Silvana Margarida Benevides Ferreira

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  • Última atualização do currículo em 28/09/2018


Possui Graduação em Curso de Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade Federal de Mato Grosso (Faculdade de Enfermagem (FAEN/UFMT), Mestrado em Saúde e Ambiente (Instituto de Saúde Coletiva/UFMT) , Doutorado em Ciências pela Escola de Enfermagem da USP (EEUSP) e Pos-Doutorado pela EEUSP. Atualmente é Docente da Universidade de Cuiabá e professora associada do PPG/FAEN/UFMT. Tem experiência na área de Saúde Coletiva, Epidemiologia e Revisão Sistemática. Atuando principalmente nos seguintes temas: Saúde da Criança e Adolescente, doenças infectocontagiosas (hanseníase/Tuberculose), doenças relacionadas ao Ambiente e Saúde. Contribui como revisor de periódicos. (Texto informado pelo autor)


Identificação


Nome
Silvana Margarida Benevides Ferreira
Nome em citações bibliográficas
FERREIRA, S. M. B.;FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES;Ferreira, Silvana Benevides

Endereço


Endereço Profissional
Universidade de Cuiabá, Pós-Graduação em Ambiente e Saúde.
Avenida Beira Rio Jardim Europa
Jardim Europa
78000000 - Cuiabá, MT - Brasil
Telefone: (65) 33631000


Formação acadêmica/titulação


2006 - 2009
Doutorado em Doutorado em Ciências.
Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.
Título: determinantes de casos de recidiva em hanseníase no Estado de Mato Grosso, Ano de obtenção: 2009.
Orientador: Mônica Antar Gamba.
Palavras-chave: hanseníase; enfermagem; epidemiologia; recidiva; estudo Caso-Controle.
Grande área: Ciências da Saúde
2001 - 2003
Mestrado em Saúde e Ambiente.
Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.
Título: Fatores preditivos de abandono do tratamento da tuberculose bacilífera,Cuiabá-MT,Ano de Obtenção: 2004.
Orientador: Clovis Botelho.
Palavras-chave: Tuberculose, Bacilífera, Abandono.
Grande área: Ciências da Saúde
Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública.
1994 - 1995
Especialização em Enfermagem Pediátrica Clínica e Cirurgica. (Carga Horária: 855h).
Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.
Título: Estudo da Demanda de 0 a 14 anos Atendida no Pronto Atendimento Infantil do Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, 1º Trimestre de 1994.
Orientador: Ione Mariza Bortolotto.
1992 - 1993
Especialização em Gerenciamento de Serviços de Sáue. (Carga Horária: 435h).
Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.
Título: Resolubilidade do atendimento em crianças menores de cinco, no Centro de Saúde Dom Aquino.
Orientador: José Pedro R Gonçalves.
1981 - 1983
Aperfeiçoamento em Licenciatura Em Enfermagem. (Carga Horária: 855h).
Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil. Ano de finalização: 1983.
1978 - 1981
Graduação em Curso de Enfermagem e Obstretícia.
Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.


Pós-doutorado


2014 - 2015
Pós-Doutorado.
Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Grande área: Ciências da Saúde
Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Enfermagem em Saúde Coletiva.


Atuação Profissional



Universidade do Estado de Mato Grosso, UNEMAT, Brasil.
Vínculo institucional

2016 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional:


Universidade de Cuiabá, UNIC, Brasil.
Vínculo institucional

2001 - Atual
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 40

Atividades

10/2014 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , Pós-Graduação em Ambiente e Saúde, .

2/2001 - Atual
Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
aulas da unidade curricular do 4 ano
aulas teorico-pratico em estagio supervisionado
Coordenação e acompanhamento de Trabalho de Conclusão de Curso
orientação de monografias

Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.
Vínculo institucional

2013 - Atual
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Docente Permanente de PPG/FAEN

Vínculo institucional

2012 - Atual
Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor membro de núcleo de pesquisa

Vínculo institucional

1996 - 1996
Vínculo: , Enquadramento Funcional: professor substituto, Carga horária: 20

Atividades

11/2012 - Atual
Pesquisa e desenvolvimento , faculdade de enfermagem, .

3/2002 - 3/2002
Ensino, Curso de Enfermagem e Obstretícia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
Enfermagem em saúde da criança e do adolescente
4/1996 - 8/1996
Ensino, Curso de Enfermagem e Obstretícia, Nível: Graduação

Disciplinas ministradas
atividades de docência no hospital Universitário Júlio Muller - UTI neonatal e pediatrica

Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
Vínculo institucional

2014 - 2016
Vínculo: Discente - Pós-Doutoral, Enquadramento Funcional: Pós-Doutoral

Atividades

3/2014 - 11/2016
Pesquisa e desenvolvimento , Escola de Enfermagem, .


Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.
Vínculo institucional

2007 - 2009
Vínculo: Discente - Curso de Doutorado, Enquadramento Funcional: Discente do Curso de Doutorado

Atividades

02/2006 - 02/2015
Pesquisa e desenvolvimento , Departamento de Enfermagem, .


Secretaria Municipal de Saúde de Cuiaba, SMS, Brasil.
Vínculo institucional

1982 - 2013
Vínculo: , Enquadramento Funcional: Enfermeira, Carga horária: 30

Atividades

01/1982 - 12/2013
Direção e administração, Saúde Pública, .

Cargo ou função
Gerenciamento de serviços de saúde.

Ministério da Saúde, MS, Brasil.
Vínculo institucional

2004 - 2005
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Assessoria - Força Tarefa, Carga horária: 40

Atividades

10/2004 - 12/2005
Conselhos, Comissões e Consultoria, Departamento de Vigilância a Saúde, Programa Nacional de Eliminação da Hanseníase.

Cargo ou função
Colsultora para a hanseníase no Estado de Mato Grosso.

Hospital Santa Casa de Misericordia de Cuiabá Mt, HSC, Brasil.
Vínculo institucional

1981 - 1983
Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Chefia de enfermagem, Carga horária: 40

Atividades

3/1981 - 4/1983
Direção e administração, Hospital Beneficiente, .

Cargo ou função
chefe de unidade.

Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, PSM, Brasil.
Vínculo institucional

1983 - 1984
Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: chefe de unidade, Carga horária: 0

Atividades

1/1983 - 3/1984
Direção e administração, Serviço Público, .

Cargo ou função
chefe de unidade.

Instituto de Tecnologia e Educação Em Enfermagem Frei Fabiano de Christo, ITEENF, Brasil.
Vínculo institucional

1997 - 1998
Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Outro, Carga horária: 20

Atividades

6/1997 - 1/1998
Ensino,

Disciplinas ministradas
supersisora de estagio supersisionado do curso de auxiliar de enfermagem

Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, SENAC, Brasil.
Vínculo institucional

1981 - 1981
Vínculo: Professor vistante, Enquadramento Funcional: professora, Carga horária: 20



Linhas de pesquisa


1.
Poluentes ambientais da água e solo e doenças relacionadas

Objetivo: Propõem analisar a influência dos diversos poluentes do solo e da água relacionados aos biomas do Cerrado, Pantanal e Amazônia na ocorrência de doenças na população exposta, com ênfase na utilização de agrotóxicos e seus contaminantes (metais pesados, poluentes orgânicos persistentes e outros), que são intensamente utilizados pela agropecuária em Mato Grosso..
Grande área: Ciências da Saúde
Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem.
Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina.
Palavras-chave: Ambiente e Saúde; doenças correlacionadas.
2.
Cuidado em Saúde e Enfermagem na perspectiva de Grupos específicos: Idoso, Mulher, Crianças e Adolescente

Objetivo: Os estudos do grupo enfocam a qualidade da atenção à saúde da criança e do adolescente, no âmbito da atenção terciária, especialmente aqueles que avaliam a estrutura da atenção hospitalar, bem como a qualidade da assistência na perspectiva da humanização. Nessa mesma direção, tem-se investido em pesquisas que avaliam a atenção à criança e adolescente na rede básica de saúde de Cuiabá, MT, com ênfase em sua organização e assistência e nas práticas de enfermagem, considerando a necessidade de reafirmar práticas bem sucedidas, melhorar a assistência em saúde e enfermagem, e reduzir os índices de morbimortalidade infanto-juvenis presentes no município. Os pesquisadores do Grupo GESCA têm contribuído para a consolidação das linhas de pesquisa que sustentam a pós-graduação strictu sensu em enfermagem na UFMT, a qualificação do seu ensino de graduação e pós-graduação, além de subsidiar a melhoria da qualidade da atenção à saúde em Mato Grosso..
Grande área: Ciências da Saúde
Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva.
Palavras-chave: adolescente; assistência a saúde da criança.
3.
Cuidar-te: Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão na área de promoção à saúde, saúde coletiva, epidemiologia, linha de cuidados à saúde da pele, incapacidades funcionais. - UNIFESP
4.
Fortalecimento e Desgaste no Trabalho e na Vida: Bases para a intervenção em Saúde Coletiva


Projetos de pesquisa


2018 - Atual
Hanseníase em menores de 15 anos e a influencia ambiental em municípios prioritários de Mato Grosso.
Descrição: INTRODUÇÃO O estudo da hanseníase apresenta uma vasta área de pesquisa em diversas abrangências. Segundo Magalhães (2011) a hanseníase se mantém como um importante problema de saúde pública no Brasil; o país diagnostica 90,0% dos casos das Américas, e no mundo é o segundo em número absoluto de casos. Ademais, destaca que as principais áreas endêmicas no mundo se encontram em regiões de clima tropical, caracterizado por apresentar temperatura e precipitações elevadas. Barata (2012) afirma que a utilização da análise de eventos de saúde, tomando o espaço geográfico como indicativo das condições de vida da população vem ganhando força nos últimos anos, em virtude da sua utilização na área da vigilância epidemiológica. A epidemiologia espacial permite reconhecer a frequência, distribuição e importância dos diversos fatores que influem no aumento de determinados riscos para a saúde e que não são, necessariamente, os mesmos em todos os grupos populacionais, além de permitir também identificar grupos que compartilham determinantes de risco similares (SANTOS; BARCELLOS, 2006). Apoiado no fato de a hanseníase ter um comportamento de formar focos espaciais é plenamente justificável que a geografia contribua no processo de identificação destes focos e na compreensão dos fatores que influenciam em sua formação, inclusive em diferentes escalas de abordagem (SANTOS, 2012). Acrescidos ao contexto há importância de se investigar a influencia dos fatores ambientais, pois a modificação do espaço determina alterações ecológicas na patobiocenose, o que altera a circulação do agente infeccioso, corroborando com a elevação da taxa de detecção de casos novos, consequentemente dificultando o controle desta patologia perfazendo um grave problema de saúde pública nos municípios prioritário de Mato Grosso. OBJETIVO GERAL: Analisar a influencia de fatores ambientais na incidência de casos novos de hanseníases em menores de 15 anos nos municípios prioritários para o agravo no Estado de Mato Grosso. METODOLOGIA Tratar-se-á de um o estudo ecológico, tanto do ponto de vista metodológico quanto pelo seu delineamento epidemiológico, onde pretende-se avaliar o coeficiente de detecção de casos novos de hanseníase nos municípios prioritários para o agravo, e analisar a influência ambiental tais como a vegetação e a temperatura nos municípios prioritários do Estado de Mato Grosso. Caracterização da área A pesquisa será realizada em municípios considerados prioritários do estado de Mato Grosso, bem como na cidade de Cuiabá, capital do estado em questão. O estado de Mato Grosso é uma das 27 unidades federativas do Brasil, encontra-se localizado na região Centro-Oeste. Tem a porção norte de seu território ocupada pela Amazônia Legal, sendo o sul do estado pertencente ao Centro-Sul do Brasil. Conta com 141 municípios destes 11 são considerados prioritários para o agravo de hanseníase segundo a Secretária Estadual de Saúde ? MT, sendo eles: Alta Floresta, Barra do Garça, Cáceres, Cuiabá, Diamantino, Juara, Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra e Várzea Grande. População de estudo O estudo será realizado em crianças e adolescentes acometidos pela hanseníase, mediante o registro do SINAN, nos municípios prioritários para agravos de hanseníase em Mato Grosso. Coleta de Dados As informações referentes aos casos de hanseníase serão coletados via Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan) dos municípios prioritários, quanto a população deverá ser obtido no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados referentes às variações climáticas de temperatura e umidade relativa do ar deverão ser coletados no site do Instituto Nacional de Meteorologia e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Em se tratando das relações ambientais especificamente aos aspectos da à vegetação predominante na região dos municíp.
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Emerson Soares dos Santos - Integrante / Gutembergue Santos de Sousa - Integrante / Michelle Veiga de Almeida - Integrante / Ariele Assunção Ramos de Souza - Integrante.
2018 - Atual
Avaliação da Qualidade de Vida de crianças e adolescentes com hanseníase
Descrição: Hanseníase em crianças requer investigação detalhada dos casos, principalmente quando estes apresentam manifestações musculoesqueléticas, uma vez que já foram encontrados redução nos domínios de capacidade física e atividade escolar, relativos à qualidade de vida de pacientes pediátricos com hanseníase. O tratamento adequado e as campanhas de sensibilização da comunidade, aliados às ações multidisciplinares impactam diretamente na melhoria dos escores de qualidade de vida dos pacientes com hanseníase. O sofrimento, que vai muito além da dor física, e o estigma social podem ser rompidos através de um envolvimento coletivo que perpassa desde à formulação adequada de políticas públicas até a adesão ao tratamento e inserção social do usuário à comunidade. Estudos demonstram que a qualidade de vida dos pacientes com hanseníase é influenciada por fatores como o diagnóstico precoce e correto e pelo início imediato do tratamento uma vez que esses pacientes possuem menos chances de desenvolvimento de sequelas. Em um estudo comparativo entre pacientes da região Amazônica e do ABC paulista observou-se a existência de uma redução na qualidade de vida e nas atividades laborais dos pacientes amazônicos, podendo estas estarem associadas ao diagnóstico tardio, à qualidade da assistência prestada e a deficiência na rede de atendimento ao usuário com hanseníase. A avaliação da qualidade de vida relacionada a população infantil com hanseníase contribui na investigação clínica e no cuidado, bem como são capazes de indicar o impacto das doenças e das intervenções terapêuticas na vida desses indivíduos, podendo influenciar nas decisões e condutas terapêuticas das esquipes de saúde, permitindo desta forma uma visão ampliada para o cuidar diferenciado, além de servir como marcador da qualidade do tratamento. Objetivo: avaliar o impacto e as intervenções terapêuticas na qualidade de vida de crianças e adolescentes com hanseníase. Método: pretende-se utilizar o questionário Children?s Dermatology Life Quality Index ? Índice de Qualidade de Vida em Dermatologia para Crianças (CDLQ), que é um instrumento destinado a medir a qualidade de vida em crianças de 04 a 16 anos, portadoras de doenças de pele, composto por 10 questões divididas em 06 domínios (sintomas e sentimentos, lazer, escola e férias, relações pessoais, sono e tratamento), desenvolvido e validado por Lewis-Jones et al (2004), adaptado e validado para uso no Brasil por Prati (2007), na população infantil residentes no município de Cuiabá MT..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Raissa Mariah Ferraz Moreira - Integrante / Michelle Veiga de Almeida - Integrante.
2018 - Atual
Imunoprofilaxia com vacina BCG em combinação com Rifampicina em dose única em crianças e adolescentes contatos de hanseníase em região hiperendemica
Descrição: Introdução: Crianças e adolescentes são considerados vulneráveis à hanseníase, sobretudo quando contatos de casos novos não tratados. Objetivo: Analisar a estratégia imunoprofilática com a vacina BCG combinada a quimioprofilaxia com rifampicina em dose única por meio do teste anti-NDO-LID em contatos domiciliares de casos novos de hanseníase menores de quinze anos, Cuiabá/MT. Método: Trata-se de um estudo quase-experimental do tipo ?before and after? em contatos menores de quinze anos saudáveis domiciliares de casos novos de hanseníase numa proporção de 2-3 menores/paciente. Para a avaliação das estratégias imunoquimiprofilática será construído dois grupos: somente vacinados com Bacillus Calmette-Guérin (BCG) e vacinados com BCG + rifampicina em dose única, estas serão analisados em t0, 30 dias, 6 meses, 12 meses e 18 meses por meio do teste sorológico NDO-LID pelo método de ELISA. O desfecho (primário) serão aqueles quanto a resposta da titulação de anticorpos (densidade óptica) antes e após intervenção e os secundários serão manifestações clínicas da doença, eventos adversos e nível de aceitabilidade da estratégia. Serão analisadas as variáveis quanto as características sociodemográficas, cohabitacionais, relação genética com o caso-índice, característica do caso-índice e aleitamento materno. Utilizar-se-á como fonte de dados as fichas de notificação (SINAN/MT), prontuários, entrevista e resultado de exames laboratoriais. Os dados obtidos terão dupla digitação e serão comparados pelo Data Compare no Epiinfo 3.5.2 e a análise será realizada no software SPSS 20. Na análise descritiva as variáveis numéricas serão expressas em média e desvio padrão e as categóricas em frequência absoluta e relativa. As comparações antes e após a intervenção serão realizadas pela análise de variância. Será utilizado o teste comparações múltiplas de Scott & Knott. Será, também, realizada o teste de associação qui-quadrado para análise dos desfechos. Considerar-se-á estatisticamente significativos os testes com p <0,05..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Camila Massae Sato - Integrante / Omar A. Espinosa Domínguez - Integrante / Angélica da Conceição Oliveira Coelho Fabri - Integrante.
2018 - Atual
AVALIAÇÃO DA SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE COM HANSENÍASE: ASPECTOS DA REDE DE ASSISTÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA
Descrição: Introdução: Estudos sobre hanseníase em menores de 15 anos no Brasil demonstram a necessidade de um melhor direcionamento de políticas públicas de saúde para a vigilância epidemiológica da hanseníase nessa faixa etária, contribuindo para a compreensão do comportamento endêmico da hanseníase nos locais de estudo. Apesar da baixa letalidade e baixa mortalidade da doença, a hanseníase em crianças quando diagnosticadas tardiamente podem provocar sequelas psicológicas de difícil tratamento, impactando diretamente no futuro desses usuários e em suas relações sociais. A análise dos indicadores em hanseníase permite retratar, dentro de um certo contexto, o reflexo da rede de assistência prestada pela rede de serviços através da medição de variáveis e comparação de parâmetros que se traduzem em um diagnóstico da situação analisada. ? objetivo: Avaliar a rede de assistência para o atendimento à criança e adolescente com hanseníase. Método: Trata-se de um estudo de avaliação de serviços de saúde. Assim, o estudo será dividido em 05 (cinco) fases distintas. Na primeira fase serão feitos os procedimentos de avaliação da rede de assistência à criança e adolescente com hanseníase, através da análise de sua estrutura e fluxos (processos) de trabalho. Na segunda fase ocorrerá a avaliação da qualidade de vida de crianças e adolescentes com hanseníase, através da aplicação de instrumento específico para esse fim. Na terceira fase ocorrerá a avaliação dos indicadores de qualidade dos serviços de hanseníase com base nos parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Maria Aparecida Munhoz Gaíva - Integrante / Gutembergue Santos de Sousa - Integrante.
2017 - 2017
SOROLOGIA ANTI-NDO-LID EM CONTATOS DE HANSENÍASE MENORES DE QUINZE ANOS ANTES E APÓS A IMUNOPROFILAXIA
Descrição: RESUMO: Uma das estratégias de profilaxia pós-exposição para a redução da incidência nestes contatos é a imunoprofilaxia, ferramenta potencialmente poderosa e inovadora (RICHARDUS et al., 2013). Ela é feita por meio da vacinação com Bacillus Calmette-Guérin (BCG), sua proteção foi evidenciada em 56% dos contatos e não foi substancialmente afetada pela vacinação prévia, demonstrando que este pode ser um meio eficaz para a redução da incidência de hanseníase entre os contatos (DÜPPRE et al., 2008). Ela é conhecida como uma vacina contra tuberculose e é rotineiramente administrada às crianças como parte do esquema de imunização neonatal em muitas partes do mundo e, também é indicada para os contatos de casos de hanseníase, sem sinais ou sintomas da doença (BRASIL, 2014a, 2016).Por isso, adicionalmente a imunoprofilaxia, é importante incorporar ferramentas que auxiliam no monitoramento da eficácia terapêutica e no acompanhamento dos contatos ou população em área de risco, como os testes sorológicos, que atuam mediante a identificação de anticorpos específicos contra o bacilo da doença. Entre os testes destacam-se o PGL-I (phenolic glycolipid-I), o LID-1 (leprosy IDRI diagnostic-1) e o NDO-LID (natural disaccharide octyl - leprosy IDRI diagnostic-1) (SOUZA; NETTO; FARIAS, 2013; FABRI et al., 2016). OBJETIVOS ? Identificar as melhores evidências sobre a validade e reprodutibilidade do teste anti-NDO-LID na identificação de anticorpos específicos contra o M. leprae em contatos de hanseníase; ? Caracterizar os participantes do estudo em relação às variáveis sociodemográficas e clínico-epidemiológicas; ? Analisar a resposta sorológica anti-NDO-LID e antígenos imuno específicos nos contatos de casos novos de hanseníase, menores de quinze anos, antes e após a imunoprofilaxia. ? Avaliar a presença de manifestações clínicas da hanseníase e de eventos adversos pós-vacinação; ? Avaliar a percepção dos familiares quanto a estratégia de Imunoquimioprofilaxia e educação de saúde recebida para a prevenção. Desenho do estudo Trata-se de uma revisão sistemática e um estudo quase-experimental do tipo ?before and after?. A revisão sistemática será realizada para identificar as melhores evidências sobre a validade e reprodutibilidade do teste NDO-LID para contatos de hanseníase, pois o mesmo será incorporado à intervenção. Ao estudar sobre os testes sorológicos observam-se resultados primários em que o NDO-LID parece ser o mais adequado para a identificação de anticorpos específicos contra o bacilo de hanseníase em contatos, contudo uma investigação focada, visando identificar, selecionar, avaliar e sintetizar as evidências relevantes disponíveis é essencial para tomada de decisão (GALVÃO; PEREIRA, 2014). O estudo quase-experimental do tipo ?before and after? visa analisar a resposta sorológica antes e após a imunoprofilaxia em contatos de hanseníase menores de quinze anos saudáveis, com seguimento de 18 meses. Neste tipo de estudo, todos os pacientes recebem a mesma intervenção e sua condição é verificada antes do início e em vários momentos após o tratamento. Neste caso, não é realizada a randomização e alocação dos participantes. Portanto, a medida feita antes da intervenção atua como um comparador para a medida feita após a intervenção (VIEIRA; HOSSNE, 2015). A razão para a realização deste tipo de estudo decorre da recomendação de imunoprofilaxia para contatos de hanseníase pelo Ministério da Saúde, portanto, estabelecer um grupo controle sem a respectiva intervenção se confronta com a concepção ética..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Denise da Costa B Cortela - Integrante / Eliane Ignotti - Integrante / Bruna Hinnah Borges Martins de Freitas - Integrante / Omar Espinosa Dominguez - Integrante / Maria Aparecida Munhos Gaíva - Integrante.
2017 - Atual
USO DE AGROTÓXICOS NAS LAVOURAS RELACIONADO A MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
Descrição: A exposição aos agrotóxicos pode ocorrer através do ar, água, contaminação dos alimentos e contato desses produtos no jardim da casa. Existe ainda a exposição dos profissionais da área agrícola que ocorre pelo contato direto, através da mistura de produtos químicos, armazenamento incorreto de produtos vazios, aplicação, limpeza e reparo de equipamentos(MAKELARSKI ET AL, 2014) Vale lembrar que todas as pessoas corem o risco de sofrer as conseqüências do uso descontrolado dos agrotóxicos, principalmente aquelas que residem em áreas urbanas próximas de grandes cultivos agrícolas (SILVÉRIO et al, 2012). Dentre todas as pessoas expostas, as crianças são as mais afetadas por conta da exposição das mães com os agrotóxicos durante o período gestacional. A grande maiorias dos agrotóxicos são classificados em inorgânicos a base de arsênio, esse tipo de pesticidas foram proibidos nos EUA nos anos de 2000 por ser toxico e sua produção, comercialização e consumo nas lavouras (HILL, WLODARCZYK E FINNELL,2013). As malformações congênitas são definidas por ser um distúrbio no desenvolvimento que acontece no nascimento, sendo desenvolvida no período embrionário, causando anomalias físicas ou mentais (CASTRO, CUNHA E MOREIRA, 2006). . Acredita-se que a realização deste estudo contribuirá cientificamente para o enriquecimento das pesquisas, proporcionando conhecimento acerca dos riscos de malformações pelo contato com os agrotóxicos. O presente estudo objetiva-se a analisar as evidência cientificas disponíveis sobre a associação do efeito do uso de agrotóxicos nas lavouras e as malformações congênitas. Este estudo consiste em uma revisão sistemática ? RS, que utilizara métodos bem definidos para identificar, selecionar e avaliar criticamente os estudos primários que abordaram os efeito dos agrotóxicos e as malformações congênitas. Para iniciar o estudo de RS será necessário realizar a descrição detalhada a partir de três estágios: Estágio 1: Planejamento e revisão; Estágio 2: Elaboração da revisão e Estágio 3: apresentação do relatório e divulgação do estudo. No primeiro estágio, será realizado a formulação da pergunta, por meio do PICO da pesquisa (P= População, I= intervenção, C=Comparação e O= Desfecho), que auxiliarão na construção da pergunta norteadora e das buscas das evidencias cientificas disponíveis em bancos de dados..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / José Vitor Benevides Ferreira - Integrante / Vanessa Gama Freitas de Matos - Integrante / CAMILA SANTEJO SILVEIRA RATTO - Integrante.
2017 - Atual
PERFIS DE METILAÇÃO DE DNA COMO MARCADOR DE AGENTES CARCINOGÊNICOS DA EXPOSIÇÃO AOS AGROTÓXICOS EM TRABALHADORES RURAIS: PROTOCOLO DE REVISÃO SISTEMÁTICA
Descrição: Vários produtos em nosso meio, foram nomeados como cancerígenos, sendo, por várias vezes, identificadas suas atividades carcinogênicas devido a altas doses de exposição nos ambientes de trabalho ou acidentalmente. A determinação do potencial risco, com a importante relação dose-resposta, ponderando a exposição sofrida, são primordiais para se caracterizar o risco a doenças (TSUGANE, 2013). A cadeia de produção do agronegócio, está diretamente ligada ao desmatamento, tratamento de mateira, plantações, pecuária, produção de silagem, transporte, indústrias de agronegócios, cultivo de sementes e insumos com combustíveis, pesticidas, adubos químicos e calcários, que levam ao desenvolvimento de inúmeros fatores de riscos nas mais variadas atividades laborais. Tais perigos, ultrapassam os trabalhadores, atingindo também o meio ambiente e a saúde da população ( PIGNATI et al, 2014). Sendo assim, esses produtos potencialmente mutagênicos achados em doses elevadas no ar em perímetros urbanos ou em ambientes de trabalho, possuem capacidade para interferir na estabilidade do genoma humano, provocando quebras no DNA, que podem causar alterações gênicas importantes no funcionamento normal do ciclo e na sobrevivência celular, causando assim uma instabilidade genômica (HUEN et al., 2006; ISHIKAWA et al., 2006; MAFFEI et al., 2005; MURGIA et al. 2007; NOVOTNA et al., 2007; RUCHIRAWAT et al., 2007; SRAM et al., 2007). Tais modificações podem levar ao desenvolvimento de células neoplásicas e consequentemente ao desenvolvimento de tumores (BONASSI et al., 2007; VINEIS et al., 2005). O monitoramento biológico por meio de biomarcadores pode ser realizada para melhorar a qualidade de vida das pessoas expostas a substâncias carcinogênicas e prevenir cânceres causado por fatores ocupacionais e ambientais (YANG et al., 2012). Os processos epigenéticos podem ser modificados de acordo com as exposições do ambiente em que vivemos, por hábitos e estilo de vida, tais como, a alimentação, a exposição a diversos agentes químicos no ambiente de trabalho. Dentre tais produtos químicos, podemos citar os metais, substâncias perturbadoras endócrinas, compostos orgânicos e solventes que levam a instabilidade genômica, trazendo resultados desfavoráveis a saúde humana, o que nos leva a constatar que o epigenoma é sensivelmente influenciado por fatores exógenos. Tais processos são reversíveis, ao contrário das alterações mutagênicas ( HEAD, et al., 2012). Uma das alterações epigenética mais estudadas é a metilação do DNA, que ocorre pela a adição de um grupo Metil (CH3) nos nucleotídeos CpG do DNA. As alterações dos perfis de metilação do DNA estão ligados a estresses e exposição de fatores ambientais e ocupacionais (HEAD, J.A, 2014)..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / CAMILA SANTEJO SILVEIRA RATTO - Integrante / Tais Regina Mázaro Cângani Moreira - Integrante / HENRIQUE CÉSAR SALTEJO SILVEIRA - Integrante.
2017 - Atual
QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE EM HANSENÍASE: uma revisão de escopo
Descrição: A Qualidade de Vida (QV) é um conceito recente na área da saúde abrange muitos significados e pode ser abordado em diferentes perspectivas, seja no contexto cultural, social, histórico, econômico ou no âmbito clínico (KATANO et al., 2011; MINAYO; HARTZ; BUSS, 2000), de modo que diferentes definições podem ser encontradas na literatura (PEREIRA et al, 2012). Destaca-se, no entanto, que a maioria das definições de QV apresentam em comum a subjetividade, a multidimensionalidade e a bipolaridade (WONG et al, 2013; MINAYO; HARTZ; BUSS, 2000; WHO, 1994; GORDIA et al., 2011; PEREIRA et al.,2006; MINAYO et al., 2000) Na área da saúde, utiliza-se também o termo Qualidade de Vida Relacionada à Saúde (QVRS), um conceito menos genérico que o citado acima, que se refere ao valor que é atribuidoatribuído à vida, considerando os prejuízos funcionais, o estado psicológico, as repercussões sociais induzidas por enfermidades, disfunções e intervenções terapêuticas. A QVRS engloba o domínio físico (capacidade funcional e para o trabalho), psicológico (satisfação, bem-estar, autoestima, ansiedade, depressão) e o social (reabilitação, lazer, interação social/familiar). A avaliação da QV/QVRS contribui na investigação clínica e no cuidado com o paciente, bem como são capazes de demonstrar o impacto das doenças e das intervenções terapêuticas na vida dos indivíduos, podendo influenciar nas decisões e condutas terapêuticas das esquipes de saúde, permitindo desta forma uma visão ampliada para o cuidar diferenciado, além de servir como marcador da qualidade do tratamento para muitas doenças (GIL; FEINSTEIN, 1994; BERLIM; FLECK, 2003; SEIDL; ZANNON, 2004 CUNHA, 2013). Objetivo: Mapear e analisar a produção cientifica sobre a qualidade de vida de pessoas com hanseníase . Método: Trata-se de uma Revisão de Escopo, que consiste em um tipo de revisão de literatura que apresenta como técnica mapear estudos relevantes de algum campo de interesse, têm grande utilidade para sintetizar evidêencias de pesquisa e são usadas para mapeamento da literatura existente em termos de sua natureza, característica e volume (tricco et al, 2016). Em seu desenvolvimento, as revisões de escopo seguem método rigoroso, transparente, com documentação detalhada para que o estudo possa ser compreendido e replicado por outros pesquisadores (JBI, 2015). A metodologia para esta revisão de escopo segue as recomendações preconizadas pelas diretrizes que orientam os processos necessários para a execução de uma scoping review do Instituto Joanna Briggs (JBI, 2015), baseada no quadro delineado por Arksey e O'Malley (2005) e recomendações de Levac et al. (2010), seguindo as seguintes etapas: 1- Identificação da pergunta de pesquisa; 2- identificação dos estudos relevantes; 3- Seleção dos estudos; 4- Extração dos dados; 5- Conferência, resumo e relato dos resultados..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Michelle Veiga de Almeida - Integrante / RAISSA MARIAH FERRAZ MOREIRA BARCELOS - Integrante.
2016 - 2018
DETERMINANTES AMBIENTAIS E EPIDEMIOLÓGICOS NA OCORRÊNCIA DE HANSENÍASE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES
Descrição: O Estado de Mato Grosso situa­se como região hiperendêmica em hanseníase. A manutenção da endemia reflete fluxos de transmissão ativa na população infantil. As características socioambientais da hanseníase estão intimamente associadas a aglomerados, falta de saneamento, e outras condições desfavoráveis relacionadas à saúde. Os fatores ambientais e epidemiológicospodem desempenhar um papel importante na ocorrência de casos novos de hanseníase. O solo e a água à temperatura ambiente emregiões endêmicas tem sido descritos como potenciais fontes de transmissão da doença. Objetivo: Analisar os determinantessocioambientais e epidemiológicos de casos novos de hanseníase de menores de quinze anos e contatos vizinhos nos municípios deCuiabá e Cáceres, Estado de Mato Grosso. Método: Estudo transversal em menores de 15 anos investigados por hanseníase em residências domiciliares, vizinhança e instituições escolares no período de 2015 e 2016. Variáveis: socioambientaiseepidemiológicas. As informações serão obtidas por: fichas individuais de notificação por hanseníase; amostras de água e solo eentrevistas estruturadas quanto as informações sociodemográficas e epidemiológicas. Para o gerenciamento e análise dos dadosutilizar­se­á o software SPSS 20. Nas comparações de proporções utilizar­se­á os testes do Qui­quadrado e t de Student paracomparações entre médias. A associação entre a variável de desfecho será verificada utilizando­se cálculo de odds ratio (OR) aonível de significância de 5%. Na análise dos fatores de risco para a ocorrência de hanseníase, utilizar­se­á um modelo hierárquico de determinação. Palavras­chave: Ambiente omiciliar, Hanseníase, Endemias, Biologia Molecular, Meio Ambiente.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Luciane Cardoso Gomes - Integrante / LUCIANA GOES CAMPELO E CERQUEIRA - Integrante / Marilia Marquioreto Benevides - Integrante / Emerson Soares dos Santos - Integrante.
2016 - 2018
DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL E DETERMINANTES SÓCIO-AMBIENTAIS NA OCORRÊNCIA DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS
Descrição: A hanseníase é uma doença infecto-contagiosa, causada pelo Mycobacterium leprae. Sua prevalência vem diminuindo mundialmente na última década. Porém em 2016 ainda, foram detectados 214.783 novos casos no mundo, sendo 18.230 em crianças; no Brasil foram detectados 25.218 casos novos para o mesmo período, sendo 1.696 em menores de 15 anos. O estado de Mato Grosso permanece hiperendêmico nas últimas décadas, e a capital Cuiabá está entre os municípios prioritários para o controle do agravo, devido ao problema de saúde pública. Premissas sociais como as condições de vida e de ocupação territorial; bem como às naturais como o clima, relevo, tipo de vegetação e ecossistema são determinantes para a ocorrência da doença. Este estudo se justifica pelas evidências científicas sobre a influência das condições ambientais e da persistência da endemia em Mato Grosso. Objetivo: Analisar a distribuição espacial da ocorrência de hanseníase em menores de 15 anos e seus contatos. Método: Estudo transversal de 40 casos novos de hanseníase, em menores de 15 anos notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) em 2014 e 2015 e 168 contatos domiciliares. Foram investigadas as variáveis sócio-econômicas, espaciais, ambientais, clinico-epidemiológicas e laboratoriais. Para as análises estatísticas utilizou-se os programas estatísticos SPSS versão 2.0 e GPS map versão 5.00 para análise da distribuição espacial. Resultados parciais: Dentre os 208 participantes do estudo, 19,2% foram classificados como doentes e 80,8% como contatos saudáveis. O grupo de casos apresentou média de idade de 10,85 anos, sendo a idade mínima de 4 e a máxima de 14 anos, com desvio padrão de 2,74. Quanto à distribuição espacial dos casos novos hanseníase em menores de 15 anos no município de Cuiabá, 64,5% dos casos se concentravam na região norte do município, 16,1% na região oeste, 12,9% na região sul e 3,2% nas regiões leste e na zona rural respectivamente. Conclusão: Os achados parciais indicaram distribuição espacial heterogênea dos casos de hanseníase na população estudada, com predomínio sobre a região norte do município..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Emerson Soares dos Santos - Integrante / Luciana Goes Campelo - Integrante.
2016 - 2018
Perfil socioambientais em contatos de hanseníase e a influencia com o meio ambiente
Descrição: Introdução: A hanseníase é um agravo de alto potencial incapacitante e tem sido considerada hiperendêmica no estado de Mato Grosso. Associada as premissas sociais como as condições de vida e a ocupação territorial; e naturais como o clima, o relevo, o tipo de vegetação e o ecossistema. Objetivo: Analisar os efeitos da temperatura e da umidade relativa do ar na ocorrência da hanseníase no estado de Mato Grosso. Método: estudo observacional analítico de modelagem, a partir de dados de casos novos de hanseníase, residentes em Mato Grosso, notificados no período de 2006 e 2016, no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MT). As informações de temperatura e umidade relativa do ar no Estado para o mesmo período, serão obtidas pelo Instituto Nacional de Meteorologia ? (INMET). Os critérios de inclusão para pesquisa serão de pacientes diagnosticados com hanseníase, residentes em Mato Grosso, no período de 2006 a 2016, notificados no SINAN/MT e os critérios de exclusão serão pacientes transferidos para outros municípios e àqueles que foram a óbito. Para analisar os efeitos da temperatura e umidade sobre o número de casos novos de hanseníase será utilizada a adaptação do modelo matemático não linear de Wang & Engel (1998), para identificar os limites inferiores e superiores e os valores ótimos de temperatura e de umidade do ar. Serão avaliados, também, as características epidemiológicas e a incompletude dos dados..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / LUCIANA GOES CAMPELO E CERQUEIRA - Integrante / Anne Karoline Torres Taborda - Integrante.
2016 - 2018
INFECÇÃO POR MYCOBACTERIUM LEPRAE EM CONTATOS SOCIAIS DE CASOS DE HANSENIASE EM ESCOLARES
Descrição: Apesar da hanseníase ser uma doença curável, o diagnóstico tardio pode gerar deformidades e incapacidades e comprometer o crescimento e o desenvolvimento na população infantil. Nas três últimas décadas houve muitos progressos no controle da hanseníase devido a disponibilidade da poliquimioterapia (PQT), onde mais de 16 milhões de pacientes diagnosticados foram tratados, principalmente naqueles locais considerados endêmicos (WHO, 2016). No entanto, a doença permanece hiperendêmica em nosso meio. O coeficiente de detecção geral da hanseníase no município de Cuiabá-MT apresentou 68,9 casos/100 mil habitantes em 2015 e 24,07/100 mil em menores de quinze anos, caracterizando um padrão de hiperendemicidade. O exame de contatos é uma das estratégias para redução da carga da doença, porém somente 51% foram examinados neste mesmo ano, não alcançando o preconizado pelo Ministério da Saúde (SES, 2016) A taxa de detecção de novos casos estabilizou nos últimos anos, todavia, a vigilância ainda é necessária (DUTHIE et al.; 2016). Para a OMS rganização Mundial da Saúde, a eliminação da hanseníase como doença de saúde pública e problema a nível mundial foi definido como a prevalência de menos de um caso da doença por 10.000 habitantes (WHO, 2016). O rastreamento dos contatos até pouco tempo tinha seu foco limitado aos contatos domiciliares, contudo, o Ministério da Saúde ( MS) (2016), preconiza o rastreamento para além do domicílio, aos contatos sociais, que também são considerados grupos de risco para desenvolver a doença. Um estudo conduzido por Moet et al. (2006), demonstra a necessidade de acompanhamento dos contatos fora do convívio domiciliar, já que estes apresentam maior risco de desenvolver a doença do que a população em geral. Em vista disso, a utilização de marcadores sorológicos e moleculares representam uma estratégia para o controle da hanseníase e a detecção precoce de novos casos. (CARVALHO et al., 2015). Segundo Barreto et al. (2014), a busca ativa em escolas pode ser uma estratégia, importante, artimanha para ações de controle do agravo na população, posto que maioria dos alunos já viveram ou convivem próximo de casos detectados da doença. Após ampla busca na literatura, poucos estudos foram encontrados sobre a temática, evidenciando assim, uma lacuna científica. Somando-se ainda o fato de que o Estado de Mato Grosso é hiperendêmico em hanseníase e há escassez de estudos voltados para os contatos sociais dos casos de hanseníase em ambiente escolar. Dessa forma, torna-se relevante esse estudo para a vigilância dos contatos sociais, além de gerar dados epidemiológicos, contribuir para a detecção precoce da doença e produzir conhecimentos na área multidisciplinar e, principalmente nda enfermagem, profissionais estes que atendem, mais diretamente, esses indivíduos mais vulneráveis a desenvolver a doença. que deem subsídios para quebrar a cadeia de transmissão da hanseníase..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Denise da Costa B Cortela - Integrante / Thaísa da Silva Vargas Rodrigues - Integrante.
2016 - 2017
Rastreamento de contatos de hanseníase menores de 15 anos por meio de testes sorológicos
Descrição: Trata-se de proposta de projeto matriz intitulado: Fatores Preditivos de Ocorrência de Hanseníase em Escolares e Investigação da Influência Migratória na Endemia, Mato Grosso, Brasil. Aceitação de Auxilio a Projeto de Pesquisa, nº. 250393/2013, aprovado no EDITAL PPSUS MT Nº 002/2013 - MS/CNPq/FAPEMAT/SES. Justificativa e Aplicabilidade do Projeto junto ao SUS: Nas últimas décadas o estado de Mato Grosso está entre as regiões brasileiras mais endêmicas para hanseníase, apesar dos esforços da comunidade governamental e científica. Reforçam a esse cenário a hiperendemicidade entre crianças e adolescentes que demandam maiores esforços para o entendimento de fatores associados à ocorrência desse agravo, bem como aspectos relacionados ao fluxo migratório da endemia. As investigações em hanseníase que abordam a população infantil em ambiente escolar demostram que o diagnóstico precoce é dentre outros uma estratégia de controle do agravo e sua efetividade requer a busca ativa na comunidade, assim como de seus contatos a partir do caso-indice bacilífero. A previsibilidade da ocorrência de hanseníase nesse grupo etário está relacionada com diversos fatores tais como: nível socioeconomico desfavorável, contatos intradomiciliares com a forma bacilífera, diagnóstico tardio, presença atual e pregressa da doença na família, suscetibilidade genética e aqueles ligados a qualidade de atendimento dos serviços de saúde. A probabilidade de adoecimento depende, também, do grau de exposição ao bacilo e estes sugerem relação com o nível endêmico da região. Estudos indicam uma correlação entre a porcentagem dos casos multibacilares em crianças e a situação endêmica da região, lentidão no diagnóstico e fluxo migratório. Diante desse contexto, analisar fatores preditivos relacionados à hanseníase entre escolares no estado de Mato Grosso, bem como a influência do fluxo migratório na endemia é condição primordial para ampliação de conhecimentos do agravo na população infantil. Fato este que contribui para o desenvolvimento de estratégias mais consistentes na redução da endemicidade em nosso Estado. Desta forma fortalecendo a qualidade de atendimento, principalmente, ao usuário do sistema único de saúde (SUS) nesta população mais vulnerável ao adoecimento..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Isabelle Côsso - Integrante.
2016 - Atual
Soro-prevalência contra M. leprae em contatos de pacientes com hanseníase após quimioprofilaxia

Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Eliane Ignotti em 07/09/2017.
Descrição: Resumo da Proposta: Introdução: A hanseníase é uma doença infecciosa crônica que no ano 2014, registrou 213,899 no mundo todo. Os países com o maior número de casos foram a Índia e Brasil. A maioria das pessoas apresentam resistência natural a M. leprae, embora, a convivência com pacientes doentes representa um maior risco de infecção. A quantificação elevada de títulos de anticorpos anti-PGL-1 demonstra um risco significativamente elevado de desenvolver a doença nos contatos de pacientes. Igualmente, dados epidemiológicos reportam que os contatos domiciliares de pacientes com hanseníase multibacilar apresentam 4 vezes maior risco de serem infectados do que não contatos. Portanto a quimioprofilaxia de contatos de hanseníase torna-se de extrema relevância. Estudos de meta-análises apontam eficácia na redução da incidência da hanseníase em contatos de pacientes, os quais obtiveram uma proteção em torno de 60 contra a infeção, o que pode resultar em uma diminuição dos títulos de anticorpos. Justificativa: A presença de anticorpos anti-PGL-1 nem sempre significa doença ativa, uma vez que pode corresponder a infecções anteriores. Nos últimos anos, novas metodologias de laboratório têm sido implementadas para avaliar a resposta sorológica em diferentes tipos de pacientes que convivem com o M. leprae. Os antígenos LID-1 e LID-ND-O foram utilizados como teste rápido no apoio diagnóstico para hanseníase apresentando alta especificidade em áreas endêmicas. Estes antígenos apresentaram maior porcentagem de prevalências de títulos de anticorpos quando comparados ao PGL-1 e ND-O independente. A combinação dos antígenos LID-ND-O para complementar o diagnóstico de infecção em contatos de pacientes, bem como, o monitoramento dos efeitos da quimioprofilaxia em contatos é uma ação oportuna e relevante. Objetivo: Analisar a soro-prevalência contra M. leprae em contatos domiciliares, de vizinhança e sociais de pacientes com hanseníase após quimioprofilaxia. Método: Devido a inexistência de dados estatísticos neste teste previamente reportado para o grupo em questão inicialmente será calculada a sensibilidade e especificidade de um método sorológico de ELISA que utiliza antígenos LID-ND-O combinados para o auxílio diagnóstico de contatos de pacientes com hanseníase, igualmente será calculado a zona cinza ou cutoff. Para os cálculos da sensibilidade e especificidade diagnóstica do teste serão analisados dois grupos de soros: a) Contatos de Pacientes: Neste grupo se incluem soros de contatos de pacientes com hanseníase. b) não contatos: Neste grupo incluem soro de indivíduos que não tiveram contato prévio com o M. leprae. Para monitorar a resposta sorológica à quimioprofilaxia serão analisados pelo menos vinte contatos de casos novos com diagnóstico de hanseníase paucibacilar e multibacilar do município de Alta Floresta, Estado de Mato Grosso, primeiro a ser implantado o projeto piloto de quimioprofilaxia. Gráficos serão realizados para cada contato de paciente afim de monitorar a resposta sorológica antes da quimioprofilaxia e seis meses e um ano após a tomada da rifampicina em dose única..
Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.
2015 - 2017
The accuracy of NDO-LID antigen based ELISA assay relative to PGL-1 antigen for antibodies detection of M. leprae in leprosy patients: a systematic review
Descrição: Review question/objective What is the diagnostic accuracy of currently available commercial NDO-LID antigen based ELISA assay compared to PGL-1 references antigen for antibodies detection of M. leprae among patients with leprosy? More specifically, the objectives are to identify the evidence on: analyze the specificity, sensitivity and ROC curves of ELISA serologic tests based on NDO-LID antigens and compared to reference antigen PGL-1 ELISA to detect antibodies against M. leprae in patients with leprosy. Background Leprosy is a chronic infectious disease caused by Mycobacterium leprae, a microorganism that affects the skin and peripheral nerves and is considered by the World Health Organization (WHO), one of the six most threatening diseases in developing countries (Global Leprosy, 2013). The involvement of peripheral nervous diseases is the main characteristic of leprosy, conferring great potential to provoke incapacities and physical deformities (Ridley and Jopling 1966). This disease, therefore, contributes to the maintenance of prejudice, stigma and social disadvantages in patients and their families (Nicholls et al., 2005). The serology for the detection of IgM antibodies specific for PGL-I antigen, represents the most well-evaluated and standardized serological test for leprosy (Ananias et al., 2002, Barro et al., 2000, Buhrer-Sekula et al. Al., 1998; Fujiwara et al., 1984; Spencer et al., 2011). Because of their glycolipid nature, the humoral immune response of leprosy patients induces the production of antibodies with predominantly immunoglobulin M (IgM) isotopes that do not cross-react with M. tuberculosis or with other known mycobacteria (Park et al., 1992). The detection and measurement of PGL-1 antibodies has been used as an auxiliary tool for a simple classification of leprosy among multibacillary and paucibacillary (BuhrerSekula et al 2000, 2007). A systematic review analyzed the serological studies for the detection of anti-PGL-I IgM, concluding that these tests are useful to aid the diagnosis when the results are considered together with the clinical information, besides helping to classify patients between multibacillary or paucibacillary and in the Monitoring of therapy efficacy. However, for the early diagnosis and follow-up of high-risk population, the methodologies used have not yet demonstrated a favorable cost benefit (Moura et al., 2008)..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2015 - 2017
FATORES PREDITIVOS DE OCORRÊNCIA DE HANSENIASE EM ESCOLARES E INVESTIGAÇÃO DA INFLUÊNCIA MIGRATÓRIA NA ENDEMIA, MATO GROSSO, BRASIL (projeto matricial)
Descrição: Introdução: O Estado de Mato Grosso situa-se como região hiperendêmica em hanseníase. A manutenção da endemia na população infantil reflete fluxos de transmissão ativa. A enfermidade pode estar relacionada com contatos de doentes bacilífero sem tratamento e na deficiência da busca ativa dos casos. Objetivo: analisar fatores associados à ocorrência da hanseníase entre escolares, a detecção da infecção por Mycobacterium Leprae, bem como a influência do fluxo migratório na endemia. Método: Estudo transversal controlado em estudantes de 5 a 14 anos investigados por hanseníase em ambiente escolar dos municípios de Cuiabá no período de 2015 e 2016. Grupo de estudo casos de hanseníase; grupo controle os alunos sem a presença da doença. Pareados por idade e escola. Variáveis: epidemiológicos, clínicos, infectividade nos contatos domiciliares e características do fluxo migratório na endemia. As informações serão obtidas por: fichas individuais de notificação por hanseníase; ficha específica utilizada da campanha nacional de busca ativa dos casos entre escolares e a detecção da presença de Mycobacterium Leprae será por meio de teste sorológico anti-PGL-1 e Swab nasal realizada no laboratório do Instituto Lauro Souza Lima em Bauru SP para analises das amostras. Para o gerenciamento e análise dos dados utilizar-se-á o software SPSS 20. Nas comparações de proporções utilizar-se-á os testes do Qui-quadrado (􀀀2) e t de Student para comparações entre médias. A associação entre a variável de desfecho será verificada utilizando-se cálculo de odds ratio (OR) ao nível de significância de 5%. A distribuição geográfica dos casos será analisada por meio dos softwares Terraview versão 3.2.0.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Ida Maria Foschiani Dias Baptista - Integrante / Eliane Aparecida Silva - Integrante / Luciane Cardoso Gomes - Integrante / Thaísa da Silva Vargas Rodrigues - Integrante / Isabelle Côsso - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso - Auxílio financeiro.
2014 - 2016
INFECÇÃO POR MYCOBACTERIUM LEPRAE EM MENORES DE 15 ANOS CONTATOS DE CASOS DE HANSENÍASE
Descrição: Introdução: A hanseníase em menores de 15 anos indica exposição precoce ao agente causador da doença, é agravo de alto potencial incapacitante e tem sido considerada hiperendêmica no estado de Mato Grosso. Contatos de pacientes diagnosticados com hanseníase constituem população de alto risco para a infecção e doença. Os testes sorológicos anti-NDO-LID e anti-PGL-I consistem em ferramentas auxiliares para a detecção de indivíduos com a infecção e em maior risco de desenvolver a doença. Objetivo: analisar a infecção por Mycobacterium leprae em menores de 15 anos contatos de casos de hanseníase por meio dos testes sorológicos anti-NDO-LID e anti-PGL-I, no município de Cuiabá-MT, no período de 2014 a 2016. Método: estudo transversal com 250 menores de 15 anos, sendo 50 contatos domiciliares, 160 contatos de vizinhança e 40 contatos-casos. As informações foram obtidas por fichas de notificação/investigação do agravo, do Sistema de Informação de Agravos de Notificação de Mato Grosso, entrevistas por meio de instrumento padronizado e coleta de amostras de sangue, no período de fevereiro a julho de 2016. Para análise empregou-se os seguintes testes: Razão de Prevalência, Kolmogorov-Smirnov, Kruskal-Wallis one-way ANOVA, coeficiente de correlação de Spearman e regressões de Poisson e Quantílica. Resultados: dentre os 250 indivíduos, 127 (50,8%) eram do sexo masculino e 123 (49,2%) feminino, com idade média de 8,3 anos. A proporção de positividade de anti-NDO-LID em contatos de vizinhança foi de 6,9%, em contatos domiciliares de 4% e em contatos-casos correspondeu a 7,5%. A prevalência geral de infecção em contatos domiciliares e vizinhança foi de 6,2 % com anti-NDO-LID e de 2,8 % com anti-PGL-I. A região Oeste do município de Cuiabá apresentou maior proporção de soropositividade em contatos domiciliares e de vizinhança, enquanto a região rural apresentou maior taxa de detecção de casos de hanseníase na população infantil no período de 2014 a 2015. Detectou-se 1,9% de casos novos dentre os 210 contatos domiciliares e de vizinhança. Verificou-se como fatores associados à soropositividade do teste anti-NDO-LID em contatos de vizinhança, as variáveis raça/cor e número de pessoas na residência. Observou-se correlação positiva entre a titulação de anticorpos anti-PGL-I e as variáveis número de menores de 15 anos na residência e tempo em que dormiu na mesma casa. Os testes sorológicos utilizados no estudo apresentaram, entre si, concordância razoável. Conclusão: o teste rápido anti-NDO-LID foi mais adequado para a detecção de infecção na população investigada, quando comparado ao anti-PGL-I. Verificou-se maior percentual de contatos infectados na região Oeste. A realização de rastreamento com emprego de avaliação clínica e testes sorológicos mostrou-se estratégia útil para controle da hanseníase. Os fatores associados ao resultado positivo do teste rápido e as variáveis correlacionadas à titulação de anticorpos anti-PGL-I estão ligados a aspectos sociodemográficos e co-habitacionais. Descritores: Hanseníase. Testes sorológicos. NDO-LID. PGL-I. Criança. Adolescente..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Eliane Aparecida Silva - Integrante / Luciane Cardoso Gomes - Integrante / Denise da Costa Boamorte - Integrante.
2014 - 2016
Rifampicin chemoprophylaxis to prevent leprosy: a systematic review of quantitative and qualitative evidence
Descrição: Background Individuals in contact with patients who have leprosy have an increased risk of disease exposure, which reinforces the need for chemoprophylactic measures, such as the use of rifampicin. Objectives To synthesize the best available evidence regarding the effectiveness of rifampicin chemoprophylaxis for contacts of patients with leprosy, and to synthesize the best available evidence about the experience and acceptability of rifampicin chemoprophylaxis as reported by contacts and health professionals with practice in the treatment of leprosy or Hansen?s disease. Inclusion criteria Types of participants 1. In the quantitative component, individuals in contact with leprosy patients were included. In the qualitative component, in addition to contacts, health professionals with practice in the treatment of leprosy were included. Types of intervention(s)/phenomena of interest The quantitative component considered as intervention rifampicin at any dose, frequency and mode of administration and rifampicin combination regimens. The qualitative component considered as phenomena of interest the experience and acceptability of rifampicin chemoprophylaxis. Types of studies The quantitative component considered experimental and observational studies whereas the qualitative component considered studies that focused on qualitative data, including but not limited to designs such as phenomenology, grounded theory, ethnography, and action-research. Types of outcomes The quantitative component considered studies that reported on outcomes such as the development of clinical leprosy in contacts of patients who have leprosy, incidence rates, adverse effects, and safety/harmful effects of the intervention. Search strategy A three-step strategy for published and unpublished literature was used. The search for published studies included: PubMed, Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature, Cochrane Library, Scopus, Web of Science, National Institute for Health and Clinical Excellence, Latin American and Caribbean Health Sciences Literature; and Google Scholar and EVIPnet for unpublished studies. Studies published from the time of the respective database inception to January 2016 in English, Spanish, Portuguese, Japanese and Chinese were considered. Methodological quality Two reviewers independently assessed the studies for methodological quality using standardized critical appraisal instruments from the Joanna Briggs Institute. Data extraction Standardized data extraction tools developed by the Joanna Briggs Institute were used to extract quantitative and qualitative data from papers included in the review. Data synthesis Due to clinical and methodological heterogeneity in the interventions of the included studies, no statistical meta-analysis was possible. Quantitative and qualitative research findings are also presented in narrative form. Results Following critical appraisal, eight studies were included in this review, seven quantitative and one qualitative. The reduction in incidence of leprosy, using one dose of rifampicin in the first two years, was 56.5%; in the follow up period of 1-4 years, the reduction was 34.9%. The combination of rifampicin and the Bacillus Calmette-Guérin vaccine showed a protective effect against the disease of 80%. The only controlled clinical trial using two doses of rifampicin did not indicate effectiveness of the intervention. The qualitative findings showed social acceptability of rifampicin. Conclusions Chemoprophylaxis with one dose of rifampicin was found to be effective in preventing contacts of leprosy patients. Also, there is indication that this strategy is socially accepted. Keywords Acceptability, Chemoprophylaxis, Effectiveness, Leprosy, Rifampicin. Background Individuals in contact with patients who have leprosy have an increased risk of disease exposure, which reinforces the.
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2013 - 2016
VIGILANCIA EM CONTATOS DE HANSENIASE: INVESTIGAÇÃO DA INFECÇÃO PELO MYCOBACTERIUM LEPRAE E ESTUDO DE EFETIVIDADE DA QUIMIOPROFILAXIA NA PREVENÇÃO
Descrição: RESUMO: A manutenção da hanseníase na população infantil reflete fluxos de transmissão ativa. A enfermidade pode estar relacionada com contatos de doentes bacilíferos sem tratamento ou com a deficiência da busca ativa dos casos. Objetivos: Determinar a infecção do bacilo M. leprae entre contatos saudáveis utilizando o teste de antígeno glicolipídio fenólico 1 (PGL-1) e os testes de antígenos proteicos denominados LID -1, bem como analisar evidências da efetividade do uso da quimioprofilaxia para a prevenção em contatos de hanseníase. Método: Delineamento do primeiro objetivo: estudo transversal analítico, em contatos domiciliares de hanseniase residentes nos municípios de Cuiabá, Mato Grosso, no período de 2014 e 2016. As informações serão obtidas por meio de fichas individuais de investigação/notificação de hanseníase do Sinan/MT, prontuários e entrevistas. Para o gerenciamento e análise dos dados utilizar-se-á o software SPSS 20. Para as associações utilizar-se-á cálculo de odds ratio (OR) ao nível de significância de 5%. Delineamento do segundo objetivo: revisão sistemática. Coleta de dados em outubro de 2013 a fevereiro de 2014, disponibilizados em bases eletrônicas World Wide Web. Serão incluídos estudos primários. As referências identificadas serão gerenciadas por meio do software EndNote Web versão 3.0. Descritores: Hanseníase; Quimioprevenção; Mycobacterium Leprae; Contatos; Estudo Transversal; Revisão Sistemática..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Denise da Costa B Cortela - Integrante / Eliane Aparecida Silva - Integrante / Luciane Cardoso Gomes - Integrante / Bruna Hinnah Borges Martins de Freitas - Integrante.Financiador(es): Ministério da Saúde - Auxílio financeiro.
2013 - 2015
INDICADORES E DETERMINANTES CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS DE HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS, MATO GROSSO, BRASIL
Descrição: Objetivo: Analisar os indicadores e os determinantes clínicos e epidemiológicos de hanseníase em indivíduos menores de quinze anos registrados no Sistema Nacional de Agravos de Notificação de Mato Grosso, Brasil. Método: Estudo epidemiológico desenvolvido em três etapas que incluem: caracterização de 2455 casos novos de hanseníase em menores de quinze anos notificados no período de 2001 a 2013; identificação da tendência histórica dos indicadores epidemiológicos de hanseníase nesta população por meio do procedimento de Prais-Winster para análise de regressão linear generalizada; e comparação das características sociodemográficas, clínicas e epidemiológicas de 429 indivíduos notificados com hanseníase entre os municípios prioritários e os não prioritários, através do teste do qui-quadrado ao nível de significância de 5%, bem como a distribuição espacial destes municípios por meio do software ArcGis10.2. Resultados: O primeiro estudo indicou a incidência média de 22,7 casos por 100 mil habitantes em menores de quinze anos, a maior proporção de entrada foi do sexo masculino (51,6%; n= 1268) e da faixa etária de 10 a 14 anos (65%; n=1595). Dentre as características clínicas, 67,3% (n=1652) foram classificados como paucibacilares e 45,8%(n=1125) com lesão única. Quanto ao modo de detecção, 46,2% (n=1133) das entradas foram por demanda espontânea. Observou-se que 60,6% e 52,1% das informações acerca da realização de exame baciloscópico no diagnóstico e apresentação de episódio reacional, respectivamente, foram consideradas ignoradas e/ou não preenchidas. No segundo estudo, evidenciou-se uma tendência decrescente do coeficiente geral de incidência, com uma taxa anual média de -5,5% (IC 95%: -7,5 ? -3,5) e tendência de crescimento com incremento de 6,7% (IC 95%: 2,7 ?10,8) na proporção dos casos multibacilares, de 9,4% (IC 95%: 4,4 ? 14,7) dos casos diagnosticados com forma clínica dimorfa e de 14,0% (IC 95%: 7,9 ? 20,4) dos casos com incapacidade física grau 2 no momento do diagnóstico. Houve crescimento na tendência da proporção média dos contatos examinados, com incremento de 4,1% (IC 95%: 1,2 ? 7,1), enquanto que a média da proporção de cura no período foi considerada precária (39,7%), com tendência estacionária. O último estudo identificou que 73,9% (n=317) dos casos novos foram notificados em municípios prioritários. Observou-se diferença na proporção de casos registrados entre os municípios, com maior proporção nos prioritários quanto à idade de cinco a nove anos (χ²=4,09; p=0,043), raça branca (χ²=7,01; p=0,008) e forma clínica tuberculóide (χ²=3,89; p=0,048), e maior proporção nos não prioritários quanto à zona não urbana (χ²=24,23; p<0,001), duas a cinco lesões (χ²=5,93; p=0,014) e demanda espontânea (χ²=6,16; p=0,013). Dos 141 municípios do estado avaliados segundo a distribuição espacial, 58,1% (n=82) apresentaram coeficiente médio de incidência alto, muito alto e hiperendêmico, sendo que destes, 34,1% (n=28) contemplam o grupo dos prioritários. Conclusão: A tendência histórica do coeficiente médio de incidência da hanseníase em menores de quinze anos mostrou-se decrescente no período, todavia as características clínicas e epidemiológicas da doença e as tendências dos indicadores epidemiológicos indicam o diagnóstico tardio com permanência de fontes de transmissibilidade. A maioria dos casos foi registrada em municípios prioritários, entretanto ambos apresentam hiperendemicidade do agravo, influenciando nas respostas de controle da endemia no estado. Descritores: Hanseníase. Criança. Adolescente. Epidemiologia. Tendência..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Bruna Hinnah Borges Martins de Freitas - Integrante / CORTELA, DENISE DA COSTA BOAMORTE - Integrante.
2013 - 2014
Mortalidade por tuberculose em pessoas idosas, Mato Grosso, Brasil (2009-2013)
Descrição: A tuberculose como problema de saúde pública é relevante na população idosa frente, princialmente, a suscetibilidade aumentada ao adoecimento e reativação da doença. Tal fato pode estar relacionada a diminuição da imunidade celular, ao processo de envelhecimento imunológico. Apesar da eficácia dos medicamentos específicos contra o Mycobacterium Tuberculosis, resultado este observada pela cura de mais de 51 milhões de pessoas entre 1995 e 2011, observa-se elevado contingente de óbitos provocado pela doença (1.4 milhões). Acrescenta-se a esse cenário, o desenvolvimento da multirresistência as droga especificas que podem levar a ineficácia do seu controle, principalmente a essa população mais vulnerável. Estudo descritivo que tem como objetivo: Descrever as característica individuais e de tratamento no estado de Mato Grosso no período de 2009 a 2013. Fonte de dados: dar-se-á por meio de levantamento de dados do sistema de informação sobre mortalidade (DATASUS); para a análise dos dados utilizar-se-á para efeito de comparação o grupo de investigação (população idosas) e o grupo de adultos jovens. Variáveis em estudo demográficos, clínicos e de tratamento. Análise estatístico: descritiva..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
2011 - 2014
Condição da saúde bucal em indivíduos com hanseníase e a ocorrência de reações hansênicas
Descrição: O Mato Grosso apresenta um dos mais elevados coeficientes de detecção de casos novos de hanseníase no país, bem como um número elevado de recidivas o que demanda atenção prioritária e intensificação das medidas de controle para o alcance das metas pactuadas pela OMS (SES/MT, 2008; OPAS/MS, 2010). Um dos principais problemas que identifica a hanseníase como um relevante problema de saúde pública é seu potencial incapacitante e físico sustentado pela ocorrência de episódios reacionais e pelas recidivas. Somado a estes problemas observa-se também as complicações sistêmicas e em casos mais graves, a evolução para o óbito. Os quadros reacionais após a alta medicamentosa implicam na realização de diagnóstico diferencial de recidivas pela semelhança entre os sinais e sintomas de ambos, muitas vezes, acarretando atraso também na conduta terapêutica (TEIXEIRA et al., 2010). Por prejudicarem a qualidade de vida do doente têm contribuído, indiretamente, para a manutenção do estigma e medo relacionado à hanseníase, fatos que influenciam na realização do diagnóstico precoce, acompanhamento e tratamento, além de refletirem lacunas na atenção integral aos indivíduos doentes (VIRMOND, 2003b). Há fatores de risco comuns entre as recidivas e a ocorrência das reações hansênicas após alta poliquimioterápica, no entanto, discute-se também que algumas infecções, como as de origem odontogênicas, possam desencadear ou manter os episódios reacionais e entre as principais causas de óbito destacam-se as doenças infecciosas, renais e cardiovasculares. Não há estudos em Mato Grosso e em outras regiões que respondam estas discussões, no entanto, a parceria proposta pelo ?Instituo Lauro de Souza Lima? e a existência de um volume elevado de doentes no estado favorecem a viabilização, o desenvolvimento e a realização de pesquisas científicas que discutam e esclareçam tais abordagens, não obstante, a investigação e o controle dos fatores potencialmente capazes de desencadear os estados reacionais, as recidivas e aqueles relacionados à mortalidade em hanseníase são imprescindíveis para um efetivo controle da endemia, Uma das estratégias para redução adicional da carga da hanseníase no período de 2011 a 2015 é o aprimoramento da qualidade dos serviços de acompanhamento de complicações agudas e crônicas, incluindo a prevenção de incapacidades e deficiências (OPAS/MS, 2010). Assim, a identificação de condições individuais que predispõem as complicações da infecção hansênica e o conhecimento dos fatores potencialmente envolvidos na indução e/ou manutenção das reações, das recidivas e daqueles relacionados a mortalidade em hanseníase permitiria a introdução de medidas mais efetivas e pontuadas para a reestruturação da atenção integral, diminuição de incapacidades e fortalecimento das políticas de controle da doença..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Integrante / Eliane Ignotti - Coordenador / Denise da Costa B Cortela - Integrante / ALEKSANDRA ROSENDO DOS SANTOS RAMOS - Integrante / Marcos da Cunha Lopes Virmond - Integrante / Rosa Castália França Ribeiro - Integrante.Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso - Auxílio financeiro.
2007 - 2009
Fatores associados à ocorrência de recidiva em Hanseníase no Estado de Mato Grosso.
Descrição: O Estado de Mato Grosso situa-se como região hiperendêmica em Hanseníase. O surgimento de casos de recidiva e conseqüentemente a possível resistência medicamentosa aos quimioterápicos específicos é vista como uma das causas para ineficácia do tratamento. Objetivo: analisar a ocorrência de casos de recidiva diagnosticados em unidades especializadas do Estado de Mato Grosso quanto às características individuais, clínico-laboratoriais, epidemiológicas, terapêuticas e de organização de serviços. Método: trata-se de estudo epidemiológico desenvolvido em duas etapas, que incluem: análise de 323 registros de casos de recidiva em hanseníase no Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN/MT) diagnosticada em unidades básicas de saúde (UBs) e em unidades especializadas (UE), quanto aos aspectos clínico-laboratoriais e distribuição geográfica nos municípios do Estado de Mato Grosso no período de 2004-2006 e de um estudo caso-controle para identificar os fatores associados para a ocorrência de recidiva em hanseníase dos diagnósticos em UE nos municípios de Cáceres, Cuiabá, Diamantino, Rondonópolis e Várzea Grande do Estado, assim como, comparar as proporções das características clínico-laboratoriais durante o tratamento inicial e tratamento de recidiva. As variáveis foram classificadas quanto às características relacionadas ao individuo, à doença e ao serviço de saúde..
Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.


Projetos de extensão


2018 - Atual
II Mostra e Atividades Cientificas Pós-Graduação em Saúde e Ambiente - UNIC
Descrição: O mestrado acadêmico em ambiente e saúde traz a luz e reflexão, as possíveis consequências da utilização inadequada dos recursos ambientais de forma desregrada, evidenciando por meio do conhecimento científico a severidade da utilização dos recursos naturais e ambientais de forma desenfreada. Com a preocupação de formar e qualificar pesquisadores em saúde e ambiente que refletissem a cerca dessa temática fez-se necessário a criação deste programa de mestrado. E com o intuito de divulgar o programa de mestrado acadêmico em ambiente e saúde e expor a comunidade acadêmica os trabalhos dos mestrandos e fomentar conhecimentos científicos em questão se faz essencial esse evento..
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (3) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Jefferson Tennesse da Silva Vicente - Integrante / Vanessa Gama Freitas de Matos - Integrante / Walquiria Shimoya Bittencourt - Integrante / Cristina Márcia de Menezes Butakka - Integrante / Ariele Assunção Ramos de Souza - Integrante / Laura Arenhart Silva - Integrante / Natália Fazioni Cordovês - Integrante.
2017 - 2017
1ª ENCONTRO CIENTÍFICO EM AMBIENTE E SAÚDE Amostra científica e palestra
Descrição: A associação entre o homem, ambiente e saúde está cada dia mais presente na sociedade. A Epidemiologia, a biologia molecular e a interface relacionados aos problemas biopsicoespirituais que podem interferir na relação com o ambiente, no seu aspecto holístico, sustentam as evidencias cientificas entre o homem e o ambiente e a sua saúde. Trataremos de oferecer aos participantes do evento uma visão, a partir da metodologia, dos estudos epidemiológicos quando focalizamos o conhecimento científico, a compreensão de como utilizar, em que situações e como analisar os resultados dos estudos epidemiológicos em saúde ambiental. Esse contexto é também constituído de práticas sociais que definem para que e para quem a Epidemiologia servirá e que impacto social poderemos esperar de seu uso. O mestrado acadêmico em ambiente e saúde traz a luz e reflexão, as possíveis consequências da utilização inadequada dos recursos ambientais de forma desregrada, evidenciando por meio do conhecimento científico a severidade da utilização dos recursos naturais e ambientais de forma desenfreada. Com a preocupação de formar e qualificar pesquisadores em saúde e ambiente que refletissem a cerca dessa temática fez-se necessário a criação deste programa de mestrado. E com o intuito de divulgar o programa de mestrado acadêmico em ambiente e saúde e expor a comunidade acadêmica os trabalhos dos mestrandos em andamento, atrair novos mestrandos na área em questão e realizar uma reflexão junto comunidade acadêmica acerca dos aspectos que envolvem a Ecotoxicologia e seus princípios básicos. Torna-se imprescindível a realização deste mine curso relacionado ao 1° Encontro Cientifico em Ambiente e Saúde..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Ageo Mário Cândido da Silva - Integrante / Claudia Moreira de Lima - Integrante / Jefferson Tennesse da Silva Vicente - Integrante / Luciana Goes Campelo - Integrante / Vanessa Gama Freitas de Matos - Integrante / Igor Rian Bonelli de Oliveira - Integrante / Walquiria Shimoya Bittencourt - Integrante / Cristhiane Almeida Leite - Integrante.
2017 - 2017
1ª ENCONTRO CIENTÍFICO EM AMBIENTE E SAÚDE Minicurso ? Ecotoxicologia
Descrição: A associação entre o homem, ambiente e saúde está cada dia mais presente na sociedade. As ações antrópicas no ambiente e os efeitos ecotoxicológicos, interferem diretamente no ecossistema e este por sua vez afeta a saúde da população desequilibrando a homeostasia dos sistemas orgânicos. O quesito biológico do sujeito deve ser evidenciado. O estudo dos efeitos tóxicos das substâncias químicas data do início do século XIX, transformando-se em uma ciência chamada de toxicologia. Com o aumento da disponibilidade de produtos químicos, propiciado pelo avanço tecnológico, a toxicologia ganhou importância com o objetivo de proteger a sociedade dos efeitos tóxicos. Compreender os princípios da Ecotoxicologia, a origem, os efeitos, os mecanismos de ação, disposição e interações dos agentes tóxicos com os sistemas biológicos e seu impacto ambiental se faz necessário na relação entre o homen e o ambiente. O mestrado acadêmico em ambiente e saúde traz a luz e reflexão, as possíveis consequências da utilização inadequada dos recursos ambientais de forma desregrada, evidenciando por meio do conhecimento científico a severidade da utilização dos recursos naturais e ambientais de forma desenfreada. Com a preocupação de formar e qualificar pesquisadores em saúde e ambiente que refletissem a cerca dessa temática fez-se necessário a criação deste programa de mestrado. E com o intuito de divulgar o programa de mestrado acadêmico em ambiente e saúde e expor a comunidade acadêmica os trabalhos dos mestrandos em andamento, atrair novos mestrandos na área em questão e realizar uma reflexão junto comunidade acadêmica acerca dos aspectos que envolvem a Ecotoxicologia e seus princípios básicos. Torna-se imprescindível a realização deste mine curso relacionado ao 1° Encontro Cientifico em Ambiente e Saúde..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Ageo Mário Cândido da Silva - Integrante / Claudia Moreira de Lima - Integrante / Jefferson Tennesse da Silva Vicente - Integrante / Luciana Goes Campelo - Integrante / Vanessa Gama Freitas de Matos - Integrante / Igor Rian Bonelli de Oliveira - Integrante / Walquiria Shimoya Bittencourt - Integrante / Cristhiane Almeida Leite - Integrante / Rosemary Matias - Integrante / Silvio Favero - Integrante.
2016 - 2016
Vigilância em Contatos de Hanseníase
Descrição: A hanseníase é considerada como importante problema de saúde pública. Em 2015 foram registrados 213.899 casos novos de hanseníase, em âmbito mundial. No Brasil, nesse mesmo ano, foram notificados 33.955 casos com uma taxa de detecção de 17,8/100 mil habitantes. O país contribui com 92,4% do total dos registros das Américas e é o segundo lugar em número absoluto, superados apenas pela índia. Após a poliquimioterapia (PQT) observou-se a cura de mais de onze milhões de pacientes de hanseníase. Neste cenário, vislumbrou-se a eliminação da hanseníase como problema de saúde pública, em nível nacional, em resposta a redução média anual de 4% observada nas últimas décadas. Entretanto, em algumas regiões brasileiras como Mato Grosso houve manutenção de áreas hiperendemicas, incluindo a capital do Estado, Cuiabá, que é considerada uma região hiperendêmica em hanseníase. Pesquisas indicam que ter casos atuais de hanseníase na família está associado a um risco 2,9 vezes maior de um membro sadio dessa família contrair a doença e que o risco aumenta (5 vezes) quando já tiver na família um caso pregresso da doença. Entre as novas ferramentas de valor preditivo em hanseníase para detecção de anticorpos contra o bacilo Mycobcterium leprae em amostras de sangue ou soro estão o teste de antígeno glicolipídio fenólico 1 (PGL-1) e os testes de antígenos proteicos denominados LID -1 (proteína de fusão que compreende fragmentos das proteínas ML0405 e ML2331 e glicolipídios ND-O, PGL-1 sintético) do M. leprae. Desenvolvido pelo IDRI (Infectious Disease Research Institute) em conjunto com a empresa brasileira Orange Life (OL), encontra-se registrado junto à ANVISA. Apresentado como ?teste rápido? apresenta 95% de sensibilidade para hanseníase multibacilar e 100% de especificidade. Dentre outras estratégias vistas como promissoras para a vigilância da hanseníase em contatos de pacientes com a doença estão a aplicabilidade destes testes destacados acima, e principalmente avaliação dos contatos intradomiciliares e de vizinhança. Deste modo, a vigilância em hanseníase é uma estratégia fundamental, e quando aliada a busca ativa dos casos realizados por profissionais de saúde, principalmente quando realizado por acadêmicos de enfermagem, traz a lume resultados importantes como realizado neste projeto de extensão..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (70) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Denise da Costa B Cortela - Integrante / Luciane Cardoso Gomes - Integrante / Eliane Ignotti - Integrante.
2015 - 2016
Atenção aos pacientes da terceira idade cadastrados no Programa Hiperdia.
Descrição: Diabetes é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por hiperglicemia e associada à complicações, disfunções e insuficienciência de vários órgãos, especialmente olhos, rins, nervos, cérebro, coração e vasos sanguíneos. O cuidado integral com Diabetes Melittus e suas complicações é um desafio para a equipe de saúde especialmente no sentido de ajudar a pessoas a conviver com essa doença crônica que requer mudanças no modo de viver, envolvendo a vida de seus familiares e amigos na casa e no social. Tendo em vista a cronicidade do diabetes, a educação em saúde, implica em capacitar os indivíduos com doença à problematizar sobre sua condição, desencorajando a acomodação e discutindo as opções, visando a mudança de uma realidade passível de ser mudada por eles. A Hipertensão arterial ou pressão alta é uma doença caracterizada pela elevação dos níveis tensionais do sangue. É uma síndrome metabólica geralmente acompanhada por outras alterações, como a obesidade. Cerca de 20% da população brasileira é portadora de hipertensão, sendo 50% da população com obesidade tem a doença. A hipertensão pode acontecer quando nossas artérias sofrem algum tipo de resistência, perdendo a capacidade de contrair e dilatar, ou então quando o volume se torna muito alto, exigindo uma velocidade maior para circular. Hoje a hipertensão é a principal causa de morte no mundo, pois pode favorecer uma série de outras doenças. Tendo em vista a importância da prevenção e tratamento da doença e a necessidade de um trabalho continuo que visa a manutenção da saúde de Hipertensos e Diabéticos faz-se necessária a abordagem do assunto junto a comunidade..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (6) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Alessandra Pilonetto - Integrante / Ariely D. Souza Martins - Integrante / Cintia de Oliveira Silva - Integrante / Hellen Thieni Dias de Carvalho - Integrante / Ítala Carvalho Fraga Pinto - Integrante / Loisane Camila de Souza Figueiredo - Integrante.
2015 - 2015
Capacitação das Agentes Comunitárias de Saúde
Descrição: No Brasil, atualmente, mais de 200 mil agentes comunitários de saúde estão em atuação, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, com ações de promoção e vigilância em saúde. O Ministério da Saúde reconhece que o processo de qualificação dos agentes deve ser permanente. Nesse sentido, viu-se a necessidade de realizar a capacitação das Agentes de Saúde da Unidade Básica de Saúde do bairro Campo Velho para atender a população adstrita visando a qualidade de assistência do bairro Campo Velho, Cuiabá, Mato Grosso..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (6) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Alessandra Pilonetto - Integrante / Ariely D. Souza Martins - Integrante / Cintia de Oliveira Silva - Integrante / Hellen Thieni Dias de Carvalho - Integrante / Ítala Carvalho Fraga Pinto - Integrante / Loisane Camila de Souza Figueiredo - Integrante.
2014 - 2014
I CURSO DE REVISÃO SISTEMÁTICA
Descrição: Trata-se de um curso de revisão sistemática, baseado no método Joana Briggs do Instituto Colaborador Joana Briggs, que visa proporcionar conhecimentos teóricos e práticos atualizados sobre este tipo de estudo. Propõe a introdução de aspectos teóricos da revisão sistemática e proporciona oportunidades de desenvolvimento das habilidades necessárias para planejar, conduzir e divulgar revisões sistemáticas..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (5) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Cássia Baldini Soares - Integrante / Annelita Almeida Oliveira Reiners - Integrante / Juliana Takahashi - Integrante / Gisela Soares Brunken - Integrante.
2013 - 2013
Capacitação para enfermeiros em Plano de Trabalho Anual (PTA)
Descrição: Considerando as bases legais do SUS e sua relação com o planejamento em saúde é necessário o conhecimento acerca do plano de trabalho anual (PTA), e sua aplicação no sistema de saúde vigente no Brasil. Os enfermeiros são os profissionais que desenvolvem o Plano de Trabalho Anual nas unidades básicas de saúde. Portanto, é necessário capacitar os enfermeiros favorecendo uma atuação profissional técnico-científico de forma integral, que venha contribuir para um conjunto de práticas sociais, éticas e políticas que se processa pelo ensino e pesquisa, refletindo uma assistência de qualidade..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (6) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Lisabelle Carla Quevedo Gomes - Integrante / Mariana Rosa Soares - Integrante / Neize Oliveira de Arruda - Integrante / Silvana da Cruz Silva - Integrante / Micheline Lopes de Albuquerque Souza - Integrante / Flávia Silva de Sousa Rodrigues - Integrante / Thiago Salomão Bessa - Integrante.
2013 - 2013
Ações de Combate e Controle ao Câncer de Mama e de Colo de Útero no ?Outubro Rosa?
Descrição: Tendo em vista as altas taxas de incidência e letalidade do Câncer de mama e Colo De Útero em mulheres, torna-se necessário que seja realizado juntamente com os profissionais e acadêmicos da área da saúde ações que visem à detecção precoce destas doenças. Através da Campanha Mundial intitulada ?Outubro Rosa?, são desenvolvidas, além de ações de conscientização das mulheres quanto a prevenção de Câncer de Colo de Útero e de Mama, ações que proporcionam aumento da oferta de exames de detecção e aconselhamentos sobre estes problemas de saúde. Desse modo, durante as atividades da campanha ?Outubro Rosa? considerando o aumento da demanda nas unidades de saúde, a parceria entre profissionais e acadêmicos de enfermagem para atender estas mulheres é de grande relevância..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (6) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Integrante / Lisabelle Carla Quevedo Gomes - Integrante / Mariana Rosa Soares - Integrante / Neize Oliveira de Arruda - Integrante / Silvana da Cruz Silva - Integrante / Micheline Lopes de Albuquerque Souza - Coordenador / Flávia Silva de Sousa Rodrigues - Integrante / Thiago Salomão Bessa - Integrante.
2013 - 2013
Saúde bucal em escolares: uma abordagem preventiva assistencial em enfermagem
Descrição: O estudo tem a preocupação com higiene bucal e a prevenção contra as caries e inflamações de gengivas, escovação dos dentes das crianças em fase escolar. Sendo assim a saúde bucal das crianças e uma área de saúde pública que visa a prevenção e promoção da higiene bucal. As crianças de um modo geral necessitam em seu ambiente escolar e doméstico de momentos que possam estar falando e trocando ideias sobre a higiene bucal. As escolas que investe nesse momento ganham motivação no envolvimento, no compromisso de seus alunos para o aprendizado. Tendo por esses pressupostos que através deste projeto de extensão intitulado Saúde bucal: uma abordagem preventiva assistencial em enfermagem uma equipe composta por acadêmicos do 9º semestre matutino da disciplina de estagio supervisionado de saúde coletiva do curso de graduação da Faculdade de Enfermagem da Universidade de Cuiabá (UNIC).Sob a Supervisão de uma docente doutora..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (9) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Abner Eliezer Lourenço - Integrante / Adriana Bezerra Souza - Integrante / Adriana Samira de O. Lima - Integrante / Catarina Ferreira Souza - Integrante / Dagmar Paz Leandro - Integrante / Evarista Neves A. de Amorim - Integrante / Luciane Cardoso Gomes - Integrante / Maria Aparecida Gonçalves Azevedo - Integrante / Shirley Rosa - Integrante.
2013 - 2013
Higiene pessoal e infestação por Pediculose em escolares
Descrição: A escola é um local que pode influir na saúde e no bem-estar dos alunos, a educação em saúde promove os conhecimentos específicos e atitudes relacionadas a esta, proporcionando melhor desenvolvimento físico e psicológico, o que influencia o bem-estar de toda comunidade. A infestação de piolhos em meio a um aglomerado de crianças é um sério problema enfrentado pela maioria das Instituições Educacionais. A higiene pessoal e uma ação de grande importância, uma vez que influencia diretamente no processo saúde- doença do individuo, pois constitui uma ação de promoção da saúde e prevenção de doenças. A pediculose é uma infestação muito comum na idade escolar e que pode causar anemia, déficit de atenção, prurido com desencadeamento de lesões do couro cabeludo e infecções secundarias de modo a prejudicar o crescimento e desenvolvimento da criança. Dessa forma, se faz imprescindível desenvolver ações de educação continuada que visem transmitir conhecimentos sobre os assuntos citados justificando-se a realização do presente projeto de extensão..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (9) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Abner Eliezer Lourenço - Integrante / Adriana Bezerra Souza - Integrante / Adriana Samira de O. Lima - Integrante / Catarina Ferreira Souza - Integrante / Dagmar Paz Leandro - Integrante / Evarista Neves A. de Amorim - Integrante / Luciane Cardoso Gomes - Integrante / Maria Aparecida Gonçalves Azevedo - Integrante / Shirley Rosa - Integrante.
2013 - 2013
I Ciclo de Estudos em Assistência à Saúde e Espiritualidade
Descrição: Na abordagem ao paciente, na área da saúde há necessidade de se conhecer aspectos que envolvem o bio-psico e espiritual atuando na assistência de forma humanitária e holística. Objetivo: Proporcionar conhecimentos em assistência à saúde e espiritualidade em consonância à abordagem biopsicoesperitual, visando contribuir para a melhoria da integralidade da prática da assistência ao individuo, bem como sua família..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (12) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Micheline Lopes - Integrante / Flávia Silva de Sousa - Integrante / Gleide Gomes da Silva - Integrante / Jucelania de Oliveira Duarte - Integrante / Lelia Cristina Minalli Penna - Integrante / Lisabelle Carla Quevedo Gomes - Integrante / Mariana Rosa Soares - Integrante / Neize Oliveira de Arruda - Integrante / Silvana da Cruz Silva - Integrante / Sonia Marcia de Miranda - Integrante / Thaianny Almeida Passarelli - Integrante / Thiago Dalomão Bessa - Integrante.
2012 - 2012
Monitoramento da Tuberculose em Cuiabá: Integração ensino-serviço
Descrição: A integração serviço e ensino são fundamentais para a formação de profissionais qualificados para o mercado de trabalho. Neste contexto, a Faculdade de Enfermagem da Universidade de Cuiabá (UNIC) em parceria com a Secretaria do Município de Cuiabá (SMS) tem como proposta implementar as ações de atenção a saúde com enfoque ao agravo da tuberculose. Neste sentido o presente projeto tem como objetivo: Integrar à equipe de monitoramento das açoes de tuberculose da SMS com intuito de contribuir para o seu controle ..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (25) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Lúcia de Barros - Integrante / Brasilina Silveira de Faria - Integrante / Claudia Backer - Integrante.
2012 - 2012
atualização em tuberculose: integração ensino-serviço
Descrição: A integração serviço e ensino são fundamentais para a formação de profissionais qualificados para o mercado de trabalho. Neste contexto, a Faculdade de Enfermagem da Universidade de Cuiabá (UNIC) em parceria com a Secretaria do Município de Cuiabá (SMS) tem como proposta implementar as ações de atenção a saúde com enfoque ao agravo da tuberculose. Neste sentido o presente projeto tem como objetivo: capacitar os discentes do 9º semestre de enfermagem quanto a atualização clínica e terapêutica da tuberculose e também, quanto aos aspectos da Infecção latente desse agravo (ILTB) com intuito de contribuir para o seu controle ..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (9) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Brasilina Silveira de Faria - Integrante.
2010 - 2010
Ações educativas destinado ao grupo de escolares do ensino fundamental
Descrição: O enfermeiro tem como uma de suas atribuições o papel de educador. As ações educativas em saúde da comunidade infantil visa o aprimoramento do conhecimentos de prevenção da saúde básica, quanto ao desenvolvimento do crescimento e desenvolvimento (avaliação), higienização corporal/bucal, avaliação do estado vacinal..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (6) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Anny Karoline Freire - Integrante / Francielly Carnaúba Freitas - Integrante / Maria Eva C. Santos - Integrante / Larissa Cristine Taques - Integrante / Polyana M. Amado - Integrante / Mayara Conci Bubons - Integrante.
2010 - 2010
Ação educativa para grupo de escolares de nível médio
Descrição: O enferrmeiro tem como uma das sus atribuições o papel de educador. As ações educativas voltados para grupo de escolares tem como objetivo proporcionar conhecientos teóricos/praticos sobre: educação sexual, doenças sexulamente transmissiveis, conhecimento do desenvolvimento biopsicosocial como subsiduos para a manutenção e prevenção á sua saúde..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (5) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Raiane Carneiro da Costa - Integrante / Eunice Aline A. de Souza - Integrante / Bruna de Melo Amorim - Integrante / Sonia Cristina lopes Dias - Integrante / Elizabeth Fernanda da Silva - Integrante.
2009 - 2009
Ações preventivas em saúde coletiva: Uma abordagem assistencial, organizacional e educativa para a clientela infantil da Creche São Francisco de Assis de Cuiabá ? MT
Descrição: As creches vêm servindo desde o século XIX, com a finalidade de abrigar crianças que os pais iam para a guerra e as mães por sua vez, tinham que trabalhar fora de casa para sustentarem sua família. Nos anos 50 surgiu a lei que previam que as mães que amamentavam poderiam sair dos seus empregos por meia hora, duas vezes ao dia. Com o passar dos anos as leis foram mudando defendendo as crianças e adolescentes. A creche não veio substituir as mães. Veio ajudá-las enquanto estas trabalham fora de caso. A educação principal quem da são os pais. A creche nos auxilia a desenvolver capacidade e conhecimentos corporais, afetivos, emocionais, estéticos e éticos. Compreender o que acontece com as famílias, entender seus valores ligados a procedimentos disciplinares com as pessoas, auxilia na construção conjunta de ações. Autores destacam que os primeiros anos de vida da criança são um período de formação de hábitos, que poderão durar por toda a vida, tais como o cuidado de si, da própria saúde (Martins e Veríssimo, 2006). Sendo assim, a instituição educativa se constitui excelente lugar para aplicação de programas de promoção da saúde, que podem contribuir para a melhoria das práticas de cuidado diretamente oferecido às crianças, bem como estimular a adoção de hábitos saudáveis desde a infância. A enfermagem é uma profissão que tem como essência o cuidado humano, busca assistir o indivíduo, na família e na comunidade de forma integral e holística, desenvolvendo de forma autônoma ou em equipe atividades de promoção e proteção da saúde, bem como de prevenção e recuperação de doenças. Este projeto teve como objetivo: proporcionar conhecimento básico sobre ações preventivas em saúde coletiva e aplicar uma abordagem assistencial, organizacional e educativa..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (6) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Emily de O. Pires - Integrante / Eliana Reis - Integrante / Elaine Goulart de Souza - Integrante / Lozinete Sampaio - Integrante / Michele Neves - Integrante / Tatiane Paz de Almeida Tibaldi - Integrante.
2009 - 2009
Saúde do Trabalho: uma abordagem preventiva assistencial em enfermagem
Descrição: O estudo e a preocupação com os ambientes de trabalho e sua influência no processo saúde-doença dos trabalhadores não é recente e com a evolução histórica das sociedades, as formas de apreender, de se lidar com a relação entre o trabalho e a saúde dos trabalhadores assim como os conceitos foram se modificando, e de Medicina do Trabalho, ampliou-se para o de Saúde Ocupacional, até chegarmos aos dias de hoje na concepção de Saúde do Trabalhador. Assim hoje a Saúde do Trabalhador é uma área da Saúde Pública que visa intervir nas relações entre o trabalho e a saúde, promovendo e protegendo a saúde dos trabalhadores através das ações de vigilância dos riscos presentes nos ambientes e condições de trabalho, dos agravos à saúde do trabalhador e a organização e prestação da assistência aos trabalhadores, compreendendo procedimentos de diagnóstico, tratamento e reabilitação de forma integrada, no SUS, estando incluída e perpassando por todas essas ações a educação em saúde. Desenvolver junto aos trabalhadores da empresa SELCO do município de Cuiabá, um processo de reflexão sobre suas condições de trabalho, o processo saúde-doença a que estão submetidos e a partir destas reflexões, estimular a prevenção destas doenças e a promoção da saúde em ambiente de trabalho..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (8) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Carla de Camargo Viana - Integrante / Amanda Tarusca Rodrigues Borges - Integrante / Emily de O. Pires - Integrante / Eliana Reis - Integrante / Elaine Goulart de Souza - Integrante / Rafael Racis Viana - Integrante / Àquila Almeida de Magalhães - Integrante / Lídia Marques Perpétuo - Integrante / Tatiane Paz de Almeida Tibald - Integrante.
2008 - 2008
DIAGNÓSTICO SITUCIONAL DAS MULHERES ATENDIDAS PARA COLETA DE CCO E EXAME CLÍNICO DAS MAMAS
Descrição: É fundamental que os serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo, pois a sua realização periódica permite reduzir a mortalidade por câncer do colo do útero na população de risco. O exame preventivo do câncer do colo do útero (exame de Papanicolaou) consiste na coleta de material citológico do colo do útero, sendo coletada uma amostra da parte externa (ectocérvice) e outra da parte interna (endocérvice). Este estudo objetivou Conhecer a situação clinica/ginecológica das mulheres atendidas para coleta de CCO e exame clinico das mamas em uma unidade de saúde da região centro-leste de Cuiabá Mato Grosso..
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Relva cristina S. M. Teixweira - Integrante / Tatiane Peres - Integrante.


Outros Projetos


2017 - Atual
I ENCONTRO CIENTIFICO EM AMBIENTE E SAÚDE
Descrição: A associação entre o homem, ambiente e saúde está cada dia mais presente na sociedade. As ações antrópicas no ambiente e os efeitos ecotoxicológicos, interferem diretamente no ecossistema e este por sua vez afeta a saúde da população desequilibrando a homeostasia dos sistemas orgânicos. O quesito biológica do sujeito deve ser evidenciado e remontado, porem os aspectos que envolvem a biopsicoespiritualidade também necessitam ser discutidos e expostos a população, sendo que o ser humano deve ser visto de modo holístico. O mestrado acadêmico em ambiente e saúde traz a luz e reflexão, as possíveis consequências da utilização inadequada dos recursos ambientais de forma desregrada, evidenciando por meio do conhecimento científico a severidade da utilização dos recursos naturais e ambientais de forma desenfreada. Com a preocupação de formar e qualificar pesquisadores em saúde e ambiente que refletissem a cerca dessa temática fez-se necessário a criação deste programa de mestrado. E com o intuito de divulgar o programa de mestrado acadêmico em ambiente e saúde e expor a comunidade acadêmica os trabalhos dos mestrandos em andamento, atrair novos mestrandos na área em questão e realizar uma reflexão junto comunidade acadêmica acerca dos aspectos que envolvem a biopsicoespiritualidade humana e o adoecer. Torna-se imprescindível a realização desta amostra da 1° encontro cientifico em ambiente e saúde. ? Desenvolver e compreender os princípios da Ecotoxicologia, a origem, os efeitos, os mecanismos de ação, disposição e interações dos agentes tóxicos com os sistemas biológicos e seu impacto ambiental; ? Difundir a área de pesquisa em ambiente e saúde e os aspectos que norteiam sua atuação; ? Elucidar a importância do equilíbrio biopsicoespiritual associado ao ambiente e a saúde; ? Divulgar o programa de mestrado acadêmico em ambiente e saúde; ? Publicar os trabalhos apresentados em Anais do Evento; Conteúdo Propostos: ? Ecotoxicologia; ? Saúde e Ambiente na Pesquisa Epidemiológica; ? Tutela Constitucional do Meio Ambiente; ? Equilíbrio Biopsicoespiritual e Influência no Ambiente; ? O uso de Agrotóxico e o surgimento da Depressão; ? Apresentação Modalidade Pôster..
Situação: Em andamento; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (5) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador / Isabelle Côsso - Integrante / Marilia Marquioreto Benevides - Integrante / Claudia Moreira de Lima - Integrante / Jefferson Tennesse da Silva Vicente - Integrante / Luciana Goes Campelo - Integrante / Vanessa Gama Freitas de Matos - Integrante / Igor Rian Bonelli de Oliveira - Integrante.
2011 - 2011
Capacitação para discente da Faculdade de Enfermagem (UNIC): Atualização clínica, terapêutica e Infecção latente da tuberculose uma integração serviço e ensino
Descrição: A integração serviço e ensino são fundamentais para a formação de profissionais qualificados para o mercado de trabalho. Neste contexto, a Faculdade de Enfermagem da Universidade de Cuiabá (UNIC) em parceria com a Secretaria do Município de Cuiabá (SMS) tem como proposta trabalhar justos para implementar as ações de atenção a saúde com enfoque ao agravo da tuberculose. Neste sentido o presente projeto tem como objetivo: capacitar os discentes do 9º semestre de enfermagem quanto a atualização clínica e terapêutica da tuberculose e também, quanto aos aspectos da Infecção latente desse agravo (ILTB) com intuito de contribuir para o seu controle ..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação: (35) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador.
2011 - 2011
Capacitação para discente da Faculdade de Enfermagem (UNIC): Indicadores epidemiológicos de acompanhamento de casos de tuberculose uma integração serviço e ensino.
Descrição: A integração serviço e ensino são fundamentais para a formação de profissionais qualificados para o mercado de trabalho. Neste contexto, a Faculdade de Enfermagem da Universidade de Cuiabá (UNIC) em parceria com a Secretaria do Município de Cuiabá (SMS) tem como proposta trabalhar justos para implementar as ações de atenção a saúde com enfoque ao agravo da tuberculose. Neste sentido o presente projeto tem como objetivo: capacitar os discentes do 9º semestre de enfermagem quanto a análise dos indicadores epidemiológicos de acompanhamento de casos de tuberculose com intuito de contribuir para o seu controle..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação: (25) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador.
2011 - 2011
Capacitação para docentes da Faculdade de Enfermagem: Introdução aos desenhos de estudos epidemiológicos e Revisão sistemática.
Descrição: O Núcleo de Estudos e Pesquisa em Saúde (GEPCS) da Faculdade de Enfermagem (UNIC) congrega pesquisadores na área para o estudo, produção e aplicação de saberes no campo da saúde, cidadania, políticas públicas e na práxis da enfermagem. Tem como objetivos: proporcionar estudos e pesquisas na abordagem das linhas de pesquisa processo saúde e doença, gestão de pessoas e serviços de saúde e educação e saúde, contribuindo para a inserção de trabalhos científicos no contexto da saúde brasileira; promover a participação dos alunos integrados ao ensino e extensão na pesquisa científica; contribuir para a formação de pesquisadores internos e externos da universidade. A importância da inserção de alunos em iniciação cientifica a partir de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) incluso no regimento interno do curso de enfermagem em 2011 traz nova perspectiva na unidade curricular do curso de enfermagem. Neste contexto, este projeto de capacitação metodológica (2º módulo) dos docentes da faculdade de enfermagem visa o aprimoramento dos conhecimentos quanto à metodologia dos estudos epidemiológicos e revisão sistemática aos professores para a qualidade do ensino..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
2011 - 2011
Capacitação para docentes da Faculdade de Enfermagem (UNIC): metodologia adotada pela UNIC para formatação, estruturação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), construção de artigos científicos e regimento interno do grupo de pesquisa da Faculdade de E
Descrição: O Núcleo de Estudos e Pesquisa em Saúde (GEPCS) da faculdade de enfermagem (UNIC) congrega pesquisadores da área para o estudo, produção e aplicação de saberes no campo da saúde, cidadania, políticas públicas e na práxis da enfermagem. Tem como objetivos: proporcionar estudos e pesquisas na abordagem das linhas de pesquisa processo saúde e doença, gestão de pessoas e serviços de saúde e educação e saúde, contribuindo para a inserção de trabalhos científicos no contexto da saúde brasileira; promover a participação dos alunos integrados ao ensino e extensão na pesquisa científica; contribuir para a formação de pesquisadores internos e externos da universidade. A importância da inserção de alunos em iniciação cientifica a partir de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) incluso no regimento interno do curso de enfermagem em 2011 traz nova perspectiva na unidade curricular do mesmo. Neste contexto, este projeto de capacitação metodológica (1º módulo) dos docentes da faculdade de enfermagem visa o aprimoramento dos conhecimentos quanto aspectos metodológicos adotado pela UNIC para formatação, estruturação de trabalhos de conclusão de curso (TCC), construção de artigos científicos e regimento interno do grupo de pesquisa da faculdade de enfermagem (GEPECS aos professores para a qualidade do ensino..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
2011 - 2011
Capacitação para discente da Faculdade de Enfermagem (UNIC): Planejamento em serviço de saúde voltado ao agravo da tuberculose uma integração serviço e ensino.
Descrição: A integração serviço e ensino são fundamentais para a formação de profissionais qualificados para o mercado de trabalho. Neste contexto, a Faculdade de Enfermagem da Universidade de Cuiabá (UNIC) em parceria com a Secretaria do Município de Cuiabá (SMS) tem como proposta trabalhar justos para implementar as ações de atenção a saúde com enfoque ao agravo da tuberculose. Neste sentido o presente projeto tem como objetivo: capacitar os discentes do 9º semestre de enfermagem quanto a planejamento em serviço de saúde voltado ao agravo da tuberculose com enfoque ao Plano de Saúde Municipal 2010 a 2013 com intuito de contribuir para o alcance das metas estabelecidas para o agravo..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação: (40) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador.
2001 - 2011
Semana Mundial de combate à tuberculose: Integração serviço e ensino
Descrição: A integração serviço e ensino são fundamentais para a formação de profissionais qualificados para o mercado de trabalho. Neste contexto, a Faculdade de Enfermagem da Universidade de Cuiabá (UNIC) em parceria com a Secretaria do Município de Cuiabá (SMS) tem como proposta trabalhar justos para implementar as ações de atenção a saúde com enfoque ao agravo da tuberculose. Neste sentido o presente projeto tem como objetivo: Realizar ações de vigilância a saúde em tuberculose como: busca ativa de sintomático respiratório, educação em saúde e busca de casos de abandono em comunidades domiciliares, escolas, empresas e outras com intuito de contribuir para o controle desse agravo..
Situação: Concluído; Natureza: Outra.
Alunos envolvidos: Graduação: (30) .
Integrantes: Silvana Margarida Benevides Ferreira - Coordenador.


Revisor de periódico


2016 - Atual
Periódico: Revista Brasileira de Enfermagem
2016 - Atual
Periódico: The JBI Database of Systematic Reviews and Implementation Reports
2017 - Atual
Periódico: Acta Paulista de Enfermagem
2012 - Atual
Periódico: Cadernos de Saúde Pública (Online)


Revisor de projeto de fomento


2017 - Atual
Agência de fomento: Fundação de Apoio a Pesquisa do Estado de São Paulo


Áreas de atuação


1.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva.
2.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem.
3.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Epidemiologia.


Idiomas


Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.


Prêmios e títulos


2002
homenagem ao atendimento a criança em saúde pública1!, 1º Congresso Matogrossense de Enfermagem pediátrica.
1995
Benemérito, Associação de Bairro - Dom Aquino.


Produções



Produção bibliográfica
Artigos completos publicados em periódicos

1.
FREITAS, BRUNA HINNAH BORGES MARTINS DE2018FREITAS, BRUNA HINNAH BORGES MARTINS DE ; XAVIER, DIEGO RICARDO ; CORTELA, DENISE DA COSTA BOAMORTE ; FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES . Hanseníase em menores de quinze anos em municípios prioritários, Mato Grosso, Brasil. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA, v. 21, p. 1-12, 2018.

2.
GAIVA, M. A. M.2018GAIVA, M. A. M. ; LOPES, F. S. P. ; FERREIRA, S. M. B. ; MUFATO, L. F. . Neonatal deaths of low birth weight newborns. REVISTA ELETRÔNICA DE ENFERMAGEM, v. 20, p. 1-10, 2018.

3.
FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES2017FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES; YONEKURA, TATIANA ; IGNOTTI, ELIANE ; OLIVEIRA, LARISSA BERTACCHINI DE ; TAKAHASHI, JULIANA ; SOARES, CASSIA BALDINI . Effectiveness of rifampicin chemoprophylaxis in preventing leprosy in patient contacts. THE JBI DATABASE OF SYSTEMATIC REVIEWS AND IMPLEMENTATION REPORTS, v. 15, p. 2555-2584, 2017.

4.
FREITAS, BRUNA HINNAH BORGES MARTINS DE2017FREITAS, BRUNA HINNAH BORGES MARTINS DE ; CORTELA, DENISE DA COSTA BOAMORTE ; FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES . Trend of leprosy in individuals under the age of 15 in Mato Grosso (Brazil), 2001-2013. REVISTA DE SAÚDE PÚBLICA (ONLINE), v. 51, p. 1-9, 2017.

5.
SANTOS, I. L. F.2015SANTOS, I. L. F. ; GAIVA, M. A. M. ; ABUD, S. M. ; FERREIRA, S. M. B. . CHILD HOSPITALIZATION DUE TO PRIMARY CARE SENSITIVE CONDITIONS. Cogitare Enfermagem, v. 60, p. 169-77-177, 2015.

6.
Ferreira, Silvana Benevides2015Ferreira, Silvana Benevides; YONEKURA, TATIANA ; TAKAHASHI, JULIANA ; IGNOTTI, ELIANE ; CORTELA, DENISE DA COSTA BOAMORTE ; SOARES, CÁSSIA BALDINI . Rifampicin chemoprophylaxis in preventing leprosy in contacts of patients with leprosy: a comprehensive systematic review protocol. The JBI Database of Systematic Reviews and Implementation Reports, v. 13, p. 84-100, 2015.

7.
RAMOS, ALEKSANDRA ROSENDO DOS SANTOS2013RAMOS, ALEKSANDRA ROSENDO DOS SANTOS ; FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES ; IGNOTT, ELIANE . Óbitos por hanseníase como causa básica em residentes no Estado de Mato Grosso, Brasil, no período de 2000 a 2007. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 22, p. 273-284, 2013.

8.
FERREIRA, S. M. B.;FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES;Ferreira, Silvana Benevides2012FERREIRA, S. M. B.; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . Características clínico-laboratorias de recidivas em hanseníase em Mato Grosso. Revista Brasileira de Epidemiologia (Impresso), v. 15, p. 573-581, 2012.

9.
FERREIRA, JV2012FERREIRA, JV ; FERREIRA, S. M. B. ; CASSEB, GB . Perfil e Conhecimento de médicos e enfermeiros em Paradacardiorespiratória. Rio Branco/ Acre. Revista Brasileira de Cardiologia (Online), v. 25, p. 464-470, 2012.

10.
FERREIRA, S. M. B.;FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES;Ferreira, Silvana Benevides2011FERREIRA, S. M. B.; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . Fatores associados à ocorrência de casos de recidiva em hanseníase no estado de Mato Grosso.. Revista de Saúde Pública (USP. Impresso), v. 45, p. 756-764, 2011.

11.
FERREIRA, S. M. B.;FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES;Ferreira, Silvana Benevides2010FERREIRA, S. M. B.; Ignotti, E ; SENIGALIA, L. M. ; Silva, DRX ; GAMBA, M. A. . Recidivas de casos de hanseníase no estado de Mato Grosso. Revista de Saúde Pública (USP. Impresso), v. 44, p. 650-657, 2010.

12.
FERREIRA, S. M. B.;FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES;Ferreira, Silvana Benevides2005 FERREIRA, S. M. B.; SILVA, Ageo Ms da ; BOTELHO, Clóvis . Abandono do tratamento da tuberculose pulmonar em Cuiabá-MT-Brasil. J. Bras. Pneumol., USP, v. 31, n.5, p. 427-435, 2005.

13.
FERREIRA, S. M. B.;FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES;Ferreira, Silvana Benevides2004 FERREIRA, S. M. B.; SILVA, Ageo Ms da ; BOTELHO, Clóvis . Tratamento da tuberculose pulmonar em Cuiabá, Mato Grosso, Brasil (1998-2000). Epidemiologia e Serviços de Saúde, Ministério da Saúde, v. 13, n.3, p. 175-184, 2004.

14.
FERREIRA, S. M. B.;FERREIRA, SILVANA MARGARIDA BENEVIDES;Ferreira, Silvana Benevides2003 FERREIRA, S. M. B.; BOTELHO, Clóvis . O tratamento da tuberculose e a questão do abandono. Pulmão RJ, UFRJ, v. 12, n.2, p. 96-101, 2003.

Capítulos de livros publicados
1.
FERREIRA, S. M. B.; VIEIRA, M. A. . Tuberculose cutânea. In: Mônica Antar Gamba; Valéria Petri; Mariana Takahashi Ferreira Costa. (Org.). Feridas: Prevenção, Causas e tratamento. 1ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016, v. , p. 352-.

2.
FERREIRA, S. M. B.; CORTELA, DENISE DA COSTA BOAMORTE ; SOBRAL, LS . Fenômeno de Lúcio. In: Mônica Antar Gamba; Valéria Petri; Mariana Takahashi Ferreira Costa. (Org.). Feridas: Prevenção, Causas e Tratamento. 1ed.Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2016, v. , p. 110-113.

3.
FERREIRA, S. M. B.; VIEIRA, M. A. . Sindrome de Stevens-Johnson. In: Mônica Antar Gamba; Valéria Petri; Mariana Takahashi Ferreira Costa. (Org.). Feridas: Prevenção, Causas e Tratamento. 1ed.: Guanabara Koogan, 2016, v. , p. 200-202.

4.
RAMOS, ARS ; ESPINOSA, A. S. Z. ; FERREIRA, S. M. B. ; IGNOTTI, E. . Óbitos atribuídos à hanseníase no Brasil (2000 a 2007). In: Gisela Soares Brunken, Ana Paula Muraro, João Henrique Scatena.. (Org.). Estudos de morbidade & cronicidade. 82ed.Cuiabá: EdUFMT, 2016, v. , p. 100-118.

5.
FERREIRA, S. M. B.; FREITAS, B. H. B. M. ; CORTELA, D. C. B. . Protocolo de Atuação do Enfermeiro a menores de 15 anos com Hanseniase. In: Maria Aparecida Munhoz Gaíva (coor. Geral); Beatriz Rosana Gonçalves de Oliveira Toso, Myrian Aparecida Mandetta. (Org.). PROENF: SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. 11ed.Porto Alegre: Artmed Panamericana, 2016, v. 2, p. 33-82.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1.
TABORDA, A. K. T. ; BARCELOS, R. M. F. M. ; FERREIRA, S. M. B. . A influência das condições ambientais na hanseníase: uma revisão da literatura. In: Seminário de Iniciação Cientifica UNIC, 2018, Cuiabá. Seminário de Iniciação Cientifica, 2018.

2.
SILVA, L. L. G. ; FERREIRA, S. M. B. . Depressão na adolescência: revisão integrativa de literatura. In: 20º encontro de atividades cientificas - Kroton, 2017. Encontro de atividades cientificas - Kroton, 2017.

3.
COSSO, I. ; GOMES, L. C. ; FERREIRA, S. M. B. . Rastreamento de infecção por Mycobacterium Leprae em contatos de menores de 15 anos com hanseníase por meio da utilização de testes sorológicos. In: Seminário de Iniciação Cientifica, 2017, Cuiabá. Seminário de Iniciação Cientifica. Cuiabá, 2017.

Resumos publicados em anais de congressos
1.
FERREIRA, S. M. B.; YONEKURA, T. ; IGNOTTI, E. ; TAKAHASHI, J. ; OLIVEIRA, L. B. ; SOARES, C. B. . Rifampicin chemoprophylaxis to prevent leprosy: a systematic review of quantitative and qualitative evidence. In: JBI CoA ? Conference of the Americas, 2017, São Paulo. JBI CoA ? Conference of the Americas, 2017.

2.
GOMES, L. C. ; SILVA, A. M. C. ; CORTELA, D. C. B. ; SILVA, E. A. ; FERREIRA, S. M. B. . Infecção por mycobacterium leprae em menores de 15 anos. In: X Congresso Brasileiro de Epidemiologia, 2017, Florianópolis. Anais do Congresso Brasileiro de Epidemiologia. Campinas : GALOÁ. 2018., 2017.

3.
GOMES, L. C. ; SILVA, A. M. C. ; CORTELA, D. C. B. ; SILVA, E. A. ; FERREIRA, S. M. B. . Fatores correlacionados ao teste Sorológico anti-PGl-1 em menores de 15 anos. In: X Congresso Brasileiro de Epidemiologia, 2017, Florianópolis. Anais do Congresso Brasileiro de Epidemiologia. Campinas : GALOÁ. 2018., 2017.

4.
RODRIGUES, T. S. V. ; FERREIRA, S. M. B. . Infecção por Mycobacterium Leprae em escolares menores de 15 anos, contatos de casos de hanseníase multibacilar. In: IX Amostra de Pós-Graduação - UFMT, 2017, Cuiabá. Amostra de Pós-Graduação - UFMT, 2017.

5.
MOREIRA, R. M. F. ; FERREIRA, S. M. B. . Vigilância de contatos de hanseníase: uma revisão de escopo. In: IX Amostra de Pós-Graduação - UFMT, 2017. IX Amostra de Pós-Graduação - UFMT, 2017.

6.
Freitas, BL ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . TENDÊNCIA DOS INDICADORES DE HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS NO MATO GROSSO (2001-2013). In: 19º CBCENF, 2016, Cuiabá/MT. Anais - 19º CBCENF, 2016.

7.
RODRIGUES, T. S. V. ; CORTELA, D. C. B. ; GOMES, L. C. ; FERREIRA, S. M. B. . HANSENÍASE:COMPROMETIMENTO NEURAL EM MENORES DE QUINZE ANOS, CUIABÁ-MATO GROSSO,. In: HANSENÍASE:COMPROMETIMENTO NEURAL EM MENORES DE QUINZE ANOS, CUIABÁ-MATO GROSSO, 2016, Cuiabá/MT. Anais - 19º CBCENF, 2016.

8.
RODRIGUES, T. S. V. ; CORTELA, D. C. B. ; GOMES, L. C. ; FERREIRA, S. M. B. . BUSCA ATIVA DE CONTATOS DE HANSENÍASE MENORES DE QUINZE ANOS E SUAS LIMITAÇÕES: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA. In: 19º CBCENF, 2016, Cuiabá/MT. 19º CBCENF, 2016.

9.
GOMES, L. C. ; RODRIGUES, T. S. V. ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . GRAU DE INCAPACIDADE FÍSICA EM CASOS DE HANSENÍASE MENORES DE QUINZE ANOS, CUIABÁ, MATO GROSSO. In: 19º CBCENF, 2016, Cuiabá/MT. Anais - 19º CBCENF, 2016.

10.
FREITAS, B. H. B. M. ; FERREIRA, S. M. B. . ?PERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO DE HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS EM MATO GROSSO, 2011-2013?. In: 76º SEBEn?A Enfermagem em defesa do SUS: construindo a 15ª Conferência Nacional de Saúde?, 2015, Cuiabá- MT. Anais da 76ª Semana Brasileira de Enfermagem?. ABEn: ABEn, 2015. v. 76.

11.
FREITAS, BRUNA HINNAH BORGES MARTINS DE ; GOMES, L. C. ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . TENDÊNCIA DA INCIDÊNCIA DE HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS NO ESTADO DE MATO GROSSO,2001-2013. In: 67º Congresso Brasileiro de Enfermagem e 4º Colóquio Latino-Americano de Historia da Enfermagem, 2015, São Paulo. 67º Congresso Brasileiro de Enfermagem e 4º Colóquio Latino-Americano de Historia da Enfermagem, 2015.

12.
FREITAS, B. H. B. M. ; GOMES, L. C. ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE MENORES DE QUINZE ANOS COM HANSENÍASE DETECTADOS EM MUNICÍPIOS CONSIDERADOS PRIORITÁRIOS, MATO GROSSO,BRASIL. In: 67º Congresso Brasileiro de Enfermagem e 4º Colóquio Latino-Americano de Historia da Enfermagem, 2015, São Paulo. 67º Congresso Brasileiro de Enfermagem e 4º Colóquio Latino-Americano de Historia da Enfermagem, 2015.

13.
FREITAS, B. H. B. M. ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS DETECTADOS EM MUNICÍPIOS PRIORITÁRIOS DO ESTADO DE MATO GROSSO. In: Congresso Brasileiro de Enfermagem - 66º CBEn - Nacional, 2014, Belém - Pará. Congresso Brasileiro de Enfermagem - 66º CBEn- O protagonismo da Enfermagem na Atenção a saúde, 2014. v. 66.

14.
RAMOS, ALEKSANDRA ROSENDO DOS SANTOS ; FERREIRA, S. M. B. ; IGNOTT, ELIANE . DEATHS BY LEPROSY AS THE UNDERLYING CAUSE MATO GROSSO FROM 2000 TO 2007. In: 18th International Leprosy Congress, 2013, Brussels. 18th International Leprosy Congress, 2013.

15.
FERREIRA, S. M. B.; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . CARACTERISTICAS CLÍNICO-LABORATORIAIS DE RECIDIVA EM HANSENIASE EM MATO GROSSO. In: 12th Brazilian Leprosy Congress. ILA Regional Congress - Americas., 2011, Maceió - Alagoas. Hansenologia Internationalis - ILSL. Baurú-São Paulo: Instituto Lauro de Souza Lima - ISLS, 2011. v. 36. p. 126.

16.
FERREIRA, S. M. B.; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . FATORES ASSOCIADOS À RECIDIVA EM HANSENÍASE EM MATO GROSSO. In: 12th Brazilian Leprosy Congress. ILA Regional Congress - Americas. 23/26/11. Maceio - Brazil. ISSN: on-line:1982-5161, 2011, Maceio - Alagoas - Brasil. Hansenologia Internationalis - ILSL. Baúru - SP: Hansenologia Internationalis - ILSL, 2011. v. 36. p. 144.

17.
FERREIRA, S. M. B.; ARRUDA, KCA ; Amorim, BM ; ALVES, BC . HANSENIASE EM CRIANÇAS NO MUNICIPIO DE VARZEA GRANDE/MT. In: 12th Brazilian Leprosy Congress. ILA Regional Congress - Americas. 23/26/11. Maceio - Brazil. ISSN: on-line:1982-5161, 2011, Maceió - Alagoas- Brasil. Hansenologia Internationalis - ILSL. Baurú - SP: Hansenologia Internationalis, 2011. v. 36. p. 147.

18.
FERREIRA, S. M. B.; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . Fatores associados a ocorrência de recidiva em hanseníase no Estado de Mato Grosso. In: Seminário de Avaliação dos Projetos do PPSUS 2006, 2010, Cuiabá. DECIT. Brasilia: MS, 2010.

19.
FERREIRA, S. M. B.; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . Comparação dos casos de recidiva em hanseníase diagnosticados em unidades de referência e unidades básicas de saúde. In: XVII Congresso mundial em epidemiologia e VII congresso Brasileiro em Epidemiologia, 2008, Porto Alegre. epidemiologia na construção da saúde para todos métodos para um mundo em transformação. são Paulo: revista brasileira de epidemiologia, 2008.

20.
ANTIQUEIRA, N. A. ; COELHO, M. P. ; PINHEIRO, LCB ; FERREIRA, S. M. B. ; SOUZA, SPS . A PERCEPÇÃO DA MULHER COM HANSENÍASE SOBRE SUA IMAGEM. In: 3º Simpósio Brasileiro de Hansenologia, 2007, São Paulo. Hansenologia Internationalis, 2007. v. 32.

21.
FERREIRA, S. M. B.; Esperandio, E ; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . HANSENÍASE NO ESTADO DE MATO GROSSO: MONITORAMENTO DA ROTINA DE REGISTROS E CONTATOS INTRADOMICILIARES. In: Hansenologia Internationalis, 2007, São Paulo. Anais do 3º Simpósio Brasileiro de Hansenologia (Resumos), 2007. v. 32.

22.
FERREIRA, S. M. B.; Esperandio, E ; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . HANSENÍASE E O ESTADO DE MATO GROSSO: ATUALIZAÇÃO DOS DADOS DADOS UTILIZANDO O APLICATIVO HANSWIN. In: 3º Simpósio Brasileiro de Hansenologia, 2007, SÃO PAULO. Hansenologia Internationalis, 2007. v. 32.

23.
FERREIRA, S. M. B.; Esperandio, E ; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . MAGNITUDE DA HANSENÍASE NO ESTADO DE MATO GROSSO:SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA. In: 3º Simpósio Brasileiro de Hansenologia, 2007, São Paulo. Hansenologia Internationalis, 2007. v. 32.

24.
SOBRAL, LS ; MOURA, M. L. ; FERREIRA, S. M. B. ; GAMBA, M. A. . HANSENÍASE - FENÔMENO DE LÚCIO: UMA ABORDAGEM CLÍNICA E TERAPÊUTICA DOS ESTUDOS MAIS RELEVATES. In: 3º Simpósio Brasileiro de Hansenologia, 2007, SÃO PAULO. Hansenologia Internationalis, 2007. v. 32.

25.
FERREIRA, S. M. B.; SILVA, Ageo Ms da ; BOTELHO, Clóvis . Fatores associados ao tratamento da tuberculose pulmonar bacilífera em Cuiabá. In: VII congresso brasileiro de saúde coletiva, 2003, Brasilia. Ciência e Saúde coletiva, 2003. v. 8.

26.
FERREIRA, S. M. B.; SILVA, Ageo Ms da ; BOTELHO, Clóvis . Abandono do tratamento da tuberculose pulmonar bacilífera: modalidade supervisionada versus não-supervisionada. In: VII congresso brasileiro de saúde coletiva, 2003, Brasilia/DF. Ciência & saúde Coletiva. Rio de Janeiro: Ciências & Saúde Coletiva, 2003. v. 8.

27.
FERREIRA, S. M. B.; BOTELHO, Clovis . Tratamento Supervisionado: Taxa de abandono de tuberculose. In: Congresso Brasileiro de Pneumologia, 2001, Cuiabá. Congresso Brasileiro de Pneumologia. Cuiabá: Jornal de Pneumologia, 2001.

Artigos aceitos para publicação
1.
GOMES, L. C. ; CORTELA, D. C. B. ; SILVA, A. M. C. ; FERREIRA, S. M. B. . Prevalência e fatores associados à soropositividade do teste anti-NDO-LID em menores de 15 anos. ANAIS BRASILEIROS DE DERMATOLOGIA (ONLINE), 2019.

2.
DOMINGUEZ, O. A. E. ; FERREIRA, S. M. B. ; PALACIO, F. G. L. ; CORTELA, D. C. B. ; Ignotti, E . Accuracy of enzyme-linked immunosorbent assays (ELISAs) in detecting antibodies against Mycobacterium leprae in leprosy patients: A systematic review and meta-analysi. Canadian Journal of Infectious Diseases and Medical Microbiology, 2018.

3.
FREITAS, B. H. B. M. ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . Perfil sociodemográficos, clínico e epidemiológico da hanseníase em menores de quinze anos, Mato Grosso, Brasil. Hansenologia Internationalis (Online), 2018.

Apresentações de Trabalho
1.
TABORDA, A. K. T. ; MOREIRA, R. M. F. ; FERREIRA, S. M. B. . A influência das condições ambientais na hanseníase: uma revisão da literatura. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

2.
GOMES, L. C. ; CORTELA, D. C. B. ; SILVA, E. A. ; SILVA, Ageo Ms da ; FERREIRA, S. M. B. . Fatores correlacionados ao teste sorológico anti-PGL-I em menores de 15 anos. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

3.
GOMES, L. C. ; CORTELA, D. C. B. ; SILVA, E. A. ; SILVA, A. M. C. ; FERREIRA, S. M. B. . INFECÇÃO POR MYCOBACTERIUM LEPRAE EM MENORES DE 15 ANOS. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

4.
FERREIRA, S. M. B.; YONEKURA, T. ; Ignotti, E ; TAKAHASHI, J. ; OLIVEIRA, L. B. ; SOARES, C. B. . Rifampicin chemoprophylaxis to prevent leprosy: a systematic review of quantitative and qualitative evidence. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

5.
SILVA, L. L. G. ; FERREIRA, S. M. B. . DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA: REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

6.
COSSO, I. ; FERREIRA, S. M. B. . RASTREAMENTO DE INFECÇÃO POR MYCOBACTERIUM LEPRAE EM CONTATOS DE MENORES DE 15 ANOS COM HANSENÍASE POR MEIO DA UTILIZAÇÃO DE TESTES SOROLÓGICOS. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

7.
SOUZA, G. M. M. N. ; FERREIRA, S. M. B. . Avaliação do nível de monóxido de carbono inalado e sua prevalência em adolescentes escolares. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

8.
RODRIGUES, T. S. V. ; FERREIRA, S. M. B. . DETECÇÃO DO MYCOBACTERIUM LEPRAE EM CONTATOS DE HANSENÍASE MULTIBACILAR NO AMBIENTE ESCOLAR. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

9.
MOREIRA, R. M. F. ; FERREIRA, S. M. B. . Vigilância em Contatos de hanseníase: uma revisão de escopo. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

10.
CERQUEIRA, L. G. C. E. ; FERREIRA, S. M. B. . Aspecto socioambientais na ocorrência da hanseníase em menores de 15 anos. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

11.
RODRIGUES, T. S. V. ; FERREIRA, S. M. B. . Infecção por Mycobacterium Leprae em escolares menores de 15 anos, contatos de casos de hanseníase multibacilar. 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

12.
RODRIGUES, T. S. V. ; GOMES, L. C. ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . HANSENÍASE:COMPROMETIMENTO NEURAL EM MENORES DE QUINZE ANOS, CUIABÁ-MATO GROSSO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

13.
GOMES, L. C. ; RODRIGUES, T. S. V. ; CORTELA, DENISE DA COSTA BOAMORTE ; FERREIRA, S. M. B. . BUSCA ATIVA DE CONTATOS DE HANSENÍASE MENORES DE QUINZE ANOS E SUAS LIMITAÇÕES: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

14.
CAMPELO, L. G. ; RODRIGUES, T. S. V. ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . GRAU DE INCAPACIDADE FÍSICA EM CASOS DE HANSENÍASE MENORES DE QUINZE ANOS, CUIABÁ, MATO GROSSO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

15.
GOMES, L. C. ; RODRIGUES, T. S. V. ; COSSO, I. ; ANDRADE, A. M. P. ; FERREIRA, S. M. B. . ?Situação vacinal da BCG em contatos de casos de hanseníase menores de quinze anos, Cuiabá, Mato Grosso. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

16.
FREITAS, B. H. B. M. ; FERREIRA, S. M. B. . ?PERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO DE HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS EM MATO GROSSO, 2011-2013. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

17.
FREITAS, B. H. B. M. ; GOMES, L. C. ; CORTELA, DENISE DA COSTA BOAMORTE ; FERREIRA, S. M. B. . TENDÊNCIA DA INCIDÊNCIA DE HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS NO ESTADO DE MATO GROSSO,2001-2013. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

18.
FREITAS, B. H. B. M. ; GOMES, L. C. ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE MENORES DE QUINZE ANOS COM HANSENÍASE DETECTADOS EM MUNICÍPIOS CONSIDERADOS PRIORITÁRIOS. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

19.
FREITAS, B. H. B. M. ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . TENDÊNCIA DA INCIDÊNCIA DE HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS NO ESTADO DE MATO GROSSO, 2001-2013. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

20.
FREITAS, B. H. B. M. ; FERREIRA, S. M. B. . DETERMINANTES DA OCORRÊNCIA DE HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS, MATO GROSSO, BRASIL.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).

21.
FREITAS, B. H. B. M. ; CORTELA, D. C. B. ; FERREIRA, S. M. B. . Hanseniase em menores de quinze anos detectados em municípios prioritários do estado de Mato Grosso. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

22.
RAMOS, ALEKSANDRA ROSENDO DOS SANTOS ; FERREIRA, S. M. B. ; IGNOTT, ELIANE . DEATHS ATTRIBUTED TO LEPROSY IN BRAZIL (2000-2007).. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

23.
RAMOS, ALEKSANDRA ROSENDO DOS SANTOS ; FERREIRA, S. M. B. ; IGNOTTI, E. . DEATHS BY LEPROSY AS THE UNDERLYING CAUSE MATO GROSSO FROM 2000 TO 2007. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

24.
FERREIRA, S. M. B.. Desafios para atuação da enfermagem especializada nos variados níveis da atenção em dermatologia - Atenção Básica em Hanseníase. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

25.
FERREIRA, S. M. B.; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . CARACTERISTICAS CLÍNICO-LABORATORIAIS DE RECIDIVA EM HANSENIASE EM MATO GROSSO. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

26.
FERREIRA, S. M. B.; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . FATORES ASSOCIADOS À RECIDIVA EM HANSENÍASE EM MATO GROSSO. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

27.
FERREIRA, S. M. B.; ARRUDA, KCA ; Amorim, BM ; ALVES, BC . HANSENIASE EM CRIANÇAS NO MUNICIPIO DE VARZEA GRANDE/MT. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

28.
RAMOS, ARS ; FERREIRA, S. M. B. ; Ignotti, E . ÓBITOS ATRIBUÍDOS À HANSENÍASE NO BRASIL (2000 a 2007).. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

29.
ALVES, BC ; FERREIRA, S. M. B. . Dengue hemorrágica em Mato Grosso. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

30.
FERREIRA, S. M. B.. CARACTERÍSTICAS DOS CASOS DE RECIDIVA EM HANSENÍASE DIAGNÓSTICADOS EM UNIDADES ESPECIALIZADAS (UE) E UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE (UBS) DO ESTADO DE MATO GROSSO-BRASIL (2004-2006). 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

31.
ANTIQUEIRA, N. A. ; COELHO, M. P. ; PINHEIRO, LCB ; FERREIRA, S. M. B. ; SOUZA, SPS . A PERCEPÇÃO DA MULHER COM HANSENÍASE SOBRE SUA IMAGEM. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

32.
FERREIRA, S. M. B.; Esperandio, E ; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . HANSENÍASE E O ESTADO DE MATO GROSSO: ATUALIZAÇÃO DOS DADOS UTILIZANDO O APLICATIVO HANSWIN. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

33.
FERREIRA, S. M. B.; Esperandio, E ; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . HANSENÍASE NO ESTADO DE MATO GROSSO: MONITORAMENTO DA ROTINA DE REGISTROS E CONTATOS INTRADOMICILIARES. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

34.
FERREIRA, S. M. B.; Esperandio, E ; Ignotti, E ; GAMBA, M. A. . MAGNITUDE DA HANSENÍASE NO ESTADO DE MATO GROSSO: SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

35.
SOBRAL, LS ; MOURA, M. L. ; FERREIRA, S. M. B. ; GAMBA, M. A. . HANSENÍASE - FENÔMENO DE LÚCIO: UMA ABORDAGEM CLÍNICA E TERAPÊUTICA DOS ESTUDOS MAIS RELEVANTES. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

36.
FERREIRA, S. M. B.; BOTELHO, Clóvis ; SILVA, Ageo Ms da . Fatores preditivos de abandono de tuberculose em cuibá/MT. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

37.
MACHADO, DSL ; SILVA, SS ; MARQUES, PO ; LOPES, DS ; NOGARI, ES ; AVELINO , E ; FERREIRA, S. M. B. . PRINCIPAIS PROBLEMAS DE SAÚDE DOS TRABALHADORES DE EMPRESA DE MATERIAS DE CONSTRUÇÃO: UMA ABORDAGEM EDUCATIVA. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

38.
Erasiane Maria ; Laura Cristina ; GONÇALVES, MP ; GUIA, V ; CASTRO, V ; Fabiula aparecida ; FERREIRA, S. M. B. . INQUÉRITO DE SAÚDE DA CLIENTELA DO CENTRO DE CONVIVÊNCIA PARA IDOSOS: UMA ABORDAGEM EDUCATIVA. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

39.
FERREIRA, S. M. B.; SILVA, Ageo Ms da ; BOTELHO, Clóvis . Abandono do tratamento da tuberculose pulmonar bacilífera: modalidade supervisionada versus não-supervisionada. 2003. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

40.
FERREIRA, S. M. B.. Tratamento Supervisionado: taxa de absandono de tratamento de tuberculose. 2001. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

41.
FERREIRA, S. M. B.. Estudo de efetividade no tratamento supervisionado para tuberculose pulmonar em UBS Cuiabá - MT. 2000. (Apresentação de Trabalho/Seminário).


Produção técnica
Assessoria e consultoria
1.
FERREIRA, S. M. B.. Monitoramento em Tuberculose. 2012.

2.
FERREIRA, S. M. B.. Monitoramento da hanseníase no Brasil - Força Tarefa - Mato Grosso. 2004.

Trabalhos técnicos
1.
FERREIRA, S. M. B.. Documento técnico contendo diagnóstico do programa e plano de trabalho em cada município prioritário e capital do Estado de Mato Grosso.. 2005.

2.
FERREIRA, S. M. B.. Parecer técnico de avaliação e realização das campanhas em cada município prioritário, capital.. 2005.

3.
FERREIRA, S. M. B.. Documento técnico contendo mecanismo adequado de distribuição de medicamentos (blisters PQT) de modo a garantir 3 meses de tratamento. 2005.

4.
FERREIRA, S. M. B.. Documento técnico de monitoramento da implementação da rotina de registros e exames de contatos e acompanhamento das ações de avaliação de grau de incapacidade no diagnóstico e na alta nos municípios prioritários e capital. 2005.

5.
FERREIRA, S. M. B.. Documento técnico contendo atualização de arguivo e sumário contendo: LOG do aplicativo, indicadores da PPI e PAB. 2005.

6.
FERREIRA, S. M. B.. Projeto de pesquisa dos indicadores operacionais e epidemiológicos das ações de controle da hanseníase no Estado de Mato Grosso no período de outubro a novembro de 2004. 2004.

7.
FERREIRA, S. M. B.. Consolidação dos resultados da pesquisa dos indicadores operacionais e epidemiológicos das ações de controle da hanseniase no Estado do Mato Grosso, período de Outubro a Novembro de 2004. 2004.

Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia
1.
FERREIRA, S. M. B.. Dia mundial da tuberculose. 2012. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

2.
FERREIRA, S. M. B.. monitoramento da hanseníase. 2012. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).


Demais tipos de produção técnica
1.
FERREIRA, S. M. B.. Relatório de pesquisa. 2017. (Relatório de pesquisa).

2.
FERREIRA, S. M. B.. Planejamento em saúde na atenção primaria. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

3.
FERREIRA, S. M. B.; Faria, SB . Atualização em tuberculose para equipe de enfermagem: aspectos clinicos e terapeuticos. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

4.
FERREIRA, S. M. B.; Santejo, SR . Capacitação para docentes da Faculdade de Enfermagem: Estudos epidemiológicos e revisão sistemática. 2011. .

5.
FERREIRA, S. M. B.; Costa, CC ; Oliveira, O ; Oliveira, HM ; CAMPOS, N. M. F. ; Pipus, PF ; Ferreira, CR . Capacitação para discente da Faculdade de Enfermagem (UNIC): Planejamento em serviço de saúde voltado ao agravo da tuberculose uma integração serviço e ensino.. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

6.
FERREIRA, S. M. B.; Costa, CC ; Oliveira, O ; Dioz, M ; Ferreira, CR . Capacitação para discente da Faculdade de Enfermagem (UNIC): Atualização clínica, terapêutica e Infecção latente da tuberculose uma integração serviço e ensino. 2011. .

7.
FERREIRA, S. M. B.; Gutierry, S ; Barros, L ; Costa, CC ; Oliveira, O ; villaça, LMS . Capacitação para discente da Faculdade de Enfermagem (UNIC): Indicadores epidemiológicos de acompanhamento de casos de tuberculose uma integração serviço e ensino.. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

8.
FERREIRA, S. M. B.; Costa, CC ; Oliveira, O ; Ferreira, CR ; Pipus, PF ; Campos, SC ; Ferro, AP ; Goulart ; villaça, LMS ; Marques, VA . Semana Mundial de combate à tuberculose: Integração serviço e ensino. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

9.
FERREIRA, S. M. B.; Santejo, SR . Capacitação para docentes da Faculdade de Enfermagem (UNIC): metodologia adotada pela UNIC para formatação, estruturação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), construção de artigos científicos e regimento interno do grupo de pesquisa da Faculdade de Enfermagem (GEPECS).. 2011. .

10.
FERREIRA, S. M. B.. Vigilãncia em Tuberculose. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

11.
Costa, CC ; FERREIRA, S. M. B. . Vigilancia em Tuberculose. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

12.
FERREIRA, S. M. B.; GAMBA, M. A. ; Ignotti, E . Fatores associados à ocorrência de recidiva em Hanseníase no Estado de Mato Grosso.. 2007. (Relatório de pesquisa).

13.
FERREIRA, S. M. B.. Treinamento aplicação PPD e Vacina BCG. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

14.
FERREIRA, S. M. B.. Capacitação em Hanseníase para os ACS. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

15.
FERREIRA, S. M. B.. Capacitação em Hanseníase para os profissioonais de Atenção Básica. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

16.
FERREIRA, S. M. B.. Treinamento em Sala de Vacina. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

17.
FERREIRA, S. M. B.. Curso Sala de vacina. 2003. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

18.
FERREIRA, S. M. B.. Treinamento em Sala de vacina. 2002. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

19.
FERREIRA, S. M. B.. Curso de vigilância a Hanseníase. 2002. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

20.
FERREIRA, S. M. B.. Técnica de Diagnóstico Laboratorial para grandes endemias. 2001. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

21.
FERREIRA, S. M. B.. Curso: Assistência o paciente com Hanseníase, Tuberculose, DST/AIDS. 2001. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

22.
FERREIRA, S. M. B.. Curso: Atenção Integrada às doenças prevalentes na infância. 2001. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

23.
FERREIRA, S. M. B.. Treinamento de responsável técnico de Sala de vacina. 2001. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

24.
FERREIRA, S. M. B.. Treinamento para responsável técnico em Sala de vacina. 1999. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

25.
FERREIRA, S. M. B.. Treinamento de Ação, controle e tratamento da hanseníase. 1998. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

26.
FERREIRA, S. M. B.. Supervisora de Estágio Supervisionado em Saúde coletiva. 1998. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

27.
FERREIRA, S. M. B.. Supervisora de campo de estágio em saúde coletiva. 1997. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

28.
FERREIRA, S. M. B.. Coordenadora de Posto de Vacinação. 1985. (Curso de curta duração ministrado/Outra).



Bancas



Participação em bancas de trabalhos de conclusão
Mestrado
1.
2018, J. T. T. N. C.; MARCON, S. S.; FERREIRA, S. M. B.; MARCON, S. R.. Participação em banca de FRANCYELE MARQUES FRANCO. REINCIDÊNCIA DE GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: ANÁLISE DA SUA OCORRÊNCIA EM CUIABÁ/MT.. 2018. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso.

2.
ATANAKA, M.; SILVA, Ageo Ms da; BASTA, P. C.; FERREIRA, S. M. B.. Participação em banca de Tony José de Souza. Tendência Temporal da Morbimortalidade por Tuberculose em Mato Grosso, Amazônia Legal, Brasil, 2001 ? 2015. Tony. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Mato Grosso.

3.
GAIVA, M. A. M.; FERREIRA, S. M. B.; FUJIMORI, E.; SILVA, Ageo Ms da; MELLO, D. F.. Participação em banca de INGRID LETICIA FERNANDES DOS SANTOS. APLICAÇÃO DA ESTRATÉGIA ATENÇÃO INTEGRADA AS DOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIA POR ENFERMEIROS E MÉDICOS EM CUIABÁ, MT. 2014. Dissertação (Mestrado em Programa de Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso.

4.
FERREIRA, S. M. B.. Participação em banca de Vadelice da silva Silva Ormond. O uso do cateter venoso central de incerção periferica em uma unidade de terapia intensiva neonatal de um hospital universitário de Cuiabá/MT. (qualificação). 2008. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso.

Teses de doutorado
1.
ALONSO, K. M.; CUTULO, L. R. A.; SANTOS, N. C.; MACIEL, C.; FERREIRA, S. M. B.. Participação em banca de MAGALI OLIVI. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM SAÚDE ESTUDO DE CASO EM TELESAÚDE. 2014. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal de Mato Grosso.

Qualificações de Doutorado
1.
PERES, H. H. C.; CUTULO, L. R. A.; SANTOS, N. C.; MACIEL, C.; ALONSO, K. M.; FERREIRA, M. S.; FERREIRA, S. M. B.. Participação em banca de Magali Olive. Tecnologias da informação e comunicação na saúde - telessaúde: um estudo de caso. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Educação) - Universidade Federal de Mato Grosso.

Qualificações de Mestrado
1.
REINERS, A.; FERREIRA, S. M. B.. Participação em banca de Adriana Delmondes de Oliveira. prevalência de pré-fragilidade em idosos da comunidade e fatores associados. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso.

2.
MARTINS, C. B. G.; FERREIRA, S. M. B.; NAKAGAWA, J. T. T.; CORREA, A. C. P.. Participação em banca de Francyele Marques Franco Seabra. Perfil reprodutivo das adolescentes de Cuiabá: análise dos principais indicadores epidemiológicos de uma coorte de 10 anos. 2016. Exame de qualificação (Mestrando em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso.

3.
AZEVEDO, R. C. S.; FETT, W. C. R.; FERREIRA, S. M. B.. Participação em banca de Ana Carolina Macri Gaspar. Práticas preventivas de quedas dos idosos atendidos nas unidades de saúde da família. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso.

4.
GAMBA, M. A.; FREITAS, M. A. O.; FERREIRA, S. M. B.; PACE, A. E.. Participação em banca de Julianna Leticia Gimenes Cotrick Gomes. Educação para o autocuidado em Diabetes Mellitus na estratégia de saúde da família. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Enfermagem) - Universidade Federal de São Paulo.

5.
MARTINS, C. B. G.; RIBEIRO, R. L. R.; FERREIRA, S. M. B.. Participação em banca de Cleberson de Souza Faria. Vulnerabilidades e consequências da violência sofrida e exercida por adolescente no ensino médio de Cuiabá. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso.

6.
GAIVA, M. A. M.; FERREIRA, S. M. B.; SILVA, Ageo Ms da. Participação em banca de INGRID LETICIA FERNANDES DOS SANTOS. APLICAÇÃO DA ESTRATÉGIA ATENÇÃO INTEGRADA AS DOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIA POR ENFERMEIROS E MÉDICOS EM CUIABÁ, MT. 2012.

Trabalhos de conclusão de curso de graduação
1.
FEITOSA, M. S.; FERREIRA, S. M. B.. Participação em banca de Giuliany LS Santana; Paula CM Silva; Marcelo S. Santana.Hanseníase em Mato Grosso: um estudo bibliográfico. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

2.
FERREIRA, S. M. B.; ALVES, BC. Participação em banca de Suianny Piton do Prado; Bárbara Melissa Santana Rocha.Perfil dos pacientes com tuberculose pulmonar e fatores preditivos do abandono do tratamento em Cuiabá/MT. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

3.
Xavir,EA; Barbieri, CCS; Sirqueira, LC; FERREIRA, S. M. B.. Participação em banca de Érica Assis Xavier; Maria Cecília da Conceição Santos Barbie.Acidente ocupacional em profissionais na área de enfermagem: Revisão integrativa de literatura. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

4.
Milhomen, AF; Freitas, BL; Guimarães, LSG; Ferreira, PS; FERREIRA, S. M. B.. Participação em banca de Adrielly F. Milhomen; B. L. Freitas; Loiana S. Guimaraes.Adesão ao tratamento da hanseníase: uma revisão bibliográfica. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

5.
FERREIRA, S. M. B.; HARAS, H; ANTIQUEIRA, Valdete Arnut. Participação em banca de Lucilene Oliveira;Paula Cristina Rosa de Souza; Clotildes Pl.Fatores de risco no Diabetes Gestacional. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

6.
FERREIRA, S. M. B.; MELO, SP. Participação em banca de Caroline SHIMBA, Elaine CABRAL; Luana GUIA.O IMPACTO DA DOENÇA DE ALZHEIMER EM SEUS CUIDADORES: Uma revisão bibliográfica. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

7.
FERREIRA, S. M. B.; villaça, LMS. Participação em banca de GIANINI ANGÉLICA DE LIMA; LUCINEIDE VIEIRA;MONIKA MEIRA.HIPERTENSÃO ARTERIAL: CARACTERÍSTICAS, COMPLICAÇÕES E POLÍTICAS DE SAÚDE PÚBLICA. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

8.
FERREIRA, S. M. B.; villaça, LMS. Participação em banca de Ana Carolina T Orlando; Arasely D Barbosa; Yane Cavalcante.Os Fármacos mais Consumidos na Farmácia de Medicamentos Excepcionais do Sistema Único de Saúde de Mato Grosso e sua Relação com a Atenção Básica,. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

9.
FERREIRA, S. M. B.; villaça, LMS. Participação em banca de Fernanda A. Neves,Letícia B. Guimarães; Tereza M. Nogueira.A Importância da Consulta de Enfermagem como Etapa do Processo de Assistência à Saúde da Comunidade para Enfermeiros no Município de Cuiabá. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

10.
FERREIRA, S. M. B.; SILVA, Geralda Lopes da; SOUZA, Yêda Regina de. Participação em banca de Clausia Rohden.Diferênça na qualidade de vida entre idosos que frequentam um centro de convivência de idosos e os que não frequentam nenhum grupo dessa natureza. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

11.
FERREIRA, S. M. B.; ANTIQUEIRA, Valdete Arnut; SOUZA, Yêda Regina de. Participação em banca de Carolina Santos Gimenez.Cobertura vacinal de mulheres em idade fertil num centro de saúde do Distrito Leste de Cuiabá, primeiro semestre de 2003. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

12.
FERREIRA, S. M. B.; ANTIQUEIRA, Valdete Arnut; SILVA, Geralda Lopez da. Participação em banca de Isamar Karolynne Pereira Macedo Gomes.Educação a Saúde no pré-natal. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

13.
FERREIRA, S. M. B.; ALTOÉ, Sandra Regina; ANTIQUEIRA, Valdete Arnut. Participação em banca de Alan Gonçalves Estrada.Causas mais frequentes de acidentes com instrumento perfuro cortante na equipe de enfermagem em um hospital escola.. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

14.
FERREIRA, S. M. B.; FLEK, Liliam Andréia; SILVA, Maria Yolânda e. Participação em banca de Carolina Sanpaio de Oliveira.Verificando a assistência de enfermagem em pré operatório de tratamento oncológico. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

15.
FERREIRA, S. M. B.; GONÇALVES, Denise Cardoso; SILVA, Maria Yolânda e. Participação em banca de Kelia Anacleto de Abreu.Compreendendo as causas de absenteísmo da Equipe de Enfermagem de um centro cirurgico de um hospital universitário. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.

16.
FERREIRA, S. M. B.; ALTOÉ, Sandra Regina; SOUZA, Yêda Regina de. Participação em banca de Ligia Pereira Perez.Orientações no alojamento conjunto. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá.



Participação em bancas de comissões julgadoras
Concurso público
1.
FERREIRA, S. M. B.; MANDU, E. T.; RIBEIRO, M. R. R.. Concurso publico de provas e títulos de professor titular - Enfermagem. 2018. Universidade Federal de Mato Grosso.

2.
RAMOS, ARS; FERREIRA, S. M. B.. Concurso publico de provas e títulos de professor titular - Enfermagem. 2013. Universidade do Estado de Mato Grosso.

Outras participações
1.
MANDU, E. N. T.; RIBEIRO, R. L. R.; FERREIRA, S. M. B.. Comissão avaliadora para análise de exame pós-doutoral. 2017. Universidade Federal de Mato Grosso.

2.
FERREIRA, S. M. B.. 20º Encontro de Atividades Científicas _Kroton - Parecerista de trabalhos científicos. 2017. Kroton Educacional Mato Grosso.

3.
BITTENCOURT, W. S.; FERREIRA, S. M. B.; LEITE, C. A.; SILVA, A. M. C.; BUTAKKA, C. M. M.. Banca avaliadora de alunos candidatos a mestrado. 2017. Universidade de Cuiabá.

4.
MARCON, S. R.; NAKAGAWA, J. T. T.; FERREIRA, S. M. B.; RIBEIRO, R. L. R.. Banca avaliadora de alunos candidatos a mestrado. 2016. Universidade Federal de Mato Grosso.

5.
BITTENCOURT, W. S.; FERREIRA, S. M. B.; LEITE, C. A.; BUTAKKA, C. M. M.; SILVA, A. M. C.; ELIAS, R. M.; FIGUEIREDO, S. E. F. M. R.; FERNANDES, V.. Banca avaliadora de alunos candidatos a mestrado. 2016. Universidade de Cuiabá.

6.
NAKAGAWA, J. T. T.; SOUZA, SPS; FERREIRA, S. M. B.; RIBEIRO, R. L. R.. Banca avaliadora de alunos candidatos a mestrado. 2015. Universidade Federal de Mato Grosso.



Eventos



Participação em eventos, congressos, exposições e feiras
1.
20º Encontro de Atividades Cientificas - Kroton.DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA: REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA. 2017. (Encontro).

2.
Avaliação de Aprendizagem para o Professor - Kroton. 2017. (Oficina).

3.
Como e Por que Sou Professor - Kroton. 2017. (Oficina).

4.
Curso de metanálise - congresso Brasileiro de Epidemiologia. 2017. (Oficina).

5.
Estratégias e Metodologias de Ensino - Kroton. 2017. (Oficina).

6.
Funcionalidades do AVA - Kroton. 2017. (Oficina).

7.
I Encontro de Amostra Cientifica em Ambiente e Saúde (UNIC).Avaliação do nível de monóxido de carbono inalado e sua prevalência em adolescentes escolares. 2017. (Encontro).

8.
I Encontro de Amostra Cientifica em Ambiente e Saúde (UNIC).Condições socioambientais em hanseníase menores de quinze anos. 2017. (Encontro).

9.
IX Amostra de Pós-Graduação - UFMT.Infecção por Mycobacterium Leprae em escolares menores de 15 anos, contatos de casos de hanseníase multibacilar. 2017. (Seminário).

10.
IX Amostra de Pós-Graduação - UFMT.Vigilância de contatos de hanseníase: uma revisão de escopo. 2017. (Seminário).

11.
JBI CoA ? Conference of the Americas - USP.Rifampicin chemoprophylaxis to prevent leprosy: a systematic review of quantitative and qualitative evidence. 2017. (Outra).

12.
Métodos para Elaboração, Avaliação e Adaptação de Diretrizes Baseadas em Evidência" no. 2017. (Oficina).

13.
O Modelo Acadêmico - Kroton. 2017. (Oficina).

14.
Seminário de Iniciação Cientifica UNIC.Rastreamento de infecção por Mycobacterium Leprae em contatos de menores de 15 anos com hanseníase por meio da utilização de testes sorológicos. 2017. (Seminário).

15.
Seminário de Iniciação Cientifica UNIC.A influência das condições ambientais na hanseníase: uma revisão da literatura. 2017. (Seminário).

16.
X Congresso Brasileiro de Epidemiologia. INFECÇÃO POR MYCOBACTERIUM LEPRAE EM MENORES DE 15 ANOS. 2017. (Congresso).

17.
X Congresso Brasileiro de Epidemiologia. FATORES CORRELACIONADOS AO TESTE SOROLÓGICO ANTI-PGL-I EM MENORES DE 15 ANOS. 2017. (Congresso).

18.
19º CBCENF. Busca ativa de contatos de hanseníase menores de quinze anos e suas limitações. 2016. (Congresso).

19.
19º CBCENF. Grau de incapacidade física em casos de hanseníase menores de quinze anos, Cuiabá, Mato Grosso.. 2016. (Congresso).

20.
9º CBCENF. Hanseníase: comprometimento neural em menores de quinze anos, Cuiabá, Mato Grosso.. 2016. (Congresso).

21.
9º CBCENF. Tendencia dos indicadores de hanseníase em menores de quinze anos no Mato Grosso (2001-2013. 2016. (Congresso).

22.
AABEn.Situação vacinal da BCG em contatos de casos de hanseníase menores de quinze anos, Cuiabá, Mato Grosso.. 2016. (Outra).

23.
Avaliação de Aprendizagem Discente - Kroton. 2016. (Oficina).

24.
Curso de Metanálise - Cochrane. 2016. (Oficina).

25.
Formação Enade - Kroton. 2016. (Oficina).

26.
Formação KLS 2.0 - Kroton. 2016. (Oficina).

27.
Integração de Novos Colaboradores - Kroton. 2016. (Oficina).

28.
Manual Sobre a Lei Anticorrupção - Kroton. 2016. (Oficina).

29.
Paixão por Educar - Kroton. 2016. (Oficina).

30.
PCD - Plano de Carreira Docente - Kroton. 2016. (Oficina).

31.
Curso de revisão Sistemática (JBI). 2014. (Oficina).

32.
I Jornada de Hanseníase da liga acadêmica de Saúde Coletiva.Práticas em Saúde Baseada em Evidência Científica e a Hanseníase. 2014. (Outra).

33.
Revisão sistemática e metanálise (COCHRANE). 2014. (Oficina).

34.
12º Congresso brasileiro de Hansenologia - Congresso Nacional da ILA - Américas. CARACTERISTICAS CLÍNICO-LABORATORIAIS DE RECIDIVA EM HANSENIASE EM MATO GROSSO. 2011. (Congresso).

35.
VIII congresso de epidemiologia - EPI- 2011. DENGUE HEMORRÁGICA EM MATO GROSSO. 2011. (Congresso).

36.
Seminário de Avaliação dos Projetos do PPSUS 2006.Fatores associados a ocorrência em hanseníase no Estado de Mato Grosso/Brasil. 2010. (Seminário).

37.
Como escrever um artigo ciêntífico. 2008. (Outra).

38.
III CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM EM DERMATOLOGIA. CARACTERÍSTICAS DOS CASOS DE RECIDIVA EM HANSENÍASE DIAGNÓSTICADOS EM UNIDADES ESPECIALIZADAS (UE) E UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE (UBS) DO ESTADO DE MATO GROSSO-BRASIL (2004-2006). 2008. (Congresso).

39.
Introdução à revisão Sistemática e Metanálise do Centro Cochrane do Brasil. 2008. (Oficina).

40.
VII congresso brasileiro de epidemiologia. Comparação de casos de recidivas de Hanseníase diagnosticados em unidades de referência e unidades básicas de saúde. 2008. (Congresso).

41.
XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia. Comparação de casos de recidivas de Hanseníase diagnosticados em unidades de referência e unidades básicas de saúde. 2008. (Congresso).

42.
3° simpósio brasileiro de hansenologia.percepção da mulher com hanseníase sob sua imagem corporal. 2007. (Simpósio).

43.
3° simpósio brasileiro de hansenologia.hanseníase e o Estado de Mato Grosso: atualização dos dados utilizando o aplicativo hanswin.. 2007. (Simpósio).

44.
3° simpósio brasileiro de hansenologia.Hanseníase - fenômeno de Lúcio: uma abordagem clínica e terapeutica dos estudos mais relevantes. 2007. (Simpósio).

45.
3° simpósio brasileiro de hansenologia.Hanseníase no estado de Mato Grosso: monitoramento da rotina de registros e contatos intradomiciliares. 2007. (Simpósio).

46.
3° simpósio de hansenologia.maginitude da hanseníase no Estado de Mato Grosso: situação epdemiologica. 2007. (Simpósio).

47.
I amostra cientifica em enfermagem da universidade de Cuiabá.PRINCIPAIS PROBLEMAS DE SAÚDE DOS TRABALHADORES DE EMPRESA DE MATERIAS DE CONSTRUÇÃO: UMA ABORDAGEM EDUCATIVA. 2007. (Seminário).

48.
I amostra científica em enfermagem da Universidade de cuiabá.INQUÉRITO DE SAÚDE DA CLIENTELA DO CENTRO DE CONVIVÊNCIA PARA IDOSOS: UMA ABORDAGEM EDUCATIVA. 2007. (Seminário).

49.
I amostra científica em enfermagem da Universidade de Cuiabá.Fatores preditivos de abandono do tratamento de tuberculose, Cuiabá/MT. 2007. (Seminário).

50.
I amostra cientifica em enfermagem da universidade de Cuibá.HANSENÍASE - FENÔMENO DE LÚCIO: UMA ABORDAGEM CLÍNICA E TERAPÊUTICA DOS ESTUDOS MAIS RELEVANTES. 2007. (Seminário).

51.
Iº Congresso de Qualidade de Vida da Área de Saúde. 2007. (Congresso).

52.
Politicas Públicas de Saúde e os Movimentos Sociais. 2007. (Seminário).

53.
Reunião de grupo de estudos em saúde coletiva.Apresentação do projeto de pesquisa: fatores associados á ocorrência da hanseniase no Estado de Mato Grosso.. 2007. (Outra).

54.
4ª Semana Integrada de Enfermagem do Estado de Mato Grosso. 2005. (Encontro).

55.
5ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças. 2005. (Outra).

56.
66ª Semana Brasileira de Enfermagem. 2005. (Outra).

57.
avaliação da hanseniase a nível Nacional, Estados e municipios prioritários.Avaliação dos dados epidemiológicos da hanseníase. 2005. (Outra).

58.
Avaliação do acompanhamento da hanseníase no estado de Mato Grosso: Resultado do trabalho da força tarefa/MS.situação da hanseníase no Estado de Mato Grosso. 2005. (Outra).

59.
Capacitação SINAN - hanseníase e tuberculose. 2005. (Oficina).

60.
4ª Mostra Nacional de Experiência Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças. 2004. (Outra).

61.
Treinamento da oficina de vogilãncia epidemiológica da hanseníase, tuberculose e SINAW - versão 4.1. 2003. (Oficina).

62.
VII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. Abandono do tratamento da tuberculose pulmonar baciífera: modalidade supervisionada versus não-supervisionada. 2003. (Congresso).

63.
VII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. fatores associados ao abandono do traamento da tuberculose pulmonar bacilifera em Cuiabá. 2003. (Congresso).

64.
2 ª Semana de Enfermagem Integrada do Estado de Mato Grosso.Tratamento supervisionado: taxa de abandono de tratamento. 2001. (Encontro).

65.
62ª semana Brasileira de Enfermagem.tratamento Supervisionado: Taxa de abandono de tratamento. 2001. (Encontro).

66.
Curso. 2001. (Outra).

67.
IIº Congresso de Pneumologia e tisiologia do Centro Oeste. 2001. (Congresso).

68.
Iª jornada de Fisioterapia respiratória de Centro-Oeste. 2001. (Congresso).

69.
13ª Reunião Ciêntifica da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia de Mato Grosso. 2000. (Outra).

70.
14ª Reunião Ciêntifica da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia de Mato Grosso. 2000. (Outra).

71.
15ª Reunião Ciêntifica da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia de Mato Grosso. 2000. (Outra).

72.
curso de Informática: EPI-INFO - Módulo Analysis. 2000. (Outra).

73.
IV encontro de enfermagem do Mato Grosso.Estudo de efetividade no tratamento supervisionado para tuberculose pulmonar em unidades sanitárias de Cuiabá/MT. 2000. (Encontro).

74.
IV Programa de Educação Continuada em Pneumologia. 2000. (Outra).

75.
Treinamento em análise de dados epidemiológicos sobre DST e AIDS. 2000. (Outra).

76.
consulta de Enfermagem ao portador de diabetes e hipertenção. 1999. (Oficina).

77.
Epidemiologia Ambiental. 1999. (Outra).

78.
Estados Políticas Sociais e Saúde. 1999. (Outra).

79.
Treinamento em Diagnóstico de Enfermagem. 1999. (Outra).

80.
Fundamentos em Ciências Sociais e Saúde. 1998. (Outra).

81.
Iº Encontro de Avaliação do Programa de Controle de Tuberculose da Região Centro-Oeste. 1998. (Encontro).

82.
Treinamento das ações contra a tuberculose. 1998. (Outra).

83.
Curso de Assistencia ao Pré-Natal de baixo Risco. 1996. (Outra).

84.
os dilemas e os desafios da consulta de enfermagem.A prática da consulta de enfermagem (relato de experiência).. 1996. (Seminário).

85.
Capacitação Técnica em Hansenologia Módulo II. 1994. (Outra).

86.
I º Fórum de Debate sobre a Saúde da Mulher. 1994. (Outra).

87.
Iº Fórum Municipal de Recursos Humanos para a Saúde. 1994. (Outra).

88.
Planejamento e Organização para a Qualidade. 1994. (Outra).

89.
Curso de Sistemas de Gestão da Qulalidade. 1993. (Outra).

90.
IIª oficina de trabalho "Processo de Distritalização do SUS-Cuiabá". 1993. (Oficina).

91.
2º Curso de reciclagem em pediatria de Mato Grosso: Pneumologia e Alergia na Infância. 1992. (Outra).

92.
Ciclo de Palestras com o tema Dermatologia na Infância. 1991. (Outra).

93.
Treinamento para a coleta de material Cévico Uterino e de Mama. 1990. (Outra).

94.
Treinamento para coleta de Cévico-Uterino e de Mama. 1987. (Outra).

95.
Curso Básico de Vigilância Epidemiológica: Informação para a Ação. 1985. (Outra).

96.
IIº Ciclo de estudos de Enfermagem. 1981. (Outra).

97.
Iº Encontro Regional de Estudantes de Enfermagem. 1980. (Encontro).


Organização de eventos, congressos, exposições e feiras
1.
FERREIRA, S. M. B.; VICENTE, J. T. S. ; CERQUEIRA, L. G. C. E. ; LIMA, C. M. ; MATOS, V. G. F. ; OLIVEIRA, I. R. B. ; COSSO, I. ; BENEVIDES, M. M. . I amostra cientifica em Ambiente e Saúde. 2017. (Outro).

2.
FERREIRA, S. M. B.; SANTANA, A. F. . Apresentação e acompanhamento de Trabalho de Conclusão de Curso em Enfermagem. 2017. (Outro).

3.
FERREIRA, S. M. B.; LEITE, C. A. ; BITTENCOURT, W. S. ; SILVA, A. M. C. ; VICENTE, J. T. S. ; LIMA, C. M. ; OLIVEIRA, I. R. B. ; MATOS, V. G. F. ; CAMPELO, L. G. . I Encontro em Ambiente e Saúde. 2017. (Outro).

4.
FERREIRA, S. M. B.; LEITE, C. A. ; BITTENCOURT, W. S. ; VICENTE, J. T. S. ; OLIVEIRA, I. R. B. ; LIMA, C. M. ; MATOS, V. G. F. ; CAMPELO, L. G. . 1ª ENCONTRO CIENTÍFICO EM AMBIENTE E SAÚDE - Mini curso - Ecotoxicologia. 2017. (Outro).

5.
FERREIRA, S. M. B.; SANTANA, A. F. . Apresentação e acompanhamento de Trabalho de Conclusão de curso em Enfermagem. 2016. (Outro).

6.
FERREIRA, S. M. B.; RATTO, C. S. S. ; SANTANA, A. F. . Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso em Enfermagem. 2014. (Outro).

7.
FERREIRA, S. M. B.; SOUSA, F. S. ; SILVA, G. G. ; DUARTE, J. O. ; PENNA, L. C. M. ; GOMES, L. C. Q. ; SOARES, M. R. ; ARRUDA, N. O. ; SILVA, S. C. ; MIRANDA, S. M. ; PASSARELLI, T. A. ; BESSA, T. D. . Iº Ciclo de Estudos sobre Assistência à Saúde e Espiritualidade. 2013. (Outro).

8.
FERREIRA, S. M. B.; LOURENCO, A. E. ; SOUZA, A. B. ; LIMA, A. S. O. ; SOUZA, C. F. ; LEANDRO, D. P. ; AMORIM, E. N. A. ; GOMES, L. C. ; AZEVEDO, M. A. G. ; ROSA, S. . Higiene pessoal e infestação por Pediculose em escolares. 2013. (Outro).

9.
FERREIRA, S. M. B.; Backer, C ; Barros, L . monitoramento de tuberculose em Cuiabá: integração ensino-serviço. 2012. (Outro).

10.
FERREIRA, S. M. B.; Sousa, L . Capacitação em hanseniase para profissionais de saúde. 2012. (Outro).

11.
FERREIRA, S. M. B.. Planejamento em saúde na atenção primária. 2012. (Outro).

12.
FERREIRA, S. M. B.; Oliveira, O ; Costa, CC . Semana Mundial de combate à tuberculose: Integração serviço e ensino. 2011. (Outro).

13.
FERREIRA, S. M. B.; VIANA, I. M. ; BATISTA, L. T. S. ; Picinni, F. . Seminário de atualização em hanseniase no municipio de Cuiabá/MT. 2011. (Outro).

14.
FERREIRA, S. M. B.; Backer, C . Atualização em tuberculose: integração ensino-serviço. 2011. (Outro).

15.
FERREIRA, S. M. B.. O valor da brinquedo para os cuidadores de criança na creche. 2007. (Outro).

16.
FERREIRA, S. M. B.. Educação em Saúde em DSTs para grupos de mães da area de abrangencia do CS Praeiro. 2007. (Outro).

17.
FERREIRA, S. M. B.. Inquerito sobre a hipertenção arterial aos trabalhadores dos estabelecimentos comerciais da area de abrangência do CS Praeiro.. 2007. (Outro).

18.
FERREIRA, S. M. B.. Inquerito do estado de saúde para a terceira idade do Centro de Convivência para Idosos.. 2007. (Outro).

19.
FERREIRA, S. M. B.. Coordenação Municipal da Campanha Nacional de Hanseníase. 1998. (Outro).

20.
FERREIRA, S. M. B.. Campanha contra o sarampo. 1992. (Outro).

21.
FERREIRA, S. M. B.. 12ª Campanha Anti-Pólio 1ª etapa. 1991. (Outro).

22.
FERREIRA, S. M. B.. 11ª Campanha de Multivacinação. 1991. (Outro).

23.
FERREIRA, S. M. B.. 9ª Multivacinação. 1990. (Outro).

24.
FERREIRA, S. M. B.. 10ª campanha de Multivacinação. 1990. (Outro).

25.
FERREIRA, S. M. B.. coordenadora de "Campanha de Multivacinação". 1985. (Outro).



Orientações



Orientações e supervisões em andamento
Dissertação de mestrado
1.
Michelle Veiga de Almeida. AVALIAÇÃO DA SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE COM HANSENÍASE: QUALIDADE DE VIDA. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso. (Orientador).

2.
Ariele Assunção Ramos de Souza. Hanseníase em menores de 15 anos e a influência ambiental em municípios prioritários de Mato Grosso. Início: 2018. Dissertação (Mestrado em Ambiente e Saúde) - Universidade de Cuiabá. (Orientador).

3.
VANESSA GAMA FREITAS DE MATOS. USO DE AGROTÓXICOS NAS LAVOURAS RELACIONADO A MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Ambiente e Saúde) - Universidade de Cuiabá. (Orientador).

4.
RAISSA MARIAH FERRAZ MOREIRA. Utilização do teste ML FLOW como ferramenta para decisão terapêutica e acompamanento de Contatos de hanseníase: Protocolo de revisão sistemática. Início: 2017. Dissertação (Mestrado em Programa de Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso. (Orientador).

Tese de doutorado
1.
Camila Massae Sato. Imunoprofilaxia com vacina BCG em combinação com Rifampicina em dose única em crianças e adolescentes contatos de hanseníase em região hiperendemica. Início: 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso. (Orientador).

2.
Gutembergue Santos de Sousa. AVALIAÇÃO DA SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE COM HANSENÍASE: ASPECTOS DA REDE DE ASSISTÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA. Início: 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso. (Orientador).

Iniciação científica
1.
Laura Arenhart Silva. QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE EM HANSENÍASE. Início: 2018. Iniciação científica (Graduando em Medicina) - Universidade de Cuiabá, Fundação de Apoio a Pesquisa do Estado de São Paulo. (Orientador).

2.
Anne Karoline Torres Taborda. Influência da umidade e temperatura do ar atmosférico na ocorrência de hanseníase. Início: 2017. Iniciação científica (Graduando em Nutrição) - Universidade de Cuiabá, Fundação de Apoio a Pesquisa do Estado de São Paulo. (Orientador).


Orientações e supervisões concluídas
Dissertação de mestrado
1.
Luciana Goes Campos e Cerqueira. CONTATOS DE HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS: DETERMINANTES SOCIOAMBIENTAIS, EPIDEMIOLÓGICOS E DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL. 2018. Dissertação (Mestrado em mestrado em Ambiente e Saúde) - Universidade de Cuiabá, . Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

2.
THAÍSA DA SILVA VARGAS RODRIGUES. THAÍSA DA SILVA VARGAS RODRIGUES. 2018. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso, . Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

3.
LUCIANE CARDOSO GOMES. INFECÇÃO POR MYCOBACTERIUM LEPRAE EM MENORES DE 15 ANOS CONTATOS DE CASOS DE HANSENÍASE. 2016. Dissertação (Mestrado em Programa de Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso, . Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

4.
BRUNA HINNAH BORGES MARTINS DE FREITAS. INDICADORES E DETERMINANTES CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS DE HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS, MATO GROSSO, BRASIL. 2015. Dissertação (Mestrado em Programa de Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Mato Grosso, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

5.
ALEKSANDRA ROSENDO DOS SANTOS RAMOS. ANÁLISE DE ÓBITOS POR HANSENÍASE NO BRASIL (2000 A 2007).. 2010. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal de Mato Grosso, . Coorientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização
1.
MARILENE DE ASSUNÇÃO E SILVA. Perfil e fatores associados à ocorrência de mortalidade po tuberculose em idosos: revisão de literatura. 2014. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Saúde coletiva com enfase em saúde da família) - uNIDADE DE PÓS-GRADUAÇÃO/UNIC. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

2.
NAJLA BRITO LIMA MULLER RIBEIRO;MÁRCIO ANDRÉ MULLER RIBEIRO. Fatores de risco para infecção em tuberculose em crianças: revisão integrativa da literatura. 2009. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação de Saúde Publica com Ênfase em Saúde) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

3.
Joeny de Campos. O tratamento Supervisionado no Controle da Tuberculose em Nova Olimpia/mt. 2007. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de especialização em Saúde da Familia) - Escola de Saúde Pública. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

Trabalho de conclusão de curso de graduação
1.
Karen C. M. Alves; Ana Carolina S. Queiróz; Camila R. Banhar. Abordagem da anemia falciforme: revisão integrativa da literatura. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

2.
Liliane Moreira;Patrícia Araújo; Vanderléia Santos. Perfil das mulheres que se submeteram a mamografia no município de Cuiabá-MT, no ano de 2010. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

3.
Belle V. da S. Coimbra; Caroline Mayer; Sonia M. S. dos Sant. Fatores relacionados a desnutrição infantil: revisão de literatura. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

4.
BRUNA DE MELO AMORIM; KEILA DE CAMPOS ARRUDA; MARIA EVA COST. Estudo de incidencia de hanseníase em menores de 15 anos no municipio de Varzea Grande/MT. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

5.
ANNY KAROLINE FREIRE; FRANCIELLY CARNAUBA FREITAS. ESTUDO DE INCIDÊNCIA DE TUBERCULOSE NO ESTADO DE MATO GROSSO (2005-2007). 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

6.
AISLAYNE APARECIDA MENDES BORGES; NENIZE SANTANA DO NASCIMEN. DIABETES MELLITUS UMA ABORDAGEM EDUCATIVA: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

7.
Ana Caroline B Oliveira; Emanuelle Scatola; Flávia LS Pires. Perfil dos pacientes com incapacidade fisica em Hanseníase atendidos em uma Unidade de Referência, Cuiabá-MT.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

8.
LARISSA DEI TOS FERREIRA;LARISSA MACIEL MENEZES;MARIELLE SOA. PERCEPÇÃO DE MÃES REEDUCANDAS EM PERÍODO DE AMAMENTAÇÃO ATÉ OS SEIS MESES DE IDADE EM UM PRESÍDIO FEMININO DE CUIABÁ-MT.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

9.
Priscila F.L. Martins; Simara A.T. Amorin; Suelen P.Sales. Características individuais do indivíduo com esclerose multipla e aspectos relacionados frente às possíveis dificuldades ao tratamento.. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

10.
Maria J. C. Pereira; Mirian O.Sobrinho. perfil pidemiológico da hanseníase em uma Unidade do Programa de Súde da Família, Cuiabá/MT. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

11.
ANA P. ANTONINI;FERNANDA D. PIMENTEL;KELLEN S. SOUSA. VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM MENORES DE DOZE ANOS, CUIABÁ/MT.. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

12.
SOLANGE SIQUEIRA DA SILVA; VALQUÍRIA QUEIRÓS PINTO. INCIDENCIA DE TUBERCULOSE EM CRIANÇAS MENORES DE QUINZE ANOS. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

13.
DANIANE BÊSS CAVALHEIRO;EDNA MARIA DOS SANTOS; LARIESSA DE B. SÍNDROME DE BURNOUT NOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

14.
ENZIO L. B. POLETO; JÉSSICA F. CRESTAN; SVETLANA COUTINHO. FATORES RELACIONADOS À NÃO-ADESÃO AO TRATAMENTO HIPERTENSIVO NOS IDOSOS. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

15.
ALINE R.POLIZEL; DAIANE N. LONGO;ISABELLA C.MARQUES. Perfil da criança em idade escolar em uma instituição púbilca, Cuiabá/MT.. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

16.
Laura Martins Brito e Lucimar Julia de Souza. Perfil das adolescentes grávidas: uma revisão integrativa da literatura. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

17.
Laura Martins Brito e Lucimar Julia de Souza. Perfil das adolescentes grávidas: uma revisão integrativa da literatura. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

18.
Najla Brito Lima;Gisleangela C. Mª Oliveira. MORTALIDADE POR TUBERCULOSE NO BRASIL: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA¹. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Curso de Enfermagem e Obstretícia) - Universidade Federal de Mato Grosso. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

19.
Acácia Lívia Sobral ;Maria de Lima Moura1. ESTADOS REACIONAIS HANSENICOS: FENÔMENO DE LÚCIO ? REVISÃO DE LITERATURA. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

20.
ANTIQUEIRA, Natália. A. , COELHO, MP., PINHEIRO , Laura. A PERCEPÇÃO DA MULHER COM HANSENÍASE SOBRE SUA IMAGEM. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

21.
ELISANETE A. NASCIMENTO;HELISANGELA S. MELIM;NOEMIA BALTAZAR. ASPECTOS DE NÃO-ADESÃO AO TRATAMENTO DE TUBERCULOSE: UMA REVISÃO DE LITERATURA. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

22.
Gilberto Oliveira Andrade Junior. Estudo do tratamento de tuberculose em uma unidade de referência em pneumologia sanitária no município de Cuiabá-MT (1998-2002). 2004. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

23.
Patrícia Pretel Feitosa. Estudo de casos novos de tuberculose em uma unidade de referência no município de Cuiabá (2000-2002). 2004. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

24.
SILVA, Marta Ferreira. Conhecimento sobre a pratica do aleitamento materno entre nutrizes atendidas em um hospital universitario de Cuiaba em 2004 .. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

25.
Elaine Cristine Zoccoli. Infecção puerperal em um hospital universitário de Cuiabá no ano de 2003. 2004. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

26.
Carla de Camargo Viana. Estudo de Mortalidade de mulheres em idade fertil, residentes no município de Cuiabá-MT no ano de 2001. 2003. 0 f. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

Iniciação científica
1.
Anne Karoline Torres Taborda. A influência das condições ambientais na hanseníase: uma revisão da literatura. 2018. Iniciação Científica. (Graduando em Nutrição) - UNIC Educacional, Fundação de Apoio a Pesquisa do Estado de São Paulo. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

2.
Isabelle Silva Côsso. Fatores Preditivos de Ocorrência de Hanseníase em Escolares e Investigação da Influência Migratória na Endemia, Mato Grosso, Brasil. 2017. Iniciação Científica. (Graduando em medicina) - Universidade de Cuiabá, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

3.
JAQUELINE BRUNA SCARSI. QUIMIOPROFILAXIA E IMUNOPROFILAXIA DE HANSENÍASE EM MENORES DE QUINZE ANOS: REVISÃO INTEGRATIVA. 2014. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá, Fundação de Apoio a Pesquisa do Estado de São Paulo. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.

4.
Marcia Aparecida Belchior. Situação da tuberculose na população indígena em Mato Grosso (2008-2010). 2012. Iniciação Científica. (Graduando em Enfermagem) - Universidade de Cuiabá. Orientador: Silvana Margarida Benevides Ferreira.




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