destarte, o indivíduo é sozinho em sua liberdade. Diferentemente disso, Hegel tenta de dar realidade à liberdade em estruturas ?objetivas?, i.e., em instituições intersubjetivas e supra-individuais. Justamente enquanto livre, o homem é integrado no universal supra-individual. Portanto, ele pode compreender as estruturas juridicas, socias e políticas não como uma limitação necessária de sua liberdade em virtude da liberdade (como diz o liberalismo), mas como efetivação da liberdade. Em ambos os pontos, a diferença fundamental entre Kant e Hegel me parece ser que o primeiro discute a liberdade sob a questão básica ?o que devo fazer??, enquanto o segundo pergunta (porém, sem explicitar essa pergunta) ?como posso compreender a mim mesmo?? ou ?qual seria minha autoconsciência verdadeira?, ?sob qual conceito eu posso entender-me adequadamente??. Nisso, porém, duas perguntas são implicadas: ?como devo ser ou efetivar minha existência?; como também: ?como é que o sentido de minha existência é cumprida, como tornar-me-ei verdadeiramente feliz?? É minha suposição que as concepções kant.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Konrad Christoph Utz - Coordenador / Maria Ivonilda da Silva Martins - Integrante / Daniel Benevides Soares - Integrante / Arthur Eduardo Carvalho Rocha - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 18 / Número de orientações: 4


Projetos de extensão


2010 - 2011
Material didático sobre o Idealismo Alemão
Descrição: A filosofia certamente é uma das disciplinas nas quais o uso de meios didáticos é menos desenvolvido. Isso deve-se a sua matéria e a sua história. Desde o início, a filosofia foi realizada no discurso oral e por lições do mestre para o aluno, mais tarde também por tratados escritos. Diferentemente das ciências empíricas (e da geometria), o uso de outro meio de comunicação além da linguagem falada ou escrita quase inexistiu. De fato, é difícel ensinar doutro modo as argumentações intricadas e as sistemáticas complexas que se usam na filosofia. Porém, nos últimos anos, foram feitas várias tentantivas, por diversos autores de Introduções à Filosofia, de apresentar os conteúdos dessa disciplina de modo mais didático, usando ilustrações, esquemas, material audi-visual etc. É um grande desafio para o ensino de Filosofia nas universidades aplicar este material nos seus cursos, principalmente nos primeiros semestres da graduação, e de desenvolver novos materiais onde ainda não houver. A área do Idealismo Alemão apresenta um desafio especial para realizar tal tarefa, pois seu pensamento é ainda mais abstrato e complicado do que em muitas outras áreas da filosofia. Além disso, ainda existe pouco material didático dedicado a essa área..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Konrad Christoph Utz - Coordenador.Financiador(es): Universidade Federal do Ceará - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 1
2009 - 2009
International Workshop: Thought experiments and the apriori (Simpósio Internacional: Experimentos mentais e o apriori)
Descrição: Experimentos mentais sempre foram um instrumento metodológico central da filosofia? lembre-se da Politéia de Platão ou dos exemplos famosos da modernidade nas obras de Locke (Locke 1695) e Leibniz (1704) bem como os experimentos mentais da filosofia contemporânea, como o experimento da Terra Gêmea de Putnam (1975), da supercientista Mary (1982) ou os experimentos usados por Derek Parfits (1984) na sua discussão sobre identidade pessoal. Muitos desses experimentos mentais desempenham um papel central na discussão de problemas filosóficos. O debate contemporâneo em torno do extenalismo semântico seria impensável sem o experimento mental de Putnam. O mesmo vale para a controvérsia sobre a naturalização da experiência fenomenal e o experimento mental de Jackson, bem como o debate sobre a natureza da identidade pessoal, que desde sua origem na modernidade em Locke e Leibniz foi essencialmente marcada por experimentos mentais. Apesar da indiscutível importância metodológica e enorme força retórica dos experimentos mentais, até pouco tempo não havia uma análise mais detalhada da sua estrutura exata e sua função metodológica, bem como reflexões esclarecedoras sobre sua fundamentação epistêmica e sua confiabilidade?exceto uma classificação rotineira de fonte aprioristica de conhecimento filosófico. Todavia, nos últimos anos surgiram alguns trabalhos muito relevantes sobre experimentos mentais (Brown 1991, Sorensen 1992, Häggqvist 1996, Gendler 2000, Kühne 2005, Cohnitz 2006). Também a discussão sobre temas filosóficos aparentados se intensificou bastante nos últimos anos, por exemplo sobre o significado da justificativa a priori para a filosofia (p.ex. BonJour 1998, Causllo 2003), sobre o estatuto metodológico da filosofia em geral (Bealer 1987, Kornblith 2002, Williamson 2007) e especialmente sobre a relevância das intuições racionais, as quais desempenham importante papel na avaliação de experimentos mentais (p.ex. Belar 1998, Pust 2000, Williamson 2004, Grundmann 2007, Sosa 2007). No nosso colóquio ?Experimentos Mentais e Apriori? pretendemos atacar essa complexa problemática concentrando a atenção na estrutura e função metodológica dos experimentos mentais. Quatro questões devem nos orientar nesta tarefa: 1. Existe uma diferença entre os diferentes tipos de experimentos mentais, p.ex. na filosofia e nas ciências naturais? 2. Como compreender exatamente a função e estrutura dos experimentos mentais filosóficos? São eles argumentos genuínos ou apenas instrumentos retóricos? São eles uma fonte de conhecimento aprioristico, ou são dependentes da experiência? 3. A quais questões e noções filosóficas são aplicáveis os experimentos mentais, e o que eles podem nos oferecer em relação a elas? 4. Quais as dificuldades e limites do método dos experimentos mentais?.
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (5) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Konrad Christoph Utz - Coordenador / Thomas Grundmann - Integrante / Guido Imaguire - Integrante / Joachim Horvath - Integrante.Financiador(es): Deutscher Akademischer Austauschdienst - Auxílio financeiro / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Auxílio financeiro / Fundação Cearense de Apoio à Pesquisa - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 2


Outros Projetos


2011 - 2013
Pesquisador Visitante: Prof. Dr. Marcel Niquet
Descrição: AÇÃO SOCIAL E DIREITOS INFORMACIONAIS FUNDAMENTAIS O conceito de ação social pertence às ?categorias? da análise social. Originalmente introduzido por Max Weber e tornado analiticamente produtivo para a fundamentação da sociologia ?moderna?, guiou e cunhou a posterior Filosofia do Social. (T. Parsons, N. Luhmann, J. Habermas). À diferença de formas de ação naturalmente orientadas, instrumentais, guiadas nomologicamente, a ação social é reflexiva: ao agente assim como também ao seu (paradigmático) ?contrário? social são imputados e atribuídos convicções e intenções, disposições e planos de ação. Inicialmente, Weber chamou a atenção para esta dimensão comunicativa; os conceitos resultantes são os de interação social, ação comunicativa, bem como o de antagonismo social. Mas, ao mesmo tempo, esse conceito mostra também uma estrutura duplamente reflexiva: os parceiros interagentes da ação tentam, mutuamente, antecipar, a cada vez, as convicções e intenções do outro, adaptar-se a isso e levar em consideração essa estrutura duplamente reflexiva para o próprio planejamento da ação. As sequências da ação social são, então, de maneira recíproca, informacionalmente saturadas (conforme as circunstâncias ideais). O conceito de ação social baseia-se, por essa razão, em uma estrutura fundamental, a qual, no âmbito do informacional, à primeira vista, remete a um âmbito de conhecimentos e capacidades mediados, quanto ao mundo da vida, a um âmbito, o qual amplamente excede as características do meramente ?intencional?. É possível dizer que apenas insuficientemente, ou melhor, que M. Weber não levou em consideração de modo algum esta dimensionalidade do conceito, e análises posteriores não são igualmente, de maneira justa, transformadas nos recursos informacionais dos perfis de ação adequados. Mas a ação social concilia e cunha não apenas as relações sociais entre os indivíduos; na condição de agentes sociais, atuam também as maiores unidades da realidade (de vida) social, tais como famílias, vizinhanças ou associações. Isso vale nomeadamente também para as instituições e firmas (estatais), enquanto unidades de ação econômica, legalmente amparadas e constituídas. Os indivíduos, na qualidade de atores sociais, não são apenas ?particulares?; eles são também membros ? cidadãos ? do estatuto legal constituído (o Estado) e interagem em variados modos com suas instituições e ?sistemas?. As constituições estruturam, de maneira característica, o lugar normativo de tais interações: aos cidadãos são atribuídos direitos e direitos fundamentais, os quais, nas tradições análogas, são classicamente entendidos como direitos salvaguardados. (Algo semelhante vale para os direitos humanos como bens de direito ?de grau mais alto?). Estes direitos salvaguardados (p. ex. vida, incolumidade, desenvolvimento autodeterminado) são legalmente inovativos; ou até mesmo os direitos informacionais deslocados, ou clássicos direitos são tais direitos reinterpretados. Análises, as quais giram em torno a (novos) conceitos de autodeterminação informacional, dão testemunho disso. Ao mesmo tempo, desenvolveram-se condições e formas de comunicação, as quais, legal e constitucionalmente normativas, não são descobertas: quem se movimenta na internet ou confia na privacidade do discurso ?mediado pelo telefone celular?, precisou evidentemente de uma forma particular de proteção informacional, que não deve ser efetuada somente ?tecnicamente?. A ação comunicativa desse gênero é ação social-informacional e, com isso, é posta, de antemão, sob condições adequadas de proteção ao direito fundamental..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Konrad Christoph Utz - Coordenador / Marcel Franz Otto Niquet - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 5
2011 - 2011
Sujeito, liberdade e existência no Idealismo alemão (colaboração com M. Gabriel)
Descrição: Projeto de colaboração com Pesquisador Visitante (APV, curta duração) com o Prof. Dr. Markus Gabriel (Bonn) Markus Gabriel: "Como está exposto em meu livro Transcendental Ontology: Essays on German Idealism (Continuum: New York/London 2011), no momento no prelo e a ser publicado no verão de 2011, o tema da liberdade idealista pode ser explorado não apenas com a ajuda de Kant a partir de uma análise da subjetividade. A análise de Kant procede medologicamente partindo de uma teoria da referência aos objetos. Subjetividade é, neste horizonte, o limite indubitável da referência. Kant situa a liberdade no fosso epistêmico existente entre os objetos que se manifestam nos limites indubitáveis (dos fenômenos) e os objetos tal como eles poderiam ser independentes da referência (das coisas-em-si postuladas). Em razão de nossa finitude epistêmica que está inscrita em toda referência aos objetos, nós podemos, em todo caso, tomar a nós mesmos como livres e devemos realizar esta possibilidade. Os idealistas pós-kantianos partilham em grande parte das conclusões de Kant, entretanto, acrescentam que o sujeito mesmo existe. A análise da conexão entre subjetividade e liberdade tem, portanto, validade ao se pretender uma ontologia que parta não apenas metodologicamente da referência e suas estruturas indubitáveis, mas que situe estas estruturas no próprio mundo (no ser). A subjetividade é, com isso, inserida em um ?absoluto? e não oposta a ele. Durante minha pesquisa, tenciono reconstruir historicamente essa operação em um seminário, bem como em uma série de palestras e, a partir daí, elaborar um conceito adequado de existência.".
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (13) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Konrad Christoph Utz - Coordenador / Markus Gabriel - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 2
2009 - 2010
Pesquisador Visitante: Prof. Dr. Christian Iber (FU Berlin)
Descrição: O perfil científico do Prof. Iber é caraterizado por duas áreas históricas de especialização, cada uma delas bastante ampla: a Filosofia moderna alemã e a Filosofia grega antiga. Tematicamente, porém, as pesquisas do Prof. Iber são marcadas por um único interesse fundamental, que dá uma certa unidade ao seu pensamento e que sempre garante a profundidade de suas publicações, não obstante a abrangência dos autores trabalhados. Este interesse básico pode ser subsumido sob o conceito da dialética e concretiza-se nas questões sobre relacionalidade, reflexividade, razão, subjetividade e intersubjetividade. Este perfil cabe de maneira quase perfeita ao departamento de filosofia da UFC. Embora o departamento cubra suas duas áreas de concentração, ?Conhecimento e Linguagem? e ?Ética e Filosofia Política?, de maneira compreensiva e diversificada, as três áreas históricas mais trabalhadas são a Filosofia grega antiga, a Filosofia moderna alemã e a Filosofia analítica. São três colegas que se dedicam, com precedência, à primeira, e sete professores que trabalham na área do Idealismo Alemão ou áreas afins (seis colegas do departamento fizeram seu doutorado na Alemanha). O departamento tenciona firmar um PROCAD sobre ?Sujeito e liberdade na filosofia moderna alemã? com a PUC-RS, do qual o requerente será o coordenador pela equipe da UFC. Outros colegas do departamento submeteram à CAPES um projeto PROCAD sobre Filosofia antiga. (Já existe, em nosso departamento, um PROCAD sobre ?Negação?, com enfoque na Filosofia Analítica.) Ambos os projetos, atualmente, estão aguardando decisão. No caso da sua aprovação, o Prof. Iber, por suas especializações temáticas, contribuirá substancialmente tanto à formação das respectivas equipes da UFC como à colaboração com as outras universidades participantes dos projetos..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) .
Integrantes: Konrad Christoph Utz - Coordenador / Christian Iber - Integrante.Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
Número de produções C, T & A: 3


Membro de corpo editorial


2014 - Atual
Periódico: Griot
2010 - Atual
Periódico: Veritas (Porto Alegre. Impresso)
2007 - Atual
Periódico: Revista Eletrônica de Estudos Hegelianos


Revisor de periódico


2009 - Atual
Periódico: Kinesis (Santa Maria)
2009 - Atual
Periódico: Revista Eletrônica de Estudos Hegelianos
2010 - Atual
Periódico: Revista Opinião Filosófica
2009 - Atual
Periódico: Argumentos: Revista de Filosofia (UFC)
2014 - Atual
Periódico: SÍNTESE - REVISTA DE FILOSOFIA
2013 - 2014
Periódico: Cadernos de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências Humanas (UFSC)
2014 - 2014
Periódico: Ideias (UNICAMP)
2012 - 2012
Periódico: Barbarói (UNISC. Impresso)
2014 - Atual
Periódico: Griot
2014 - Atual
Periódico: Ideias (UNICAMP)
2014 - Atual
Periódico: SÍNTESE - REVISTA DE FILOSOFIA
2009 - 2010
Periódico: Philósophos (UFG) (Cessou em 2000. Cont. ISSN 1982-2928 Revista Philósophos
2013 - 2013
Periódico: Intuitio (Porto Alegre)
2012 - Atual
Periódico: SÍNTESE - REVISTA DE FILOSOFIA
2013 - 2013
Periódico: Imagens da Educação


Revisor de projeto de fomento


2013 - 2013
Agência de fomento: Deutscher Akademischer Austauschdienst


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Teórica/Especialidade: Idealismo Alemão.
2.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Teórica/Especialidade: Descartes e Racionalismo Europeo.
3.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Teórica/Especialidade: Filosofia Antiga.
4.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia Prática/Especialidade: Filosofia da Amizade.
5.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Filosofia da Consciência.


Idiomas


Alemão
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Latim
Compreende RazoavelmenteLê Bem.
Grego
Lê Razoavelmente.


Prêmios e títulos


2006
Kinderbuch-Couch-Star, Kinderbuch-Couch.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
UTZ, KONRAD CHRISTOPH2018UTZ, KONRAD CHRISTOPH. Logical Space and Logical Time Variations on Hegel?s -Being-Nothing-Becoming-. Veritas (Porto Alegre), v. 63, p. 262-291, 2018.

2.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2016 UTZ, Konrad Christoph. Quid mihi? Zur Methode der Grundlegung der Ethik bei Kant. Deutsche Zeitschrift fur Philosophie (Print), v. 64, p. 213-227, 2016.

3.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2016UTZ, Konrad Christoph. Conversion of Consciousness as Principle of Morality. Revista Veritas, v. 61, p. 578-602, 2016.

4.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2015UTZ, Konrad Christoph. Praktische Vernunft in der ?Grundlegung zur Metaphysik der Sitten?. Zeitschrift fur Philosophische Forschung, v. 69, p. 474-501, 2015.

5.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2015UTZ, Konrad Christoph. O -progresso na consciência da liberdade-: Um aspecto ético da filosofia da história de Hegel. Ethic@ (UFSC), v. 14, p. 82-103, 2015.

6.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2012UTZ, Konrad Christoph. O projeto da "Ciência da Lógica". Revista Eletrônica de Estudos Hegelianos, v. 15, p. 43-57, 2012.

7.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2012UTZ, Konrad Christoph. Estado e amizade. Ethic@ (UFSC), v. 11, p. 87-103, 2012.

8.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2010UTZ, Konrad Christoph. A subjetividade na ?Ciência da Lógica?. Veritas (Porto Alegre), v. 33, p. 116-129, 2010.

9.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2009UTZ, Konrad Christoph. A Benevolência na definição aristotélica da amizade. Hypnos (São Paulo), v. 22, p. 35-60, 2009.

10.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2009UTZ, Konrad Christoph. Força e Entendimento: Um argumento contra o fisicismo. Revista Eletrônica de Estudos Hegelianos, v. 9, p. 49-58, 2009.

11.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2009UTZ, Konrad Christoph. O existencial da liberdade: Hegel e as précondições da democracia. Ethic@ (UFSC), v. 8, p. 169-186, 2009.

12.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2008UTZ, Konrad Christoph. Filosofia da Amizade: uma proposta. Ethic@ (UFSC), v. 7, p. 151-164, 2008.

13.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2006UTZ, Konrad Christoph. Resenha: Iris Harnischmacher, Der metaphysische Gehalt der Hegelschen Logik, Stuttgart-Bad Cannstatt 2001. Hegel-Studien, Hamburg, v. 39/40, p. 201-205, 2006.

14.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2006UTZ, Konrad Christoph. Método absoluto?. Philosophia, Mendoza, v. 61, p. 135-162, 2006.

15.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2005UTZ, Konrad Christoph. O método dialético de Hegel. Veritas (Porto Alegre), Porto Alegre, v. 51, n.1, p. 165-185, 2005.

16.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2004UTZ, Konrad Christoph. Liberdade em Hegel. Veritas (Porto Alegre), Porto Alegre, v. 50, n.2, p. 257-283, 2004.

17.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2003UTZ, Konrad Christoph. Freundschaft und Wohlwollen bei Aristoteles (Amizade e benevolência em Aristóteles). Zeitschrift fur Philosophische Forschung, Frankfurt a.M., v. 57, n.4, p. 543-570, 2003.

18.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH2003UTZ, Konrad Christoph. Resenha: Mark Sacks: Objectivity and Insight, Oxford 2000. Philosophische Rundschau, Tübingen, v. 50, p. 327-333, 2003.

19.
UTZ, Konrad Christoph;UTZ, KONRAD CHRISTOPH1999UTZ, Konrad Christoph. Resenha: Michael N. Forster: Hegel's Idea of a Phenomenology of Spirit, Chicago 1998. Zeitschrift fur Philosophische Forschung, Frankfurt a.M., v. 53, p. 615-619, 1999.

Livros publicados/organizados ou edições
1.
UTZ, Konrad Christoph. Bewusstsein. Eine philosophische Theorie. 1. ed. Paderborn: Schöningh, 2015. v. 1. 384p .

2.
UTZ, Konrad Christoph. Freundschaft. Eine philosophische Theorie. 1. ed. Paderborn: Schöningh, 2012. v. 1. 346p .

3.
UTZ, Konrad Christoph; BAVARESCO, A. (Org.) ; KONZEN, P. R. (Org.) . Sujeito e liberdade. Investigações a partir do Idealismo alemão. 1. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2012. v. 1. 237p .

4.
UTZ, Konrad Christoph; BAVARESCO, A. (Org.) ; KONZEN, P. R. (Org.) . Sujeito e liberdade na filosofia modern alemã. 1. ed. Porto Alegre: Evangraf, 2012. v. 1. 452p .

5.
UTZ, Konrad Christoph; SOARES, M. C. (Org.) . A noiva do espírito: natureza em Hegel. 1. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. v. 1. 593p .

6.
CHAGAS, Eduardo Ferreira (Org.) ; UTZ, Konrad Christoph (Org.) ; OLIVEIRA, J. W. J. (Org.) . Comemoração aos 200 anos da "Fenomenologia do Espírito" de Hegel. 1. ed. Fortaleza: UFC Edições, 2007. v. 1. 441p .

7.
UTZ, Konrad Christoph. Philosophie des Zufalls. Ein Entwurf. 1. ed. Paderborn: Schöning, 2005. v. 1. 202p .

8.
UTZ, Konrad Christoph; OBERAUER, Alexander (Org.) ; KOCH, Anton Friedrich (Org.) . Der Begriff als die Wahrheit. Zum Anspruch der Hegelschen ?Subjektiven Logik?. 1. ed. Schöningh: Paderborn, 2003. v. 1. 237p .

9.
UTZ, Konrad Christoph. Die Notwendigkeit des Zufalls. Hegels spekulative Dialektik in der ?Wissenschaft der Logik?. Paderborn: Schöningh, 2001. v. 1. 327p .

Capítulos de livros publicados
1.
UTZ, Konrad Christoph. Filosofia enciclopédica e o ciclo do auto-conhecimento: Para uma apreciação crítica da concepção de sistema de Hegel. In: Hardy Neumann, Ósacar Cubo, Agemir Bavaresco. (Org.). Hegel y el proyecto de u n a Enciclopedia Filosófica: Comunicaciones del II Congres o Germano - Latinoamericano sobre la Filosofía de Hegel. 1ed.Porto Alegre: Editora Fi, 2017, v. 1, p. 453-472.

2.
UTZ, Konrad Christoph. Beyond Modernity: The Lasting Challenge of German Idealism. In: S.J. McGrath; Joseph Carew. (Org.). Rethinking German Idealism (Repensando o idealismo alemão). 1ed.London: Palgrave, 2016, v. 1, p. 293-317.

3.
UTZ, Konrad Christoph. Força e entendimento. Fenômeno e mundo suprassensível. In: Leonardo Alves Vieira; Manuel Moreira da Silva. (Org.). Interpretações da Fenomenologia do Espírito de Hegel. 1ed.São Paulo: Edições Loyola, 2014, v. 1, p. 87-112.

4.
UTZ, Konrad Christoph. Sankara, Hegel and the Realization of Truth. In: Kuruvilla Pandikattu., Binoy Pichalakkattur. (Org.). An Indian Ending: Rediscovering the Grandeur of Indian Heritage for a Sustainable Future. 1ed.Delhi (India): Serials Publications, 2013, v. 1, p. 211-225.

5.
UTZ, Konrad Christoph. Liberdade teórica e liberdade prática em Hegel. In: Agemir, Bavaresco, Evandro Pontel, Francisco Jozivan Guedes de Lima. (Org.). Projetos de filosofia III. 1ed.Porto Alegre: EDIPUCRS, 2013, v. 1, p. 89-110.

6.
UTZ, Konrad Christoph. A liberdade em Kant. In: Konrad UTZ, Agemir BAVARESCO, Paulo KONZEN. (Org.). Sujeito e liberdade: Investigações a partir do Idealismo alemão. 1ed.Porto Alegre: EDIPUCRS, 2012, v. 1, p. 44-58.

7.
UTZ, Konrad Christoph. O que é ?ciência?? ? A resposta da Fenomenologia do Espírito. In: Konrad Utz; Marly C. Soares. (Org.). A noiva do espírito: natureza em Hegel. 1ed.Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010, v. 1, p. 75-82.

8.
UTZ, Konrad Christoph. A qestão do método na "Fenomenologia do Espírito". In: E.F. Chagas, K. Utz, J.W.J de Oliveira. (Org.). Comemoração aos 200 anos da. 1ed.Fortaleza: UFC Edições, 2007, v. 1, p. 83-104.

9.
UTZ, Konrad Christoph. Artigo: Entwicklung (Desenvolvimento). In: Paul Cobben; Paul Cruysberghs; Peter Jonkers; Lu De Vos. (Org.). Hegel-Lexikon (Dicionário Hegel). Darmstadt: WBG, 2006, v. , p. 197-198.

10.
UTZ, Konrad Christoph. Artigo: Negation (Negação). In: Paul Cobben; Paul Cruysberghs; Peter Jonkers; Lu De Vos. (Org.). Hegel-Lexikon (Dicionário Hegel). Darmstadt: WBG, 2006, v. , p. 335-339.

11.
UTZ, Konrad Christoph. Artigo: Qualität (Qualidade). In: Paul Cobben; Paul Cruysberghs; Peter Jonkers; Lu De Vos. (Org.). Hegel-Lexikon. Darmstadt: WBG, 2006, v. , p. 369-372.

12.
UTZ, Konrad Christoph. Alles Vernünftige ist ein Schluß. Zur Bedeutung von Hegels Schlußlehre für das spekulative Denken (Todo racional é uma inferência. À importância da doutrina da inferência de Hegel para o pensamento especulativo). In: Andreas Arndt, Christian Iber, Günther Kruck. (Org.). Hegels Lehre vom Begriff, Urteil und Schluss. 1ed.Berlim: Akademie-Verlag, 2006, v. 1, p. 181-204.

13.
UTZ, Konrad Christoph. Selbstbezüglichkeit und Selbstunterscheidung des Bewußtseins in der Einleitung der ?Phänomenologie des Geistes? (Auto-relação e auto-diferenciação da consciência na Introdução da ?Fenomenologia do Espírito?). In: Jindrich Karásek, Jan Kune?, Ivan Landa. (Org.). Hegels Einleitung in die ?Phänomenologie des Geistes? (A ?Introdução? da ?Fenomenologia do Espírito? de Hegel). 1ed.Würzburg: Königshausen & Neumann, 2006, v. 1, p. 155-180.

14.
UTZ, Konrad Christoph. Absolute Methode? (Método absoluto?). In: Anton Friedrich Koch, Alexander Oberauer, Konrad Utz. (Org.). Der Begriff als die Wahrheit. Zum Anspruch der Hegelschen. 1ed.Paderborn: Schöningh, 2003, v. 1, p. 189-207.

Textos em jornais de notícias/revistas
1.
UTZ, Konrad Christoph. Lógica, o estado puro da realidade: Konrad Christoph Utz analisa o pensamento de Hegel em perspectiva com o desenvolvimento que ele propôs de sua própria lógica. IHU Revista do Instituto Humanitas UNISINOS, Sao Leopoldo, p. 78 - 82, 04 abr. 2016.

2.
UTZ, Konrad Christoph. Ser liberdade - O sujeito livre na filosofia hegeliana (entrevista). IHU - Revista do Instituto Humanitas Unisinos, São Leopoldo, p. 30 - 34, 21 out. 2013.

3.
UTZ, Konrad Christoph. Philosophieren unter Palmen (Filosofar sob coqueiros). Haller Tagblatt, Schwäbisch Hall, p. 9 - 9, 11 ago. 2008.

4.
UTZ, Konrad Christoph; Silva de Almeida, José Carlos ; TV-União, Moderador . Debate sobre: Aristóteles, na TV-União, Fortaleza. Programa "Da Hora" (90 min.), Fortaleza, 17 jul. 2008.

5.
UTZ, Konrad Christoph. Die neue Zeit oder Neues Mittelalter (Nova Era ou Nova Idade Média). Orientierung, Zürich, p. 139 - 143, 30 jun. 2008.

6.
UTZ, Konrad Christoph; TV-União, Moderador . Debate sobre: Immanuel Kant, na TV-União, Fortaleza. TV-União, Programa de Televisão, Fortaleza, 21 jun. 2007.

7.
UTZ, Konrad Christoph; CHAGAS, Eduardo Ferreira ; OLIVEIRA, Renato Peluso de . Debate sobre o tema: Hegel e as pré-condições da democracia, na FGF-TV, Canal Universitário de Fortaleza. FGF-TV, Canal Universitário de Fortaleza, Fortaleza, 21 ago. 2006.

8.
UTZ, Konrad Christoph. Apresentação da tese Die Notwendigkeit des Zufalls e das idéias básicas do meu pensamento filosófico em: Livro aberto, UNITV, Porto Alegre (programa de televisão existente na PUC-RS). Livro aberto, UNITV, Porto Alegre (programa de televisão existente na PUC-RS), Porto Alegre, 01 mar. 2006.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
UTZ, Konrad Christoph. Ser, nada, devir: Espaço lógico e tempo lógico. In: VI Congresso Internacional da Sociedade Hegel Brasileira, 2011, Rio de Janeiro. Revista Eletrônica de Estudos Hegelianos. Rio de Janeiro: Revista Eletrônica Estudos Hegelianos, 2011. v. 1. p. 27-27.

2.
UTZ, Konrad Christoph. Um argumento contra o Fisicismo: Uma interpretação do capítulo "Força e entendimento? da "Fenomenologia do Espírito?. In: XIII Encontro Nacional de Filosofia. ANPOF, 2008, Canela. Livro de atas. XIII Encontro Nacional de Filosofia. ANPOF. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2008. v. 1. p. 398-399.

Artigos aceitos para publicação
1.
UTZ, Konrad Christoph. Kant e a questão do ?porquê ser moral?. ETHIC@ (UFSC), 2018.

Apresentações de Trabalho
1.
UTZ, Konrad Christoph. O sistema Hegeliano na sua expressão da Ideia Absoluta. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

2.
UTZ, Konrad Christoph. Kant e a questão ?por quê ser moral?. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

3.
UTZ, Konrad Christoph. Filosofia como Auto-conhecimento. Para uma apreciação crítica da concepção de sistema de Hegel. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

4.
UTZ, Konrad Christoph. O direito em Hegel. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

5.
UTZ, Konrad Christoph. A Vida Ética em Hegel. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

6.
UTZ, Konrad Christoph. Qual é o Fundamento da Moral?. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

7.
UTZ, Konrad Christoph. Filosofia enciclopédica e o cíclo do auto-conhecimento. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

8.
UTZ, Konrad Christoph. Como fundamentar a moral? A resposta de Kant. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

9.
UTZ, Konrad Christoph. Kant und die Frage 'warum moralisch sein?'. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

10.
UTZ, Konrad Christoph. Kant und die Frage 'warum moralisch sein?'. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

11.
UTZ, Konrad Christoph. Filosofia como Auto-conhecimento. Para uma apreciação crítica da concepção de sistema de Hegel. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

12.
UTZ, Konrad Christoph. A ética kantiana. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

13.
UTZ, Konrad Christoph. Objective and subjective self-knowledge. 2015. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

14.
UTZ, Konrad Christoph. Bewusstsein und Bezüglichkeit (Consciência e Referencialidade). 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

15.
UTZ, Konrad Christoph. Der Freiheitsbegriff im deutschen Idealismus und seine Limitationen. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

16.
UTZ, Konrad Christoph. O método da fundamentação da ética em Kant. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

17.
UTZ, Konrad Christoph. Lógica, Metafísica e Acaso. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

18.
UTZ, Konrad Christoph. Quid mihi? Zur Methode der Grundlegung der Ethik bei Kant. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

19.
UTZ, Konrad Christoph. Metaphysik und Zufall (metafísica e acaso). 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

20.
UTZ, Konrad Christoph. Desvendando Saberes: o Saber Filosófico. 2014. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

21.
UTZ, Konrad Christoph. Determinação e Negação. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

22.
UTZ, Konrad Christoph. Metafísica e Acaso. De Kant a Hegel. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

23.
UTZ, Konrad Christoph. História e liberdade. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

24.
UTZ, Konrad Christoph. A Filosofia do Direito de Hegel. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

25.
UTZ, Konrad Christoph. O Absoluto em Hegel. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

26.
UTZ, Konrad Christoph. Freiheit bei Hegel (Liberdade em Hegel). 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

27.
UTZ, Konrad Christoph. Kontingenz und Zufall (Contingência e acaso). 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

28.
UTZ, Konrad Christoph. Kontingenz und Zufall (Contingência e Acaso). 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

29.
UTZ, Konrad Christoph. Ética e Amizade. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

30.
UTZ, Konrad Christoph. A Liberdade em Kant. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

31.
UTZ, Konrad Christoph. Mihity: Thinking Consciousness from an Hegelian point of view. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

32.
UTZ, Konrad Christoph. Mini-Curso: A Ciência da Lógica. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

33.
UTZ, Konrad Christoph. Espaço Lógico e Tempo Lógico: Variações sobre o tema 'Ser-Nada-Devir' de Hegel. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

34.
UTZ, Konrad Christoph. Estado e Amizade. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

35.
UTZ, Konrad Christoph. Para a paz perpétua - Immanuel Kant. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

36.
UTZ, Konrad Christoph. Ser, nada, devir: Espaço lógico e tempo lógico. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções bibliográficas
1.
UTZ, Konrad Christoph. Histórias do dragão e do urso, em tradução chinesa. Peking: Dipper, 2014 (Histórias filosóficas para crianças (livro)).

2.
UTZ, Konrad Christoph. Introdução: Natureza em Hegel (p. 10-16). Porto Alegre, 2010. (Prefácio, Pósfacio/Introdução)>.

3.
UTZ, Konrad Christoph. Prefácio à 2a edição: O Método Dialético de Hegel. Fortalleza, 2009. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.

4.
UTZ, Konrad Christoph; NAPP, Desenhos de Daniel . Geschichten von Drache und Bär (Histórias do dragão e do urso). Düsseldorf: Sauerländer, 2006 (Histórias filosóficas para crianças (livro)).

5.
UTZ, Konrad Christoph; GERTZEN, Hubertus (narrador) . Geschichten von Drache und Bär (Histórias do dragão e do urso). Freiburg: Basisklang, 2006 (Histórias filosóficas para crianças (audio-CD)).


Produção técnica
Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
UTZ, Konrad Christoph; KOHN, B. . Die Philosophie des Zufalls: Ordnung und Ereignis, BR2. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

2.
UTZ, Konrad Christoph; ERDENBERGER, Ralph . Redezeit: Brasilianisch denken?, WDR5. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

3.
UTZ, Konrad Christoph; WIEBICKE, J. . Mit Konrad Utz: Verfügbar? - Das Bewusstsein, WDR5. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

Redes sociais, websites e blogs
1.
UTZ, Konrad Christoph; BAVARESCO, A. ; KONZEN, P. R. . Filosofia Alemã (PROCAD PUCRS-UFC). 2010; Tema: Sujeito e liberdade na filosofia moderna alemã. (Site).


Demais tipos de produção técnica

Produção artística/cultural
Outras produções artísticas/culturais
1.
UTZ, Konrad Christoph. Geschichten von Drache und Bär: Die Räuber. 2009.

2.
UTZ, Konrad Christoph. Geschichten von Drache und Bär: Die Zauberflöte. 2009.



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
UTZ, Konrad Christoph; AMORA, Kleber Carneiro; CORIOLANO, E. V.. Participação em banca de Pedro Pinheiro Camara. Sobre a possibilidade do conhecimento de si na "Dedução Transcendental" e nas "Reflexões sobre o Sentido Interno" de Leningrad. 2017. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

2.
UTZ, Konrad Christoph; OLIVEIRA, Manfredo Araújo de; GADANHA, A. D.. Participação em banca de John Karley de Souza Aquino. Racionalidade e efetividade do direito em Hegel: Normatividade e historicidade da liberdade. 2017. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

3.
BARROSO, C. A. C.; UTZ, Konrad Christoph; IMAGUIRE, G.. Participação em banca de Marcos Paulo Souza Caetano. Concepção e possibilidade: Reflexões sobre a epistemologia da modalidade. 2017. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

4.
AMORA, Kleber Carneiro; UTZ, Konrad Christoph; FRANCA, C. C.; DA COSTA, R.R.. Participação em banca de João de Jesus Barbosa. A crítica de Immanuel Kant à Psicologia Racional. 2017. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

5.
UTZ, Konrad Christoph; CHAGAS, Eduardo Ferreira; SOARES, M. C.. Participação em banca de Pedro Henrique Fontenele Teles. O estado como fundamento da história em Hegel. 2016. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

6.
AMORA, Kleber Carneiro; UTZ, Konrad Christoph; RODRIGUES JR., R. C.. Participação em banca de David Barroso Braga. A questão da afecção na Crítica da Razão Pura. 2016. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

7.
UTZ, Konrad Christoph; D.O. Perez; BARROS, F. R. M.; RODRIGUES JR., R. C.. Participação em banca de José Henrique Alexandre de Azevedo. Kant e o conceito de Filosofia Cosmopolita. 2014. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

8.
BARROS, F. R. M.; UTZ, Konrad Christoph; WERLE, M. A.. Participação em banca de Ana Carla de Abreu Siqueira. A arte como pôr-se-em-obra da verdade na filosofia de Martin Heidegger. 2014. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

9.
UTZ, Konrad Christoph; AMORA, Kleber Carneiro; RODRIGUES JR., R. C.. Participação em banca de Hálwaro Carvalho Freire. Síntese e Esquema: a Faculdade de Imaginação na Crítica da Razão Pura. 2013. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

10.
UTZ, Konrad Christoph; SOARES, M. C.; COSTESKI, Evanildo. Participação em banca de Francisco Jozivan Guedes de Lima. O projeto kantiano da paz perpétua: pressupostos morais, jurídicos e políticos. 2012. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

11.
CHAGAS, Eduardo Ferreira; UTZ, Konrad Christoph; SOARES, M. C.; BARROS, F. R. M.. Participação em banca de Regiany Gomes Melo. Homem e sensibilidade em Ludwig Feuerbach: Crítica à teologia cristã e à filosofia especulativa. 2012. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

12.
UTZ, Konrad Christoph; SOARES, M. C.; AMORA, Kleber Carneiro; BARROS, F. R. M.. Participação em banca de Maria Ivonilda da Silva Martins. As experiências do espírito que se diferencia de seu objeto: Uma leitura sistemática das formas de consciência e autoconsciência na ?Fenomenologia do Espírito? de Hegel. 2012. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

13.
SOARES, M. C.; UTZ, Konrad Christoph; AMORA, Kleber Carneiro. Participação em banca de Helder Nogueira Andrade. O sentido da História em Hegel: A vida ética de um povo. 2010. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Estadual do Ceará.

14.
CHAGAS, Eduardo Ferreira; FRAGOSO, E. A. R.; UTZ, Konrad Christoph. Participação em banca de André Luís Bomfim Sousa. A relação homem-natureza: um paralelo entre Espinosa e Feuerbach. 2009. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

15.
UTZ, Konrad Christoph; SOARES, M. C.; ALMEIDA, Custódio Luís Silva de. Participação em banca de Victor Ximenes Marques. A vida e a forma do si em Hegel - autopoiese e alças estranhas: infinito, mecanismo e organismo. 2009. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

16.
CHAGAS, Eduardo Ferreira; UTZ, Konrad Christoph; AMORA, Kleber Carneiro; SOARES, M. C.. Participação em banca de Marcos Fábio Alexandre Nicolau. O Ser como começo da Ciência: A "Ciência da Lógica " de Hegel. 2008. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

17.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de; ter REEGEN, J. G. J.; UTZ, Konrad Christoph. Participação em banca de Francisco Carlos Semião do Nascimento. Ontologia e Ética da Responsabilidade. 2008. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

18.
AMORA, Kleber Carneiro; OLIVEIRA, Manfredo Araújo de; UTZ, Konrad Christoph. Participação em banca de Maria Célia dos Santos. O Pensamento Teleológico de Immanuel Kant. 2008. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

19.
SOARES, M. C.; CHAGAS, Eduardo Ferreira; UTZ, Konrad Christoph. Participação em banca de Aloizo Gonzaga de Lima. Liberdade como pressuposto da compreensão da politicidade em Hegel. 2008. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Estadual do Ceará.

20.
MORAES, A.O.; TORRES, J.V.; UTZ, Konrad Christoph. Participação em banca de Paula Melo Rêgo Barros. O absolutamente outro - uma abordagem da relação de alteridade no ?mundo ético? da Fenomenologie do Espírito de G.W.F. Hegel. 2008. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Pernambuco.

21.
UTZ, Konrad Christoph; CHAGAS, Eduardo Ferreira; COSTESKI, Evanildo. Participação em banca de Francisco Lisboa Magalhães. A Unidade entre Sujeito e Objeto na Pequena Lógica de Hegel. 2007. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

22.
CHAGAS, Eduardo Ferreira; SOARES, M. C.; UTZ, Konrad Christoph; COSTESKI, Evanildo. Participação em banca de Maira Luiza Pinheiro Coutinho. O Direito como Realização da Idéia da Liberdade em Hegel. 2007. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

23.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de; SOARES, M. C.; UTZ, Konrad Christoph. Participação em banca de Francisco José da Silva. Positividade e Cristianismo no jovem Hegel. 2007. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

24.
AGUIAR, Odílio Alves; UTZ, Konrad Christoph. Participação em banca de Lucas Rocha Faustino. Massificação e Amizade Política: Pensando a Resistência à Banalização do Humano em Hannah Arendt. 2007. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

Teses de doutorado
1.
UTZ, Konrad Christoph; AMORA, Kleber Carneiro; BRILHANTE, A. A.; MIRANDA, W. S.; CARVALHO, Z. J. V.. Participação em banca de Tedson Mayckell Braga Teixeira. O construtivismo kantiano segundo a interpretação de John Rawls. 2017. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

2.
UTZ, Konrad Christoph; OLIVEIRA, Manfredo Araújo de; RODRIGUES JR., R. C.; AMARAL, I. V.; BARBOSA, A. M.. Participação em banca de Ericsson Venâncio Coriolano. A Representação do Incondicionado na Crítica da Razão Pura. 2016. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
AGUIAR, Odílio Alves; UTZ, Konrad Christoph; BARROSO, C. A. C.. Participação em banca de Pedro Bernardino Nascimento Filho.Phronesis, Ação Ética e Contingência em Aristóteles. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

2.
UTZ, Konrad Christoph; COSTESKI, Evanildo; AMORA, Kleber Carneiro. Participação em banca de Jéssica de Farias Mesquita.O conceito de posse na passagem do Estado de Natureza para a Sociedade Civil em Kant. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

3.
UTZ, Konrad Christoph; AGUIAR, Odílio Alves; COSTESKI, Evanildo. Participação em banca de Flávio Henrique Fernandes de Paula.O Conceito e a Amizade em Aristóteles. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

4.
UTZ, Konrad Christoph; MONTENEGRO, Maria Aparecida de Paiva; AMORA, Kleber Carneiro. Participação em banca de Alinny Barros do Nascimento.A liberdade e as possibilidades de sua realização. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.

5.
AMORA, Kleber Carneiro; UTZ, Konrad Christoph. Participação em banca de André Luís Bonfim Sousa.O paradoxo da liberdade na "Ética" de Baruch de Espinoza. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1.
Silva de Almeida, José Carlos; UTZ, Konrad Christoph; PRATA, Tárik de Athayde. Professor Substituto, História da Filosofia. 2008. Universidade Federal do Ceará.

2.
UTZ, Konrad Christoph; AMORA, Kleber Carneiro; ALMEIDA, Custódio Luís Silva de. Professor Substituto, Filosofia Teórica. 2006. Universidade Federal do Ceará.

Outras participações
1.
UTZ, Konrad Christoph; PINHEIRO, Celso de Moraes; ALMEIDA, Custódio Luís Silva de. Emitente de parecer sobre o Projeto de Pesquisa do Prof. Dr. Kleber Carneiro Amora intitulado: Filosofia da Natureza em Schelling: a busca pela realização efetiva da Doutrina-da-Ciência, de Fichte. 2006. Universidade Federal do Ceará.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
I Congresso Internacional Rousseau x Kant UFMA. Kant e a questão ?por quê ser moral?. 2018. (Congresso).

2.
III Congresso Hegel em Diálogo. Filosofia como Auto-conhecimento. Para uma apreciação crítica da concepção de sistema de Hegel. 2018. (Congresso).

3.
VIII Colóquio Nacional de Hegel.O sistema Hegeliano na sua expressão da Ideia Absoluta. 2018. (Simpósio).

4.
I Colóquio Nacional de Estudos Kantianos.Como fundamentar a moral? A resposta de Kant. 2017. (Simpósio).

5.
II Congreso Germano Latinoamericano sobre la Filosofia de Hegel. Filosofia enciclopédica e o cíclo do auto-conhecimento. 2017. (Congresso).

6.
IX Congresso Internacional da Sociedade Hegel Brasileira: Enciclopédia das Ciências Filosóficas - 200 anos. Filosofia enciclopédica e o cíclo do auto-conhecimento: Para uma apreciação crítica da concepção de sistema de Hegel. 2017. (Congresso).

7.
Palestras: Pensamento, Cognição e Linguagem.Qual é o Fundamento da Moral?. 2017. (Outra).

8.
VII Ciclo de Palestras Públicas: Ética e Direitos Humanos.O direito em Hegel. 2017. (Outra).

9.
IV Jornada Interdisciplinar de Filosofia.A ética kantiana. 2016. (Simpósio).

10.
Primeira Conferência online da FILORED.Kant und die Frage. 2016. (Outra).

11.
Systematische und historische Aspekte der Moralphilosophie Kants.Kant und die Frage "warum moralisch sein?". 2016. (Simpósio).

12.
VII Colóquio Nacional de Hegel.A Vida Ética em Hegel. 2016. (Simpósio).

13.
XVII Encontro Nacional ANPOF. Filosofia como Auto-conhecimento. Para uma apreciação crítica da concepção de sistema de Hegel. 2016. (Congresso).

14.
Book Symposion: Quassim Cassam's.Objective and subjective self-knowledge. 2015. (Simpósio).

15.
IV Congresso Internacional de Filosofia Moral e Política, ?Normatividade e Raci-onalidade Prática?. O método da fundamentação da ética em Kant. 2015. (Congresso).

16.
Palestra Pública.Bewusstsein und Bezüglichkeit (Consciência e Referencialidade). 2015. (Encontro).

17.
Palestra Pública.Quid mihi? Zur Methode der Grundlegung der Ethik bei Kant. 2015. (Outra).

18.
Simposio Internacional FILORED, ?El concepto de ?Espírito? en la filosofia del Idealismo Aleman?.Der Freiheitsbegriff im deutschen Idealismus und seine Limitationen. 2015. (Simpósio).

19.
VIII Congresso Internacional da Sociedade Hegel Brasileira, ?Lógica e Metafísica em Hegel?. Lógica, Metafísica e acaso. 2015. (Congresso).

20.
Filored-Workshop. 2014. (Oficina).

21.
I Congreso Germano-Latinoamericano sobre la Filosofía de Hegel. Metaphysik und Zufall (Metafísica e acaso). 2014. (Congresso).

22.
Palestras sobre Filosofia Analítica.Determinação e Negação. 2014. (Outra).

23.
Seminário Desvendando Saberes.Desvendando Saberes (contribuição: o Saber Filosófico). 2014. (Seminário).

24.
XVI Encontro Nacional da ANPOF.Metafísica e acaso. De Kant a Hegel. 2014. (Encontro).

25.
I Simpósio Cearense de Filosofia do Direito.A Filosofia do Direito de Hegel. 2013. (Simpósio).

26.
Palestra: Freiheit bei Hegel (Liberdade em Hegel).Freiheit bei Hegel (Liberdade em Hegel). 2013. (Outra).

27.
Palestras públicas: O divino na filosofia (PPG em Filosofia da UFC).O absoluto em Hegel. 2013. (Outra).

28.
VII Congresso Internacional da SHB: A Filosofia da História de Hegel. História e liberdade. 2013. (Congresso).

29.
Vortragsreihe des Philosophischen Seminars.Kontingenz und Zufall (Contingência e acaso). 2013. (Outra).

30.
Ecole d?été franco-allemande / Deutsch-französische Sommerschule.Kontingenz und Zufall. 2012. (Simpósio).

31.
IX Semana Acadêmica do PPG em Filosofia da PUCRS.Ética e Amizade. 2012. (Outra).

32.
Intencionalidade e consciência.Mihity: Thinking Consciousness from an Hegelian point of view. 2011. (Simpósio).

33.
IV Colóquio de estudos hegelianos: A Lógica e a Filosofia do Direito.Mini-Curso: A Ciência da Lógica. 2011. (Oficina).

34.
IV Colóquio de estudos hegelianos: A Lógica e a Filosofia do Direito.Espaço Lógico e Tempo Lógico: Variações sobre o tema 'Ser-Nada-Devir' de Hegel. 2011. (Encontro).

35.
Palestras Públicas: Grande obras filosóficas, 2a Edição.Para a paz perpétua - Immanuel Kant. 2011. (Outra).

36.
Simpósio PROCAD PUCRS-UFC: Sujeito e liberdade na filosofia moderna alemã.A Liberdade em Kant. 2011. (Simpósio).

37.
VI Congresso Internacional da SHB. Ser, nada, devir: Espaço lógico e tempo lógico. 2011. (Congresso).

38.
VIII Semana Acadêmica do PPG dem Filosofia da PUCRS.Estado e Amizade. 2011. (Encontro).

39.
Encontro PROCAD na PUCRS.Liberdade teórica e liberdade prática em Hegel. 2010. (Encontro).

40.
III Colóquio de Estudos Hegelianos.Liberdade teórica e liberdade prática em Hegel. 2010. (Encontro).

41.
Palestra Pública: Liebe als Konversion des Bewusstseins.Liebe als Konversion des Bewusstseins. 2010. (Outra).

42.
Palestra Pública: Liebe als Konversion des Bewusstseins.Liebe als Konversion des Bewusstseins. 2010. (Outra).

43.
Palestra Pública: Liebe als Konversion des Bewusstseins.Liebe als Konversion des Bewusstseins. 2010. (Outra).

44.
Palestras Públicas: Grandes Obras Filosóficas.A "Fundamentação da Metafísica dos Costumes" de I. Kant. 2010. (Outra).

45.
Seminário Internacional de Filosofia del Idealismo.La libertad en Kant. 2010. (Seminário).

46.
VII Simposio Internacional.La subjetividad en la ?Ciencia de la Lógica?. 2010. (Simpósio).

47.
Encontro PROCAD PUCRS-UFC: Palestra Pública.O Existencial da Liberdade: Hegel e as pré-condições da Democracia. 2009. (Encontro).

48.
I Encontro de Pesquisa dem Filosofia da Universidade Federal do Ceará.Idealismo Alemão. 2009. (Encontro).

49.
Thought Experiments and the Apriori.The Fortaleza Experiment (O experimento de Fortaleza). 2009. (Simpósio).

50.
V Congresso Internacional da Sociedade Hegel Brasileira.Anton Friedrich Koch (Heidelberg): Raum und Zeit bei Kant und Hegel (Espaço e tempo em Kant e Hegel). 2009. (Seminário).

51.
V Congresso Internacional da Sociedade Hegel Brasileira "A Noiva do Espírito: Natureza em Hegel". Natureza em Hegel ? uma síntese crítica. 2009. (Congresso).

52.
II Colóquio de Estudos Hegelianos: Natureza e Espírito.A subjetividade na ?Ciência da Lógica?. 2008. (Simpósio).

53.
Mesa Redonda: "Maisquememória" - debate com o autor."Maisquememória" - Debate sobre o livro recem-lançado de Marcelo Backes. 2008. (Outra).

54.
Palestra Pública, vinculada ao projeto PROCAD "Sujeito e Liberade na Filosofia Moderna Alemã".Sujeito e liberdade na "Ciência da Lóciga" de Hegel. 2008. (Outra).

55.
XIII Encontro Nacional de Pós-Graduação em Filosofia. Um argumento contra o fisicismo: Uma interpretação do capítulo "Força e Entendimento" da "Fenomenologia do Espírito". 2008. (Congresso).

56.
XI Semana de Filosofia da Universidade Federal do Piauí.Hegel e as pré-condições da democracia. 2008. (Simpósio).

57.
XV simpósio interdisciplinar de estudos greco-romanos: "Da Amizade".A benevolência na definição aristotélica da amizade. 2008. (Simpósio).

58.
Alteridade e Tolerância na Filosofia.Alteridade e Negação. 2007. (Seminário).

59.
I Colóquio de Estudos Hegelianos (GT-Hegel no Ceará, UECE).A Lógica Hegeliana. 2007. (Encontro).

60.
II Encontro de Pós-Graduação em Filosofia: Epistemologia, Linguagem e Política (UFC).Filosofia da Amizade. 2007. (Encontro).

61.
IV Congresso Internacional da Sociedade Hegel Brasileira, em Comemoração ao Bicentenário da Fenomenologia do Espírito. O que é "ciência"? A resposta da "Fenomenologia do Espírito". 2007. (Congresso).

62.
Palestras Públicas: O Estado em Dabate.A Amizade como Origem do Estado. 2007. (Outra).

63.
XIV Semana de Filosofia da UFG e IX Semana de Intergração Graduação e Pós-Gradução.A questão do método na "Fenomenologia do Espírito". 2007. (Outra).

64.
Comemoração aos 200 anos da "Fenomenologia do Espírito" de Hegel. A qestão do método na "Fenomenologia do Espírito". 2006. (Congresso).

65.
Palestras Públicas: Pensando a Democracia.Hegel e as pré-condições da democratia. 2006. (Outra).

66.
Simpósio Internacional Atualidade de Brecht na Alemanha e no Brasil: um panorama crítico.Mesa-redonda sobre o tema: Revisão crítica da teoria brechtiana. 2006. (Simpósio).

67.
XII Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF. XII Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF. 2006. (Congresso).

68.
Cultural and Minority Rights. 2005. (Simpósio).

69.
International Conference on Mental Causation, Externalism, and Self-Knowledge (Conferência Internacional sobre causação mental, externalismo e auto-conhecimento). 2005. (Congresso).

70.
Internationaler Hegelkongreß 2005: Von der Logik zur Sprache (Congresso Internacional Hegel 2005: Da Lógica para a Linguagem). 2005. (Congresso).

71.
Hegels Einleitung in die Phänomenologie des Geistes.Selbstbezüglichkeit und Selbstunterscheidung des Bewußtseins in der Einleitung der "Phänomenologie des Geistes". 2004. (Simpósio).

72.
Congresso Internacional da Sociedade Hegel Brasileira. Subjetividade na ?Ciência da lógica?. 2003. (Congresso).

73.
Hegels Wissenschaft der Logik - Die Lehre vom Begriff, Urteil und Schluß.Alles Vernünftige ist ein Schluß. Zur Bedeutung von Hegels Schlußlehre für das spekulative Denken (Todo racional é uma inferência. À importância da doutrina da inferência de Hegel para o pensamento especulativo). 2003. (Simpósio).

74.
Liberdade e igualdade: Sobre a crítica do libertismo e do igualitarismo.Debatedor da conferência: Liberdade e igualdade: Sobre a crítica do libertismo e do igualitarismo, proferida pelo Prof. Dr. Wolfgang Kersting (Kiel, Alemanha). 2002. (Outra).

75.
Religião e Globalização.Mesa rodonda Religião e Globalização. 2002. (Outra).

76.
X Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF. 2002. (Congresso).

77.
Der Begriff als die Wahrheit. Zum Anspruch der Hegelschen ?Subjektiven Logik'(O conceito como Verdade. À pretensão da Logica Subjetiva de Hegel).Absolute Methode? (Método absoluto?). 2001. (Simpósio).

78.
100 years after Max Mueller: Philosophy in the Dialogue of Civilizations. Shankara, Hegel and the Realization of Truth (Sánkara, Hegel e a realização da Verdade). 2000. (Congresso).

79.
Challenges to Traditional Epistemology (Desafias à Epistemologia tradicional). 1999. (Simpósio).

80.
Gott und sein Bild - Augustins De Trinitate im Spiegel gegenwärtiger Forschung (Deus e sua imagem - A. 1998. (Simpósio).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
HOFFMANN, T. S. ; UTZ, Konrad Christoph . Palestra Pública com o Prof. Dr. Thomas Sören Hoffmann: A virada copernicana de Kant no conceito da consciência moral. 2015. (Outro).

2.
BAVARESCO, A. ; KONZEN, P. R. ; UTZ, Konrad Christoph . 4° Encontro PROCAD PUCRS-UFC "Sujeito e liberdade na filosofia moderna alemã". 2011. (Outro).

3.
GABRIEL, M. ; UTZ, Konrad Christoph . Palestras públicas com o Prof. Markus Gabriel (Bonn) sobre "Sujeito, liberdade e questão da existência". 2011. (Outro).

4.
UTZ, Konrad Christoph. Simpósio PROCAD PUCRS-UFC: Sujeito e liberdade na filosofia moderna alemã. 2011. (Congresso).

5.
BAVARESCO, A. ; UTZ, Konrad Christoph ; KONZEN, P. R. . 3° Encontro do PROCAD "Sujeito e liberdade na filosofia alema" na PUCRS. 2010. (Outro).

6.
WOHLFART, G. ; UTZ, Konrad Christoph . Palestras Públicas com o Prof. Dr. Günter Wohlfart sobre Ética. 2010. (Outro).

7.
GRUNDMANN, Th. ; IMAGUIRE, G. ; UTZ, Konrad Christoph . Thought Experiments and the Apriori (Experimentos mentais e o apriori). 2009. (Congresso).

8.
UTZ, Konrad Christoph; SOARES, M. C. ; KOCH, Anton Friedrich . V Congresso Internacional da Sociedade Hegel Brasileira "A Noiva do Espírito: Natureza em Hegel". 2009. (Congresso).

9.
HAGEN, H. ; GABRIEL, M. ; UTZ, Konrad Christoph . Semana de Estudos e Palestras públicas com o Prof. Dr. Markus Gabriel e o Dt. Holger Hagen "Espírito, necessidade e liberdade no Idealismo Alemão". 2009. (Outro).

10.
SOARES, M. C. ; UTZ, Konrad Christoph . II Colóquio de Estudos Hegelianos: Natureza e Espírito. 2008. (Outro).

11.
KOCH, Anton Friedrich ; UTZ, Konrad Christoph . Palestras Públicas com o Prof. Dr. Anton Friedrich Koch sobre Sujeito, Consciência e Personalidade. 2007. (Outro).

12.
CHAGAS, Eduardo Ferreira ; UTZ, Konrad Christoph ; COSTESKI, Evanildo ; SOARES, M. C. ; OLIVEIRA, J. W. J. . Comemoração aos 200 anos da Obra "Fenomenologia do Espírito" de Hegel. 2006. (Congresso).

13.
MERLE, Jean-Christophe ; UTZ, Konrad Christoph . Palestras Públicas com o Prof. Dr. Jean-Christophe Merle sobre Ética e Política. 2006. (Outro).

14.
UTZ, Konrad Christoph; KOCH, Anton Friedrich ; OBERAUER, Alexander . Der Begriff als die Wahrheit. Zum Anspruch der Hegelschen ?Subjektiven Logik' (O conceito como Verdade. À pretensão da Logica Subjetiva de Hegel). 2001. (Congresso).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Dissertação de mestrado
1.
Francisco Nunes de Carvalho. Subjetividade transcendental na "Crítica da razão pura" de Kant. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará. (Orientador).

2.
Pedro Allan Portácio de Queiroz. Progresso e moral na obra "À paz perpétua" de Kant. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará. (Orientador).

3.
Erick Renan da Costa de Barros. O papel positivo do trabalho na sociedade civil hegeliana. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. (Orientador).

Tese de doutorado
1.
Gilberto do Nascimento Lima Brito. Os conceitos de tempo e espaço na Filosofia da Nautreza Kantiana. Início: 2018. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará. (Orientador).

2.
Jean Michel de Lima Silva. Hegel e os direitos humanos. Início: 2017. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, Fundação Cearense de Apoio à Pesquisa. (Orientador).

3.
Hálwaro Carvalho Freire. Objeto transcendental e substância à luz do pensamento por analogia na CRP. Início: 2015. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará. (Orientador).

4.
Lucas Faustino Rocha. Amizade em Aristóteles. Início: 2014. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará. (Orientador).

Iniciação científica
1.
Felipe Augusto Ferreira Feijão. Consciência em Hegel. Início: 2017. Iniciação científica (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará. (Orientador).

2.
Wisley Sousa Lima. Consciência em Hegel. Início: 2016. Iniciação científica (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, Universidade Federal do Ceará. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Dissertação de mestrado
1.
Pedro Henrique Fontenele. O estado como conceito fundamental da Filosofia da História de Hegel. 2016. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, . Orientador: Konrad Christoph Utz.

2.
Tiago de Paula Damasceno. Filosofia da Natureza em Hegel. 2016. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, . Orientador: Konrad Christoph Utz.

3.
John Karley de Souza Aquino. Comunidade e liberdade na filosofia social e política de Hegel. 2015. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, . Orientador: Konrad Christoph Utz.

4.
Pedro Pinheiro Câmara. A relação do conceito de apercepção transcendental com o sentido interno na produção do conhecimento de si. 2015. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, . Orientador: Konrad Christoph Utz.

5.
José Henrique Alexandre de Azevedo. Kant e o conceito de Filosofia Cosmopolita. 2014. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, . Orientador: Konrad Christoph Utz.

6.
Hálwaro Carvalho Freire. O esquematismo na. 2013. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, . Orientador: Konrad Christoph Utz.

7.
Francisco Jozivan Guedes de Lima. O projeto kantiano da paz perpétua: pressupostos morais, jurídicos e políticos. 2012. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, CAPES-REUNI. Orientador: Konrad Christoph Utz.

8.
Maria Ivonilda da Silva Martins. A alienação e a reconciliação do espírito: uma reflexão sobre a formação em Hegel. 2010. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, CAPES-REUNI. Orientador: Konrad Christoph Utz.

9.
Victor Ximenes Marques. A vida e a forma do si em Hegel - autopoiese e alças estranhas: infinito, mecanismo e organismo. 2007. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Konrad Christoph Utz.

Tese de doutorado
1.
Ericsson Venâncio Coriolano. O significado de incondicionado (das Unbedingte) como fio condutor da passagem da crítica do conhecimento para uma teoria da razão prática na Crítica da Razão Pura de Immanuel Kant. 2016. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, . Orientador: Konrad Christoph Utz.

2.
Tedson Mayckell Braga Teixeira. Construtivismo moral em Kant. 2012. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, . Orientador: Konrad Christoph Utz.

Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Jéssica de Farias Mesquita. O conceito de posse na passagem do Estado de Natureza para a Sociedade Civil em Kant. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará. Orientador: Konrad Christoph Utz.

Iniciação científica
1.
José Edvan Oliveira Filho. Consciência em Hegel. 2016. Iniciação Científica. (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará. Orientador: Konrad Christoph Utz.

2.
Bárbara Santiago de Souza. Liberdade em Hegel. 2011. Iniciação Científica. (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Konrad Christoph Utz.

3.
Daniel Benevides Soares. Lugar da Liberdade: o Estado hegeliano. 2010. Iniciação Científica. (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, BolsaUniversidade Federal do Ceará. Orientador: Konrad Christoph Utz.

4.
Pedro Henrique Gomes Muniz. Sujeito e Liberdade na Filosofia Moderna Alemã ? Filosofia do Direito de Hegel. 2010. Iniciação Científica. (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará. Orientador: Konrad Christoph Utz.

5.
Maria Ivonilda da Silva Martins. A fundamentação argumentativa da. 2008. Iniciação Científica. (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Konrad Christoph Utz.

6.
António Glauton Varela Rocha. A fundamentação argumentativa do Utilitarismo. 2008. Iniciação Científica. (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, BolsaUniversidade Federal do Ceará. Orientador: Konrad Christoph Utz.

7.
Arthur Eduardo Carvalho Rocha. O. 2008. Iniciação Científica. (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, Universidade Federal do Ceará. Orientador: Konrad Christoph Utz.

8.
Vicente Thiago Brazil. A Filosofia Prática de Kant. 2007. Iniciação Científica. (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, Fundação Cearense de Apoio à Pesquisa. Orientador: Konrad Christoph Utz.



Educação e Popularização de C & T



Textos em jornais de notícias/revistas
1.
UTZ, Konrad Christoph. Ser liberdade - O sujeito livre na filosofia hegeliana (entrevista). IHU - Revista do Instituto Humanitas Unisinos, São Leopoldo, p. 30 - 34, 21 out. 2013.


Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
UTZ, Konrad Christoph; ERDENBERGER, Ralph . Redezeit: Brasilianisch denken?, WDR5. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

2.
UTZ, Konrad Christoph; KOHN, B. . Die Philosophie des Zufalls: Ordnung und Ereignis, BR2. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).


Redes sociais, websites e blogs
1.
UTZ, Konrad Christoph; BAVARESCO, A. ; KONZEN, P. R. . Filosofia Alemã (PROCAD PUCRS-UFC). 2010; Tema: Sujeito e liberdade na filosofia moderna alemã. (Site).



Outras informações relevantes


Membro da Sociedade Hegel Brasileira http://www.hegelbrasil.org/
Membro do conselho da FILORED (rede de cooperação científica alemã-latinoamericana)
Membro do GIDFI (Grupo de investigación e discución filosófica internacional) http://gidfi.net/



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